Category Archives: exportacao

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Entenda melhor o cenário da escassez de matéria-prima e aumento nos preços

Se você está sofrendo com a escassez de matéria-prima ou aumento no valor dos insumos, saiba que não está sozinho. Mesmo com a retomada das atividades, a primeira onda da pandemia do novo coronavírus ainda apresenta problemas na produção e no comércio brasileiro, que impactam toda a cadeia, até o consumidor final.

Mas por que isso está acontecendo e até onde vai? Para entender melhor o problema e responder essas perguntas, reunimos algumas informações publicadas pela BBC News. Na matéria “Pandemia gera escassez de matéria-prima e faz preços subirem no Brasil”, a jornalista Thais Carrança apresenta seis fatores que explicam essa situação.

De acordo com a matéria, o primeiro ponto vem lá do início da pandemia: a redução da produção que ocorreu entre março e abril. Seguindo a exigência de distanciamento social e pela incerteza e falta de perspectivas de quando o consumo iria se normalizar, as indústrias colocaram o pé no freio. Dados do IBGE apontam uma queda de 27% na produção nesses dois meses.

O segundo ponto, em decorrência da falta de perspectivas, foi o consumo dos estoques. Empresas e varejo consumiram seus estoques sem habitual reposição e quando a atividade começou a retomar, o estoque não deu conta da demanda.

Mas como as indústrias e comércios não se preparam para a retomada? Além de ser um período de incertezas, especialistas apontam que a recuperação da atividade econômica do país foi mais rápida do que se esperava, grande parte pelos efeitos do auxílio emergencial sobre o consumo. A notícia de retomada com certeza é boa, mas é o terceiro fator que explica a escassez e alta dos preços de matéria-prima.

Junto com as demandas nacionais, somam-se as do comércio exterior. Como já falamos por aqui nos últimos meses, foi um período de aumento de exportações de commodities e aumento do dólar, o que favoreceu a venda para fora e diminuiu as importações. O resultado: aumento dos preços no mercado interno.

Somado a isso, outro fator foram os gargalos logísticos. Por aqui estamos constantemente trazendo alertas de programação sobre a queda na oferta de espaço, tanto aéreo como marítimo, e o aumento no valor dos transportes. Além de mais tempo para as transações, os custos também cresceram.

Por fim, a matéria apresenta como sexto ponto a maior demanda das empresas, o que retroalimenta esse ciclo. Com medo da escassez, os pedidos são maiores, agravando esse processo que ainda está fragilizado.

Mas até quando esse problema vai?

Economistas apontam na matéria que tem data para acabar: no primeiro semestre de 2021 a oferta e demanda devem se alinhar. Já os preços altos devem seguir em alta ou estabilizarem no próximo ano, sem expectativas de baixa.

Assim, se você precisa importar e não quer alterar os custos para o seu consumidor final, a dica é bastante planejamento e atenção neste processo. Cuidados no processo logístico e aduaneiro são essenciais e a gente pode te ajudar! 😉

Planejando suas compras e vendas com o exterior para 2021? Vem bater um papo com a gente!

Abraços,
Equipe Freitas

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Boa notícia: Receita Federal simplifica os regimes aduaneiros especiais de admissão e de exportação temporária

No último dia 10 (10/11/2020), a Receita Federal divulgou uma nova Instrução Normativa (IN n. 1989/2020) que promove alterações e simplifica os dois regimes aduaneiros especiais, principalmente quanto ao tempo médio de liberação da carga.

Em 2019, por exemplo, as declarações de admissão temporária parametrizadas nos canais vermelho e amarelo foram liberadas em cerca de 10 dias. Com as alterações vigentes a partir de agora, estima-se que o tempo médio de liberação possa diminuir para menos de um dia. Muito bom, não é mesmo? 😉

Conforme a Receita Federal, as novidades dessa IN estão alinhadas a princípios estabelecidos por importantes acordos internacionais, como a Convenção de Istambul, o Acordo de Facilitação do Comércio – AFC e a Convenção de Quioto Revisada que tratam da implementação da facilitação de comércio. “Entre os pressupostos que motivaram as alterações está o reconhecimento de que os despachos de bens submetidos aos regimes aduaneiros especiais ou aplicados em áreas especiais não são maiores, como regra geral, do que os de qualquer outro tipo de despacho, não sendo necessário que se invista em mais recursos, sejam eles humanos ou de qualquer outro tipo, em seu controle ou acompanhamento”, afirma a nota divulgada.

E você lembra as particularidades desses regimes?

É a importação ou exportação de produtos com a suspensão dos tributos ou com o pagamento proporcional dos tributos de acordo com o tempo que permanecerem no local de destino.

Quanto à admissão temporária, o regime facilita bastante a importação de produtos, equipamentos e materiais, desde que tenham utilidade econômica, técnica, social, cultural, científica, entre outros; como produtos destinados a exposição em feiras, testes, consertos ou até aumento na produção. Existem algumas modalidades e regras, que você pode conferir clicando aqui.

Já a exportação temporária permite a saída do país, com suspensão do pagamento do imposto de exportação, caso exista, de mercadoria nacional ou nacionalizada, condicionada à reimportação em prazo determinado, no mesmo estado em que foi exportada ou em alguns casos determinados. Também temos um conteúdo especial sobre o assunto e você pode acessar clicando aqui.

Se você estiver interessado em saber ainda mais ou contar com apoio técnico para obter esses benefícios, venha bater um papo com a gente! 😊

Abraços,
Equipe Freitas

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Conheça os três principais desafios na exportação de madeira e como fazer desse um bom negócio!

Se você trabalha com a exportação de madeira ou está pensando em exportar, esse blogpost foi pensado para você! Embora a madeira represente um grande mercado no país e tenha bastante procura no mercado internacional, a gente sabe que esse tipo de exportação é um trabalho desafiador e quer te ajudar. 😉

Apesar de não ser formalizada como uma commoditie, a operação da madeira é muito semelhante e exige alguns cuidados para se tornar rentável. Assim, separamos os principais desafios enfrentados neste mercado e algumas saídas para driblá-los, ou seja, alternativas para você tornar esse negócio, um bom negócio e não sair no prejuízo. Confira!

1 – Garantir a lucratividade

O principal desafio na exportação da madeira é garantir que a operação seja lucrativa. Tradicionalmente, a margem de lucro é baixa neste tipo de operação e, quando há qualquer custo adicional inesperado ao longo do processo, a atenção volta-se para prejuízos. Diferente da importação, onde você consegue suprir custos aumentando o valor na venda para o cliente final, na exportação isso não é possível, pois a venda já foi negociada.

Então como tornar essa uma operação rentável? Para reduzir os riscos e evitar custos extras, a dica é ter uma logística afinada e um parceiro experiente.

Como os vendedores de madeira geralmente possuem um alto volume de carga, contêineres e processos, organizar bem a logística é uma forma de diminuir custos, evitar prejuízos e até aumentar os lucros. Nesta organização estão envolvidas etapas de transporte, armazenamento e também despacho aduaneiro.

Por exemplo, um parceiro com know how no assunto consegue organizar toda a documentação e atentar para os cuidados de preparo da carga, acondicionamento e certificações necessárias para evitar multas e atrasos na entrega.

Aqui na Freitas, um dos nossos clientes que demorava cerca de três semanas para fazer todo o processo com outro parceiro, por aqui passou a realizar tudo em apenas uma semana. Resultado: menos tempo, menos custos e mais resultados positivos.

2 – Manter a organização dos processos

Como falamos, quem trabalha com madeira geralmente tem um volume bem alto de processos rolando, o que exige atenção e organização, principalmente quanto aos prazos. Imagine só perder o prazo de uma documentação ou não se atentar para o prazo de entrega da mercadoria? Os custos sobem e a palavra prejuízo pode entrar em cena.

Assim, a dica é manter o controle e a organização sempre! Isso pode até parecer fácil, mas a gente sabe que o dia a dia de quem trabalha com comex é corrido e que planilhas e mais planilhas geram um pouco de dor de cabeça. Aqui na Freitas você pode contar com o Inova, uma estrutura de sistemas integrados que te ajuda na segurança, agilidade e organização dos processos de exportação.

Com base na automação robótica, os processos são atualizados de forma automática, o que evita erros de digitação e agiliza o trabalho. Além de acompanhar tudo em tempo real, através dos follow-ups que chegam por e-mail ou no Portal do Cliente, onde você também pode encontrar todas as informações, documentos e conferir a evolução dos processos, o Inova ainda integra os dados em dashboards, que te ajuda a visualizar a operação completa e tomar decisões mais assertivas.

3 – Ter segurança e agilidade na documentação

Outro desafio na exportação de madeira, que está muito relacionado à questão de custos, é a documentação. Quando falamos nas anuências e certificações necessárias para este tipo de carga, há dois tipos: a do destino e da origem. Dependendo da exigência do país de destino, ou seja, de quem vai comprar a madeira, pode ser necessário também a emissão de anuências e certificações aqui no Brasil.

E então a abrangência e diversificação são desafios também: as certificações variam pela forma em que a madeira é exportada (se em toras, madeira serrada, painel de madeira, etc) e do país de destino. Cada país tem exigências específicas e a mesma madeira pode ter processos bastante diferentes dependendo do país para onde será enviada. Além disso, outro agravante é que as exigências e legislações dos países mudam frequentemente, então a atenção deve ser de processo em processo.

Na Freitas, com o sistema Inova, existe um histórico de operações e uma prévia sobre as exigências de cada país como referência e direcionamento, mas não exclui a necessidade de confirmação com o cliente lá fora.

Outra vantagem no assunto aqui na Freitas é quanto à emissão de alguns documentos: alguns já estão inclusos nos custos do processo, outros ganham prioridade e agilidade. No caso do VGM (Verified Gross Mass – Peso Bruto Verificado), por exemplo, a emissão do documento não é cobrado a parte, já está embutido no valor final do processo. Já quando é necessária uma certificação fitossanitária junto ao MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), há rotinas internas e um fluxo de trabalho de priorização para que a certificação seja a mais rápida possível e o cliente não tenha custos adicionais com armazenagem, por exemplo.

E aí, ficou mais fácil planejar o envio da madeira para o mundo? Essas são apenas algumas dicas de como driblar os principais desafios, nossa equipe e experiência têm muito a te ajudar! A boa notícia é que organizamos mais um material especial para você sobre o assunto: um checklist para te ajudar a aumentar a margem de lucro neste processo! É só clicar, baixar o material gratuitamente e colocá-lo em prática! 👇

Abraços,
Equipe Freitas

Como aumentar a margem de lucro na exportação de madeira

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China: percepções sobre a exportação

Há mais de dois meses que a China marca presença por aqui: com curiosidades sobre a cultura e como fazer bons negócios, estamos desmistificando o gigante asiático para te deixar mais seguro e preparado nos negócios com esse grande parceiro comercial do Brasil.

Mas quando falamos em parceria, não é somente importação não. Apesar de a compra de produtos chineses ser muito atrativa, você já pensou em expandir seus negócios e entrar para o mercado chinês? O material de hoje traz algumas percepções sobre essa relação com a China a partir da experiência do nosso parceiro Eber Pinho, da Real Trading.

Você já imaginou chegar à China e almoçar em uma churrascaria e depois marcar uma reunião de trabalho em uma cafeteria? A possibilidade até parece um pouco estranha, mas é real. Conforme Eber, que frequenta e faz negócios com a China há mais de duas décadas, o país mudou bastante nos últimos anos e está cada vez mais aberto ao mercado mundial. Ele conta que há cerca de cinco anos as cafeterias se tornaram uma tendência na China e trocar uma xícara de chá por uma de café é algo “chique”.

O exemplo, além de deixar os brasileiros mais confortáveis para uma viagem até lá, mostram como produtos brasileiros estão cada vez mais presentes no mercado chinês.

O guia Como Exportar – China, lançado em 2018 pelo Ministério das Relações Exteriores, indica a crescente venda dos produtos brasileiros: após os minérios e metais, o setor alimentício e de agronegócios tem a maior participação entre as exportações brasileiras para a China. Em 2016, o valor das exportações das carnes bovinas congeladas e desossadas cresceu 48%, o Brasil forneceu quase 72% do suco de laranja congelado importado pela China, além de ser o maior fornecedor de carne bovina, frango, açúcar e soja no país. Quanto ao café brasileiro, ocupou um mercado de 2% em 2016, mas de acordo com Eber, o número de cafeterias tem aumentado bastante. “A porcentagem pode até ser pequena, mas como é um país muito grande, já representa um mercado muito bom”, destaca.

Outro ponto para se levar em conta são os incentivos e políticas internas. Segundo Eber, o líder do governo chinês anterior investiu muito em infraestrutura no país, tornando algumas cidades referência no quesito. Já o atual, que está à frente do país cerca de sete anos, tem como principal foco a educação. Ao investir em educação e proporcionar novas oportunidades, está aumentando a migração do interior para as grandes metrópoles e, consequentemente aumentando o consumo dos chineses.

Assim, cada vez mais, não só a importação com a China está mais atrativa, mas a exportação também. E como começar esse negócio? As dicas não são muito diferentes do que a importação: contar com bons parceiros, conhecer o mercado e entender a cultura. Com parceria e planejamento, os resultados são positivos.

Nos materiais anteriores você confere todas as dicas para iniciar qualquer negociação e, neste guia organizado pelo governo, você tem acesso a dados gerais sobre a China, a relação comercial com o Brasil e dicas específicas sobre a exportação, como o perfil do consumidor, canais de venda, exigências do governo, entre outros.

Também, se você está disposto a dar os primeiros passos no gigante asiático, lembre-se que pode contar com todo apoio e experiência por aqui. Com uma equipe preparada e parceiros certos, podemos te ajudar! 😉

Abraços,
Equipe Freitas

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6 dicas para garantir sucesso na exportação de embarcações

A gente fala muito por aqui de diversas formas de importar e exportar suas cargas, mas você sabe os cuidados necessários quando a carga é um iate por exemplo? A exportação de lanchas e embarcações de recreação está muito em alta, mas é imprescindível a atenção em alguns pontos para que a operação seja um sucesso. Continue a leitura e aproveite algumas dicas da nossa equipe! 👇

Na logística internacional, iates ou grandes embarcações são consideradas cargas projeto, ou seja, são cargas que têm medidas, dimensões e peso fora dos padrões dos contêineres convencionais e exigem a criação de um projeto logístico diferente e único.

Nesta categoria de carga também podem estar bobinas, geradores, guindastes ou qualquer outro equipamento de grande porte e, assim, o nome vem pela necessidade de um projeto logístico pensado e desenhado especificamente para a operação.

Hoje a carga da vez são os iates e a nossa equipe separou algumas dicas importantíssimas para o sucesso da operação. Entretanto, conforme Manoel Florêncio Jr., especialista de inteligência de relacionamento da Freitas, independente de qual é a carga, vários são os cuidados para este tipo de operação, que vão desde a cotação dos parceiros até a entrega final ao comprador.

1 – Na cotação

A primeira dica de ouro está bem no início do projeto: na cotação dos parceiros. A escolha dos parceiros certos pode ser determinante para o sucesso da sua operação, então, antes de começar, verifique a experiência de todos os parceiros com cargas projeto.

Sobre o frete internacional, por exemplo, é importante estar atento se é uma rota direta ou há transbordo. Imagina se a sua carga precisa trocar de navio? Apesar do preço ser mais competitivo em rotas com transbordo e esse ser um processo comum com cargas convencionais, não é indicado para cargas projeto. “Neste tipo de carga os riscos de avarias são muito maiores, então é preciso estar atento”, alerta Manoel.

Outro ponto importante é verificar a frequência de embarque do navio. Ao perder um embarque, a carga fica armazenada no porto e, diferente das cargas em contêineres convencionais, o custo é muito mais alto.

Também, segundo Jhonathan Vieira, líder de exportação da Freitas, é importante analisar se o armador prioriza ou não a carga projeto e as condições que ela será transportada.

Além do armador, a escolha de todos os parceiros é importante. A transportadora, por exemplo, além da experiência, precisa estar apta para conseguir transitar com a carga, afinal, existem uma série de exigências para este tipo de transporte. Se houver excesso de peso, por exemplo, há necessidade de acompanhamento na amarração, caso contrário o embarque pode não ser aprovado.

Com a experiência comprovada e cotação fechada, segue-se o processo.

2 – Atenção ao destino

Outra dica para quando se está iniciando o processo é verificar e aprovar toda a documentação com o exterior sobre o desembaraço e registro da carga, neste caso a embarcação. Cada país tem exigências diferentes e às vezes são necessários até laudos. “Assim é muito importante verificar tudo com antecedência, muito antes do embarque, caso contrário os custos com armazenagem aumentam bastante”, explica Jhonathan.

3 – Incoterm

Os especialistas também apontam sobre a importância da escolha do incoterm, que às vezes é prejudicada pela falta de experiência dos parceiros. A dica é contratar um incoterm onde o controle da principal parte logística na origem esteja a cargo do exportador, como o CIF e CFR, por exemplo.

4 – Seguro

Outro ponto para evitar dor de cabeça ou custos não previstos é atenção à contratação do seguro. Com carga projeto é necessário ter o seguro internacional, que é o mais conhecido, mas também o seguro nacional. “Em uma carga convencional esse seguro está incluso no frete rodoviário, mas na carga projeto, como os valores são mais altos, não está incluso e é importante a contratação”, ressalta Manoel.

5 – Margem de negociação

Quando falamos em custos, outra dica é ter uma margem de negociação maior e estar atento ao mercado, como por exemplo a variação cambial. Mudanças simples podem acontecer em qualquer operação, entretanto, na carga projeto qualquer mudança é significativa. Como esse tipo de carga tem um alto valor, todo centavo de uma taxa de câmbio pode acarretar em mais cifras.

6 – Embalagens e detalhes das cargas

Para finalizar, o que você às vezes nem imagina pode trazer problemas. Uma lancha, por exemplo, geralmente é alocada em um berço de madeira para o transporte, e essa madeira precisa ser certificada. “É difícil a carga projeto utilizar material sintético, a madeira bruta é mais comum; porém, ela precisa ser toda certificada”, orienta Jhonathan. Segundo ele, já houve casos de toda a carga ser condenada pela falta de certificação em um pedaço da madeira.

Outra atenção quanto à carga está nos detalhes. Se a lancha está com meio tanque de gasolina, por exemplo, mais do que uma carga projeto ela será considerada uma carga perigosa, o que acarreta ainda mais cuidados e custos.

Ufa, mas com tantos cuidados assim, como ficar tranquilo na exportação da sua lancha? A resposta vem lá na primeira dica: escolha os parceiros certos. Quem tem experiência na área vai te ajudar e orientar sobre todos os passos.

Aqui na Freitas nós já realizamos algumas exportações de lanchas, as mais recentes foram para os Estados Unidos, e todas as operações sempre foram um sucesso.

Por aqui, te ajudamos a escolher os melhores caminhos e melhores práticas, prezando por mais segurança e menos custos. Inclusive temos parceiros com propostas bem atrativas. 🤑

Pensando em importar ou exportar uma carga projeto? Vem bater um papo com a gente! 😊

Abraços,
Equipe Freitas

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China: a cultura e os negócios

Quanto conhecer a cultura impacta nos negócios, você já se perguntou isso? Quando falamos na China, o impacto é grande e a forma como você se comporta em relação a isso pode ser um grande termômetro para o resultado das suas negociações. Assim, na série Desmistificando o gigante asiático o assunto de hoje não poderia ser outro: cultura.

Na última matéria trouxemos uma série de dicas sobre como conhecer o mercado e iniciar as negociações nas feiras chinesas. Agora que você já deu os primeiros passos no maior país do mundo, o nosso parceiro Eber Pinho, da Real Trading, compartilha algumas dicas para te ajudar nas negociações. Boa leitura! 😊

Sem dúvidas essa é uma das culturas mais marcantes e também diferentes no mundo inteiro: a cultura chinesa é levada a sério em todos os cantos do país e tem muitas diferenças com a nossa.

1 – Do português ao mandarim

Sem pensarmos muito o que logo vem à mente é a língua: contar com um fluente no idioma mandarim, além de mostrar interesse e comprometimento por parte do empresário brasileiro, também facilita muito toda a negociação. Se você não domina a língua, pode optar pelo inglês, mas como esse é um ponto-chave, o melhor mesmo é contar com um parceiro para te ajudar nesta parte.

2 – De olho no relógio

A pontualidade é muito importante na cultura chinesa e atrasos mostram falta de respeito. Além disso, é legal organizar a agenda com folga: os chineses são muito hospitaleiros e às vezes a reunião pode levar mais tempo do que o programado.

3 – Hierarquia

Conforme Eber, outro ponto marcante na cultura chinesa é a hierarquia. “Fruto do regime comunista, a hierarquia é levada muito a sério”, afirma. Assim, é importante ter clareza dos cargos dentro de uma empresa para fazer pedidos, por exemplo.

4 – A entrega do cartão

Você já parou para analisar a forma que você entrega o seu cartão de visita? Pois é, isso faz diferença na China: a informalidade ao entregar ou receber o cartão pode parecer para os chineses que não foi dada a devida importância. Assim, os cartões devem ser entregues pessoalmente, com as duas mãos, olhando nos olhos e cumprimentando. Antes de guardar o cartão recebido é importante olhá-lo e, claro, faz diferença também o local onde você vai guarda-lo.

5 – Negociações junto à comida

Na China é muito comum discutir negócios em almoços ou jantares. Conforme Eber, foi junto à refeição que conseguiu fechar muitos negócios com clientes brasileiros. “Eles valorizam muito o fato de se sentar e comer a comida deles, gostam de fartura na mesa”, conta.

Em algumas experiências, Eber recorda que alguns brasileiros fizeram caretas ou não quiseram experimentar seus pratos, o que não é legal: “Uma forma de agradar os chineses é receber o alimento de forma cordial. Causa uma empatia muito grande compartilhar a comida com eles”.

Segundo Eber, como no Brasil, cada região da China tem um tipo de comida diferente, mas é muito comum frutos do mar, muita verdura e até comidas exóticas. Entretanto, para seu paladar brasileiro ficar tranquilo, saiba que já é possível encontrar na China boas cafetarias, churrascarias e até o nosso famoso guaraná.

6 – Presentes

Outra coisa comum nas negociações chinesas são as trocas de presentes. Eber conta que eles são muito hospitaleiros e valorizam muito seus hóspedes: gostam de presentear, principalmente com chás típicos, e algumas fábricas até podem te receber com letreiros de boas-vindas personalizados.

Se você também quiser presentear, uma boa dica são objetos típicos do Brasil e da nossa cultura.

7 – Primeiro negociar, depois pechinchar

Conforme Eber, quando conduz os brasileiros à missão compradora, é comum o pressuposto de que tudo na China deve ser mais barato e respostas como “está caro” e “precisamos de desconto” logo vem à tona. Entretanto, não é recomendado pechinchar ou barganhar de cara com a fábrica: “primeiro você escuta a negociação, causa a empatia e depois pensa na precificação junto com valores de frete e logística”.

De acordo com a experiência com os negócios chineses, Eber trabalha com uma metodologia de negociação que se inicia com a conexão e identidade, para depois partir para a engrenagem dos valores.

8 – Parceiros certos

A nossa última dica vem reforçar o que já falamos sobre as feiras e também facilitar tudo o que você leu até então: conte com parceiros certos. Para que a viagem e as negociações sejam bem sucedidas, você pode e deve contar com o conhecimento e experiência de quem conhece os dois lados, ou seja, sabe as suas necessidades e conhece os desejos dos chineses.

Aqui na Freitas temos o parceiro certo para te ajudar. Vem bater um papo com a gente e leve o seu negócio para o mercado chinês. 😉

Abraços,
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Golden Week: saiba como se programar para evitar atrasos e mais custos com a logística

Desde o início do mês de agosto está mais caro fazer transações marítimas com a China: está ocorrendo uma restrição muito grande, onde quase todos os armadores estão com overbooking, ou seja, com excesso de cargas e sem espaço nos navios. Isso se dá por uma junção de fatores: alta demanda de cargas, black sailing e chegada da Golden Week, que neste ano será entre os dias 1 e 8 de outubro, mais um motivo para postergação de embarques e aumento de tarifas.

Você já ouviu falar na Golden Week? É como o nosso dia 7 de setembro: Dia Nacional da China. Entretanto, lá o feriado ocorre por uma semana e, em decorrência das festividades, todos os setores paralisam os seus serviços. Assim, além de uma redução no fluxo de importação e exportação durante sete dias, ocorre o aumento nas demandas de espaço nas semanas que antecedem e sucedem o feriado.

Com tudo isso, os serviços com rotas diretas ou via Ásia devem ter espaços comprometidos e o escoamento das cargas pode ocorrer pela América Central, África ou Europa. Os armadores já ressaltaram que todos os embarques estão sujeitos a disponibilidade de espaço no serviço escolhido, podendo ocorrer modificação de rota e, consequentemente, transit time a qualquer momento e sem aviso prévio.

Ixe, e agora? Infelizmente a previsão para normalização e redução dos custos é para a segunda quinzena de novembro, próximo ao mês de dezembro, e não é possível mudar o cenário. Mas separamos cinco dicas para evitar um aumento ainda maior de tarifas:

1 – Adiante ao máximo a importação/negociação com o exportador, para antecipar também a logística;

2 – Tenha claro a data de prontidão das mercadorias e informações da carga (como peso bruto, volumes, dimensão, cubagem) para que o agente consiga antecipar as informações para o armador, a fim de garantir booking;

3 – Se a sua carga é urgente, programe-se bem para providenciar o embarque antes do feriado;

4 – Considere rotas e portos alternativos, isso pode lhe dar mais opções de embarque;

5 – Conte com parceiros certos para te ajudar na identificação das melhores rotas e preços adequados à sua necessidade.

E aí, precisa de algum apoio neste momento? Aqui na Freitas temos uma equipe especializada e pronta para te ajudar! 😉 Vem bater um papo com a gente!

Abraços,
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Avarias: o que são e como se precaver?

Quando falamos em avaria estamos falando de um estrago ou dano causado ao navio ou à carga, bem como as despesas para preservação de ambos. A conceituação e tipos de avarias estão dispostas no Código Comercial a partir do artigo 761 e há dois tipos diferentes delas: avarias grossas ou comuns, e avarias simples ou particulares. Conheça um pouco mais sobre cada uma:

Avarias grossas

As avarias grossas, também chamadas de avarias comuns, podem ocorrer por acidentes ou situações que coloquem em risco o navio e a tripulação e que são tomadas decisões humanas para minimizar esses riscos ou danos. Mas como assim?

Por exemplo, quando em uma tempestade a tripulação lança uma carga ao mar para aliviar o navio; ou quando em um incêndio em equipamentos do navio cargas acabam sendo molhadas com água salgada, são consideradas avarias grossas ou comuns pois são avarias definidas pela ação humana para a sobrevivência ou preservação física dos tripulantes, das outras cargas e também do próprio navio.

Como nesses casos a tripulação tem pouco tempo para determinar com precisão de quem são as cargas que estão descartando ou que estão causando danos, e como as cargas estão sofrendo os danos em benefício do bem comum, nesse tipo de avaria as despesas e prejuízos são divididos proporcionalmente por todos os envolvidos. Ou seja, se a sua carga desembarcou de um navio com problemas, que teve avarias grossas, mesmo que ela não sofreu danos, você é corresponsável por arcar com um percentual dos prejuízos.

Entretanto, é importante ressaltar que a declaração de avaria grossa ou comum só é efetivamente reconhecida e válida após a avaliação de um comitê internacional para a apuração de responsabilidades e verificação se todas as condições particulares foram cumpridas. As regras de York-Antuérpia é que determinam o que é um ato de avaria grossa e definem seus fundamentos e suas despesas.

Avarias simples ou particulares

Já as avarias simples ou particulares são danos materiais ou despesas causadas involuntariamente à carga ou ao navio e independem da ação humana, ou seja, quando o capitão e a tripulação não decidiram por aquele dano. Elas podem acontecer por tempestades e vendavais que levariam a carga ao mar ou que poderiam molhar a carga, ou até mesmo imprudência, imperícia ou negligência do comandante, funcionários do navio ou terceiros.

Esse tipo de avaria não ocorre somente em alto mar, também pode ocorrer quando o navio está em um porto, durante o embarque ou desembarque.

Nesta modalidade o princípio básico é que os prejuízos do dano sofrido ficam ao encargo do proprietário do que foi lesionado, ou seja, caso haja problemas no navio, as despesas são do armador, caso a carga tenha sofrido dano, o prejuízo é do dono da mercadoria, ou do seguro, se ele tiver.

Como se precaver?

E falando em seguro, essa é a melhor forma de se precaver de grandes prejuízos. Como falamos, os riscos de avarias não podem ser previstos, mas você não precisa assumir todo esse risco sozinho.

Se a sua carga estiver assegurada, além da questão dos custos, você conta com a assessoria para resolver todo o processo, visto que envolve formulários e trâmites legais para a resolução, liberação e nacionalização da carga. Sem seguro, o risco fica bem maior: além do valor, você precisa cuidar com despesas de demurrage e armazenagem até a resolução do problema.

Aqui na Freitas contamos com processos excepcionais e parceiros certos para te deixar tranquilo caso aconteça qualquer tipo de avaria. Venha bater um papo com a gente e conhecer um pouco mais sobre as opções! 😉

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Conformidade aduaneira: saiba como escolher o parceiro certo e evitar riscos

Quando falamos em comércio exterior uma palavra é muito importante e precisa estar presente no dia a dia: conformidade. Ela se aplica na operação interna das empresas, nos processos externos e também na escolha dos parceiros certos.  Você sabe da importância em escolher um despachante aduaneiro que esteja em conformidade, por exemplo? Continua e a leitura e confira! 😉

Afinal, o que faz um despachante aduaneiro?

Despachante aduaneiro é aquele profissional ou empresa que assessora empresas que desejam importar e/ou exportar com os órgãos governamentais e outras entidades. É ele quem assessora a empresa em todo o processo: analisa as licenças e registros necessários, organiza a documentação, acompanha a verificação da mercadoria na conferência aduaneira, recebe as mercadorias desembaraçadas, solicita as vistorias, entre outros. Ou seja: auxilia em toda a parte burocrática e, principalmente, trabalha para que os seus processos estejam em conformidade com todas as regras.

Ao estar em conformidade, a operação segue de forma mais rápida e com menos custos, evitando problemas como multas, atrasos e até mesmo a apreensão de mercadorias.

Assim, o despachante aduaneiro atua como um “Parceiro Comercial” e deve seguir todos os critérios que atendam aos níveis de segurança, conformidade e confiabilidade exigidos pela empresa, sempre evidenciando tais processos.

E como escolher o parceiro certo?

Há alguns anos a Receita Federal dava uma mãozinha nisso com a certificação do Programa Brasileiro de Operador Econômico Autorizado – OEA também para os despachantes. O Programa certifica parceiros estratégicos das aduanas que comprovam a confiabilidade e a previsibilidade de suas movimentações, evitando riscos, garantindo segurança e confiabilidade. Hoje a classe não está mais contemplada, mas há quem se certificou e segue isso à risca: aqui na Freitas, ainda atuamos de acordo com todos os critérios da certificação e, inclusive, trabalhamos na condução de processos de certificação dentro das empresas.

Mas independente de certificação, a melhor forma de escolher o parceiro certo é pela sua conformidade (viu só como essa palavra é importante?). Saber se o parceiro tem processos bem desenhados para a operação de comércio exterior, de que forma ele lida com o gerenciamento de risco, se possui um código de ética e conduta e se esse documento é compatível com seus valores e condutas, entender como funciona o seu sistema de segurança das informações, investigar se o parceiro conta com um setor de Gestão da Qualidade e Compliance focados no cumprimento das regras de conformidade do negócio, enfim, realizar uma due diligence para conhecer um pouco melhor o nível técnico do parceiro e garantir o atendimento aos requisitos de segurança, conformidade e confiabilidade exigidos pela empresa de acordo com sua função na cadeia logística.

Além disso, empresas certificadas ou interessadas na certificação OEA devem aplicar um Acordo Técnico de Compliance e Segurança, que seja devidamente entendido, firmado entre as partes e implementado. Desta maneira, o documento se tornará um compromisso documentado entre as empresas para adotarem processos, procedimentos e controles que asseguram a integridade da cadeia logística e o cumprimento da legislação aduaneira.

Para ajudar, você também pode fazer uma pesquisa de mercado, entender quanto tempo o parceiro atua e qual a sua experiência, além de buscar referências com outras empresas que ele já tenha trabalhado.

E aí, ficou mais fácil escolher o parceiro certo e seguir em conformidade com as suas operações de comércio exterior?

Venha conhecer um pouco melhor os nossos processos de Compliance e Segurança, aqui na Freitas, além da conformidade você ainda conta com uma equipe de especialistas para te ajudar nas operações de importação e exportação. Vem bater um papo com a gente!

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Nova série: Desmistificando o gigante asiático

China. Quando falamos em mercado internacional é difícil não pensarmos no país mais populoso do mundo: é a maior economia de exportação do mundo, o maior parceiro comercial do Brasil em volume de vendas e, em janeiro deste ano, liderou a lista de destinos das exportações brasileiras.

Mas como começar as negociações? Da mesma forma que são grandes os potenciais e as vantagens comerciais, são grandes as peculiaridades do país: língua, cultura, vasto território e uma infinidade de opções de empresas para vender e/ou comprar acabam dificultando o planejamento e os primeiros passos da negociação.

Pensando nisso, hoje começamos uma nova série de conteúdos por aqui: Desmistificando o gigante asiático. A cada 15 dias, você poderá conhecer um pouco mais sobre a China e como acontecem as negociações por lá. Como fazer um bom negócio na China? Quais são e onde estão os polos de negócios do país? Como apresentar a minha empresa para um chinês? Como comprar bons produtos? O que eles prezam no mundo dos negócios?

Essas e outras tantas dúvidas você vai poder tirar com a gente e com quem conhece do assunto. Para esta série, contamos com a participação do nosso parceiro Eber Pinho, da Real Trading.

Com 23 anos de experiência profissional na área do comércio internacional e em contato com o continente asiático, Eber pode até ser chamado de um brasileiro-chinês: viaja para a China com frequência por 20 anos e a empresa na qual é sócio tem nove escritórios próprios no gigante asiático. Lá ele representa empresas brasileiras e cuida de todos os negócios, ou seja, tem experiência e conhecimento sobre o assunto para dar e vender.

Conforme ele, não é apenas boato que a China tem uma cultura muito forte e preza por isso e, assim, alguns cuidados podem ajudar nos negócios com o país, tanto para abrir caminhos para sua exportação, como para conseguir fazer boas compras na importação. Então nada mal aprendermos algumas dicas juntos, não é mesmo?

Esta série será publicada por aqui a cada duas semanas e também nas nossas redes sociais, mas se você quer garantir todo o material, que tal assinar a nossa newsletter? O conteúdo fica ainda mais interessante: chega no seu e-mail e é só aproveitar a leitura.

Gēnsuí, dàliàng xìnxī jíjiāng dàolái!

Ops, ainda não chegamos no mandarim: Acompanhe, vem muita informação por aí! 😉

Abraços,
Equipe Freitas