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Conheça os três principais desafios na exportação de madeira e como fazer desse um bom negócio!


Se você trabalha com a exportação de madeira ou está pensando em exportar, esse blogpost foi pensado para você! Embora a madeira represente um grande mercado no país e tenha bastante procura no mercado internacional, a gente sabe que esse tipo de exportação é um trabalho desafiador e quer te ajudar. 😉

Apesar de não ser formalizada como uma commoditie, a operação da madeira é muito semelhante e exige alguns cuidados para se tornar rentável. Assim, separamos os principais desafios enfrentados neste mercado e algumas saídas para driblá-los, ou seja, alternativas para você tornar esse negócio, um bom negócio e não sair no prejuízo. Confira!

1 – Garantir a lucratividade

O principal desafio na exportação da madeira é garantir que a operação seja lucrativa. Tradicionalmente, a margem de lucro é baixa neste tipo de operação e, quando há qualquer custo adicional inesperado ao longo do processo, a atenção volta-se para prejuízos. Diferente da importação, onde você consegue suprir custos aumentando o valor na venda para o cliente final, na exportação isso não é possível, pois a venda já foi negociada.

Então como tornar essa uma operação rentável? Para reduzir os riscos e evitar custos extras, a dica é ter uma logística afinada e um parceiro experiente.

Como os vendedores de madeira geralmente possuem um alto volume de carga, contêineres e processos, organizar bem a logística é uma forma de diminuir custos, evitar prejuízos e até aumentar os lucros. Nesta organização estão envolvidas etapas de transporte, armazenamento e também despacho aduaneiro.

Por exemplo, um parceiro com know how no assunto consegue organizar toda a documentação e atentar para os cuidados de preparo da carga, acondicionamento e certificações necessárias para evitar multas e atrasos na entrega.

Aqui na Freitas, um dos nossos clientes que demorava cerca de três semanas para fazer todo o processo com outro parceiro, por aqui passou a realizar tudo em apenas uma semana. Resultado: menos tempo, menos custos e mais resultados positivos.

2 – Manter a organização dos processos

Como falamos, quem trabalha com madeira geralmente tem um volume bem alto de processos rolando, o que exige atenção e organização, principalmente quanto aos prazos. Imagine só perder o prazo de uma documentação ou não se atentar para o prazo de entrega da mercadoria? Os custos sobem e a palavra prejuízo pode entrar em cena.

Assim, a dica é manter o controle e a organização sempre! Isso pode até parecer fácil, mas a gente sabe que o dia a dia de quem trabalha com comex é corrido e que planilhas e mais planilhas geram um pouco de dor de cabeça. Aqui na Freitas você pode contar com o Inova, uma estrutura de sistemas integrados que te ajuda na segurança, agilidade e organização dos processos de exportação.

Com base na automação robótica, os processos são atualizados de forma automática, o que evita erros de digitação e agiliza o trabalho. Além de acompanhar tudo em tempo real, através dos follow-ups que chegam por e-mail ou no Portal do Cliente, onde você também pode encontrar todas as informações, documentos e conferir a evolução dos processos, o Inova ainda integra os dados em dashboards, que te ajuda a visualizar a operação completa e tomar decisões mais assertivas.

3 – Ter segurança e agilidade na documentação

Outro desafio na exportação de madeira, que está muito relacionado à questão de custos, é a documentação. Quando falamos nas anuências e certificações necessárias para este tipo de carga, há dois tipos: a do destino e da origem. Dependendo da exigência do país de destino, ou seja, de quem vai comprar a madeira, pode ser necessário também a emissão de anuências e certificações aqui no Brasil.

E então a abrangência e diversificação são desafios também: as certificações variam pela forma em que a madeira é exportada (se em toras, madeira serrada, painel de madeira, etc) e do país de destino. Cada país tem exigências específicas e a mesma madeira pode ter processos bastante diferentes dependendo do país para onde será enviada. Além disso, outro agravante é que as exigências e legislações dos países mudam frequentemente, então a atenção deve ser de processo em processo.

Na Freitas, com o sistema Inova, existe um histórico de operações e uma prévia sobre as exigências de cada país como referência e direcionamento, mas não exclui a necessidade de confirmação com o cliente lá fora.

Outra vantagem no assunto aqui na Freitas é quanto à emissão de alguns documentos: alguns já estão inclusos nos custos do processo, outros ganham prioridade e agilidade. No caso do VGM (Verified Gross Mass – Peso Bruto Verificado), por exemplo, a emissão do documento não é cobrado a parte, já está embutido no valor final do processo. Já quando é necessária uma certificação fitossanitária junto ao MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), há rotinas internas e um fluxo de trabalho de priorização para que a certificação seja a mais rápida possível e o cliente não tenha custos adicionais com armazenagem, por exemplo.

E aí, ficou mais fácil planejar o envio da madeira para o mundo? Essas são apenas algumas dicas de como driblar os principais desafios, nossa equipe e experiência têm muito a te ajudar! A boa notícia é que organizamos mais um material especial para você sobre o assunto: um checklist para te ajudar a aumentar a margem de lucro neste processo! É só clicar, baixar o material gratuitamente e colocá-lo em prática! 👇

Abraços,
Equipe Freitas

Como aumentar a margem de lucro na exportação de madeira