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4 dicas para evitar riscos e custos extras na importação de produtos químicos


Apesar das dificuldades desse ano, a importação de produtos químicos vem crescendo e é um setor de tendência no mercado, atraindo cada vez mais investidores. Em setembro de 2020, por exemplo, as importações do segmento foram recorde, com mais de 37 mil toneladas. Conforme o relatório da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), houve um aumento de 6,9% em relação ao mesmo período do ano passado e um aumento de 10,2% em comparação com o mês de agosto.

Se você é do ramo ou está pensando em aproveitar os bons números e investir em uma área que ajuda a suprir as necessidades nacionais, esse material é especialmente para você! 🤩

Além de uma área que vem crescendo, o destaque aqui é para as suas particularidades e cuidados. Continue a leitura e conheça um pouco mais sobre os pontos de atenção e como evitar riscos e custos extras, e ainda poder diminuir os custos na importação de produtos químicos.


Planejamento é a palavra de ordem: o segmento químico é uma área muito técnica, está entre os com maior complexidade para a classificação fiscal e, sem planejamento, você pode ser surpreendido.

Para começar é importante destacar que existem nove classes de carga química e que cada classe pode influenciar nos custos logísticos, de transporte e de armazenagem. Além disso, dependendo do tipo de carga, pode haver restrições em armazenamento e transporte e, se isso não for averiguado e planejado antes, toda a programação logística pode ser afetada. “A conta nunca é para menos, sempre para mais”, alerta Tiago Duarte, líder de importação da Freitas, quanto aos custos.

Assim, para te ajudar a otimizar tempo e evitar custos extras, e quem sabe reduzir os valores na importação de produtos químicos, separamos quatro dicas. Confira! 👇

1 – Cheque a atuação de todos que fazem parte da cadeia logística

Verifique se o Terminal realmente pode receber o tipo de carga importado e se a transportadora tem autorização para esse tráfego. Imagine ter que reorganizar toda a logística depois que a carga já está em trânsito? Além de tempo, os custos aumentam bastante.

Lembre-se também que esse tipo de carga IMO, sigla em inglês para Organização Marítima Internacional (órgão intergovernamental da ONU que classificou as cargas perigosas), geralmente tem custos mais altos, principalmente de armazenagem, pois não pode ficar exposta e próxima a determinados produtos.

2 – Atenção para a documentação

Sem documentações específicas, a carga não pode ser carregada e transportada. Assim, verifique se todos os documentos estão feitos e se estão preenchidos corretamente.

Um deles é a Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico (FISPQ), que contém todos os dados relativos às propriedades e especificações da carga e possibilita que a transportadora defina os procedimentos ideais para a sua manipulação e movimentação. Além desse, tem a Ficha de emergência, que apesar de não ser obrigatória para o transporte da mercadoria, no caso de eventuais emergências, informações contidas neste documento poderão ser solicitadas pelo órgão regulador ANTT, MDSD (Material Safety Data Sheet – Folha de dados de segurança do material) e a Nota fiscal.

3 – Não se esqueça das cotas

E você já pensou em diminuir os custos dessa operação? Pois é, fique atento às cotas de importação antes do embarque. Como o Brasil não tem a fabricação de muitos produtos, eventualmente o governo tem políticas para fomentar o mercado interno e apresenta cotas tarifárias que podem reduzir o imposto de importação por tempo determinado. Elas podem ser concedidas de duas formas: pelos acordos no âmbito da Associação Latino-Americana de Integração – ALADI e/ou por resoluções da Câmara de Comércio Exterior – CAMEX. O Ministério da Economia conta com uma página específica onde traz as listagens dos produtos com cotas, e é importante também acompanhar a legislação sobre o assunto.

4 – Redobre atenção na descrição e classificação fiscal

Conforme o nosso time de importação, o setor químico é bem visado pela Receita Federal, então é muito importante que a descrição e a classificação fiscal do seu produto estejam corretas. Caso haja alguma divergência nas informações, pode ser pedido um laudo e aí o tempo e os custos aumentam, principalmente pelo fato de ser um segmento tão técnico e complexo.

Mas não se assuste, viu? A complexidade e os riscos diminuem quando você conta com parceiros experientes e com “know how” no assunto. 😉

Além disso, a gente preparou um material especial para te ajudar. Nele, reunimos informações sobre os documentos necessários para esta modalidade, inclusive com modelos prontos para você só preencher. Também organizamos algumas diretrizes para te ajudar na descrição correta do seu produto. Ou seja, um material feito especialmente para descomplicar e colaborar na garantia de uma operação segura e sem custos extras.

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Checklist: Garanta mais segurança e evite custos extras na importação de produtos químicos