Category Archives: Coronavírus

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Entenda como está o cenário logístico mundial

Você quer iniciar o mês de maio bem informado? A nossa equipe organizou um panorama do cenário logístico mundial para as próximas semanas, que ainda sofre impactos da pandemia e do encalhe no canal de Suez. Além disso, o mês iniciou com o feriado chinês de cinco dias, o que pode gerar grandes demandas para essa e para as próximas semanas.

Continue a leitura e entenda a situação de alguns polos mundiais. 😉


CHINA

Como nós o gigante asiático também iniciou o mês de maio com o feriado, mas por lá é prolongado: são cinco dias de descanso e essa parada pode gerar uma grande demanda para essa e para as próximas semanas.

Outro ponto de atenção que também pode afetar a programação por aqui, é a grande possibilidade de deslocarem navios da rota da América Latina para Europa, com o objetivo de colocar em dia os atrasos sofridos pelo encalhe no canal de Suez. A rota entre a Europa e a China está muito aquecida e é mais rentável aos armadores.

O cenário fica ainda mais complicado se o destino é a região norte, nordeste ou Vitória, visto o transbordo adicional no Caribe ou Mediterrâneo. Esses locais apresentam fretes mais rentáveis aos armadores, pois outros portos de transbordo, como Cartagena, por exemplo, estão bem congestionados.

Quando falamos em contêiner, a disponibilidade também está bem apertada. Assim, com tudo isso, infelizmente os fretes tendem a aumentar: já se fala em ultrapassar o valor de 8.500 dólares novamente.

Uma forma de reduzir custos continua sendo o contêiner NOR – Non-Operating Reefer, aquele contêiner reefer que permanece desligado durante todo o trajeto, sendo muito utilizado para importação de carga geral seca e não restrita. É importante lembrar que esta opção tem uma capacidade menor de carga, mas o custo pode ficar mais baixo mesmo aumentando a quantidade de contêineres.


ÍNDIA

As negociações com o país indiano merecem atenção! A Índia retomou o lockdown, assim, a demora nas repostas e confirmações devem se agravar. O ponto mais crítico é para as negociações com a costa leste da Índia (Chennai / Kattupalli / Vishakhapatnam), pois as transações fazem transbordo na Ásia e a disponibilidade e fretes estão no mesmo nível que a China.

A situação está um pouco melhor com a costa oeste (Mundra / Hazira / Nhava Sheva), pois o transbordo ocorre via Mediterrâneo, entretanto, há muita demora na confirmação dos bookings.

O valor dos fretes está por volta de 5.000 a 5.500 dólares, com exceção da Evergreen, que colocou o serviço na rota, porém com fretes bem acima: entre 7 e 8 mil dólares.


EUROPA

Na Europa os navios continuam lotados. O norte do continente (Hamburgo, Rotterdam, Antuérpia, Le Havre, Londres) permanece com bastante dificuldade. A situação melhorou um pouco na Itália, onde são possíveis bookings para daqui duas a três semanas.

Os países mais críticos são a Turquia e Portugal. O primeiro está sem espaço e sem equipamentos, já o segundo tem serviços que já omitiu quatro vezes. Assim, infelizmente são frequentes omissões e rolagens.


EUA

Os Estados Unidos também seguem da mesma forma. Na costa oeste há muitos navios aguardando atracação, o que gera atrasos nos horários. Já na costa leste o cenário é um pouco melhor, com possibilidade de bookings para daqui duas ou três semanas.

O atraso também acontece no interior do país, que sofre pela falta de caminhoneiros e pelo consumo elevado.

Assim, as rotas do Brasil estão sofrendo atrasos e transbordos não previstos, aumentando o transit time.


Com todas essas informações sobre o cenário logístico mundial, ressaltamos a importância de programar suas operações com antecedência e contar com um bom parceiro que possa te ajudar a driblar imprevistos. 😊

Precisando de ajuda, estamos por aqui!

Abraços,
Equipe Freitas

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Escassez de insumos e matéria-prima nacionais persiste

Há pouco mais de quatro meses falamos por aqui do cenário da escassez de matéria-prima e aumento dos preços; a expectativa era de uma melhora ainda no primeiro semestre deste ano, mas foi postergada. Uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que, no mês de fevereiro, essa falta atingiu 73% das empresas da indústria em geral (extrativa e de transformação) e 72% da indústria da construção; percentuais próximos à sondagem realizada no mês de novembro de 2020.

Além da escassez de produtos nacionais, a pesquisa feita com 1.782 empresas também aponta a dificuldade em matéria-prima importada, independente do valor pago. Conforme a CNI, essas dificuldades ainda são resultado das incertezas que a economia atravessou durante a primeira onda da pandemia da covid-19 em 2020, quando muitas empresas cancelaram a compra de insumos.

O fato é agravado pela desvalorização do real frente ao dólar e das exportações estarem ainda mais atrativas, levando os fornecedores nacionais a redirecionarem os insumos ao mercado internacional.

O impacto é sentido pelos clientes. De acordo com a pesquisa, 30% das empresas da indústria da construção declararam dificuldade para atender os clientes, o número sobe para 45% nas indústrias gerais e 69% no setor de informática, eletrônicos e ópticos.

E qual é a expectativa de melhora?

Para 37% das empresas participantes da pesquisa, a expectativa é da normalização até o final do mês de junho, 42% acreditam que isso só ocorrerá no segundo semestre, e 14% vislumbram melhora apenas em 2022.

Comunicação Freitas Inteligência Aduaneira – abril/2021

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Mais 25 produtos tem imposto de importação reduzido

No último dia 23/02, a Câmara de Comércio Exterior (Camex) do Ministério da Economia reduziu tarifas de importação de 25 produtos.

Nesta lista, a Resolução n. 165 reduziu definitivamente a tarifa para produtos classificados em 11 códigos da NCM, os quais abrangem medicamentos, preparações químicas para uso fotográfico, discos para cunhagem de moeda, fios à base de níquel-titânio, folhas de alumínio, comutadores a vácuo, lentes para câmeras fotográficas e máscaras contra gases.

Outras duas resoluções reduziram as tarifas temporariamente. A n. 161, estabeleceu 11 reduções por até 365 dias para produtos químicos, tintas de escrever ou desenhar, carvão ativado, laminados de uretano e politereftalato de etileno, bem como fios de poliéster de alta tenacidade e fibras de carbono; visto o desabastecimento.

Os outros três produtos que tiveram a redução temporária (Resolução n. 162) incluem a lista para enfrentamento da Covid-19, que passa a contemplar agora 564 produtos. Os três novos incluídos são insumos farmacêuticos para fabricação de medicamentos utilizados em internações hospitalares – besilato de cisatracúrio, maleato de metotrimeprazina e brometo de rocurônio.

Além das reduções, também houve a aprovação da Resolução n. 164, a qual converteu 17 códigos da NCM para 45, a fim de atender a compromissos internacionais do Brasil decorrentes da Convenção de Minamata sobre o Mercúrio e da Convenção de Estocolmo sobre Poluentes Orgânicos Persistentes.

Clique aqui e confira a matéria completa e a listagem dos 25 produtos com tarifa reduzida.

Abraços,
Equipe Freitas

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Atualização do cenário logístico mundial

O ano está quase acabando e a gente não poderia deixar de te passar uma última atualização da situação logística na China e do cenário no modal aéreo mundial. Há algumas semanas a gente vem comentando que o cenário não é dos melhores, pela alta de valores e prazos de entrega, e que é preciso planejamento. Nesses últimos dias, as coisas não mudaram muito, entenda o motivo. 👇

Quando falamos em China, o maior parceiro comercial do Brasil, os valores estão aumentando diariamente: a falta de equipamentos tem provocado sobretaxas e os armadores definem os valores por semana, o que dificulta um planejamento a longo prazo. Somado a isso, a chegada do ano novo chinês e a alta demanda mundial, principalmente pelo dólar estar mais baixo, junto à escassez de caminhões para o transporte interno pelas restrições de prevenção à Covid, complicam ainda mais. No momento, as cargas leves, de até 10 toneladas, estão sendo preferidas pelos armadores.

Se ampliarmos o olhar para o cenário mundial, as coisas não mudam muito no modal aéreo. Pela falta de produtos e matéria-prima, o lead time do frete aéreo tem feito deste o modal mais procurado. A sobrecarga também é justificada pela chegada do ano novo chinês e o lançamento de muitos aparelhos eletrônicos que disputam espaço nas aeronaves. Resultado: aumentos tarifários e restrições de espaço.

Outro ponto que merece atenção é que muitas companhias já anunciaram medidas que devem impactar ainda mais na disponibilidade de voos, seja pelo término de aportes recebidos pelo governo ou por planos de reestruturação e encerramento de atividades das subsidiárias menos rentáveis.

Impactos também vêm das novas restrições devido a segunda onda da covid-19 na Europa e nos Estados Unidos, o que diminui a frequência e regularidade de serviço de muitas companhias aéreas; e do início da vacinação em alguns países já no mês de dezembro, onde acredita-se que os esforços serão no transporte das mesmas.

Dessa forma, o modal aéreo está passando por um cenário de mudanças bruscas de tarifas, dificuldade de espaço para cargas mais urgentes, transit time superior ao previsto e validade de frete menores. A curto e médio prazo, esses problemas, infelizmente, podem ser ainda maiores.

A qualquer mudança ou novidade, informaremos você! Por enquanto, o que vale é o planejamento e contar com bons parceiros para te ajudarem a minimizar os custos e prazos. 😉

Abraços,
Equipe Freitas

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Entenda melhor o cenário da escassez de matéria-prima e aumento nos preços

Se você está sofrendo com a escassez de matéria-prima ou aumento no valor dos insumos, saiba que não está sozinho. Mesmo com a retomada das atividades, a primeira onda da pandemia do novo coronavírus ainda apresenta problemas na produção e no comércio brasileiro, que impactam toda a cadeia, até o consumidor final.

Mas por que isso está acontecendo e até onde vai? Para entender melhor o problema e responder essas perguntas, reunimos algumas informações publicadas pela BBC News. Na matéria “Pandemia gera escassez de matéria-prima e faz preços subirem no Brasil”, a jornalista Thais Carrança apresenta seis fatores que explicam essa situação.

De acordo com a matéria, o primeiro ponto vem lá do início da pandemia: a redução da produção que ocorreu entre março e abril. Seguindo a exigência de distanciamento social e pela incerteza e falta de perspectivas de quando o consumo iria se normalizar, as indústrias colocaram o pé no freio. Dados do IBGE apontam uma queda de 27% na produção nesses dois meses.

O segundo ponto, em decorrência da falta de perspectivas, foi o consumo dos estoques. Empresas e varejo consumiram seus estoques sem habitual reposição e quando a atividade começou a retomar, o estoque não deu conta da demanda.

Mas como as indústrias e comércios não se preparam para a retomada? Além de ser um período de incertezas, especialistas apontam que a recuperação da atividade econômica do país foi mais rápida do que se esperava, grande parte pelos efeitos do auxílio emergencial sobre o consumo. A notícia de retomada com certeza é boa, mas é o terceiro fator que explica a escassez e alta dos preços de matéria-prima.

Junto com as demandas nacionais, somam-se as do comércio exterior. Como já falamos por aqui nos últimos meses, foi um período de aumento de exportações de commodities e aumento do dólar, o que favoreceu a venda para fora e diminuiu as importações. O resultado: aumento dos preços no mercado interno.

Somado a isso, outro fator foram os gargalos logísticos. Por aqui estamos constantemente trazendo alertas de programação sobre a queda na oferta de espaço, tanto aéreo como marítimo, e o aumento no valor dos transportes. Além de mais tempo para as transações, os custos também cresceram.

Por fim, a matéria apresenta como sexto ponto a maior demanda das empresas, o que retroalimenta esse ciclo. Com medo da escassez, os pedidos são maiores, agravando esse processo que ainda está fragilizado.

Mas até quando esse problema vai?

Economistas apontam na matéria que tem data para acabar: no primeiro semestre de 2021 a oferta e demanda devem se alinhar. Já os preços altos devem seguir em alta ou estabilizarem no próximo ano, sem expectativas de baixa.

Assim, se você precisa importar e não quer alterar os custos para o seu consumidor final, a dica é bastante planejamento e atenção neste processo. Cuidados no processo logístico e aduaneiro são essenciais e a gente pode te ajudar! 😉

Planejando suas compras e vendas com o exterior para 2021? Vem bater um papo com a gente!

Abraços,
Equipe Freitas

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Situação logística com a China merece atenção, confira!

Falta de contêiner, pouco espaço no setor aéreo, aumento no tempo das transações e aumento nos preços. Há algumas semanas já divulgamos alertas sobre a situação logística na China, mas as atualizações recebidas dos agentes parceiros exigem ainda mais planejamento, confira! 😉

Quando falamos em falta de contêiner, difícil não pensarmos em problema e mais custos. O período que já está complicado devido ao contexto da pandemia pode ficar ainda mais crítico, principalmente se pensarmos que muitas indústrias não terão as famosas férias coletivas e a produção deve continuar crescendo no próximo mês.

Essa escassez de contêiner ocorre pois muitos deles estão ficando mais tempo em posse dos importadores mundo a fora, principalmente nos Estados Unidos e Europa, diminuindo o retorno dos contêineres para a China. Agora, com a nova onda da pandemia do novo coronavírus nos Estados Unidos e Europa e possíveis lockdowns, o fluxo de contêineres e rotas com esses locais de trânsito deve piorar.

A situação fica ainda mais complicada com a chegada do final do ano: alguns armadores já estão anunciando novas sobretaxas da temporada de pico (pré e pós natal), junto com o Ano Novo Chinês, que será em fevereiro.

Assim, a expectativa é que os armadores liberem contêineres apenas para as cargas que gerarem os fretes mais altos, aqueles mais baixos devem ser reagendados ou cancelados. Os contratos e tarifas a longo prazo com os armadores também não estão sendo liberados, pois podem ocorrer reajustes nas tarifas semanalmente.

Ixe, você deve então estar se perguntando até quando vai isso: a expectativa é que essa situação logística com a China, de falta de espaço e preços mais altos, melhore no mês de março de 2021. Até lá, haja jogo de cintura para terminar 2020 e começar 2021 da melhor forma, né?

Uma opção para driblar esse problema são as opções com transbordo: apesar de rotas de 55 a 70 dias, os custos são mais baixos. Outra dica é não segurar esse fardo sozinho: você pode contar com um parceiro logístico para te ajudar a entender detalhadamente as opções e escolher a que melhor se encaixa com a sua necessidade, seja em relação ao tempo e/ou ao preço.

Aqui na Freitas temos uma equipe pronta para te ajudar, vem bater um papo com a gente!

Abraços,
Equipe Freitas