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Entenda como está o atual cenário logístico mundial


Já chegamos ao terceiro mês do ano que promete ser o de retomadas e você quer ficar por dentro de como está o cenário logístico mundial? Confira um resumo do cenário e algumas dicas que a nossa equipe preparou. 😉

No modal marítimo, começamos falando do gigante asiático, a China!

Desde o encerramento do feriado, o Ano Novo Chinês, as fábricas por lá estão lotadas e a produção segue a todo vapor. Os pedidos já estão começando a ficar prontos, o que aumentará ainda mais a demanda por espaço e equipamento. Assim, as tarifas ainda estão em torno de USD 8 mil por contêiner e a expectativa de queda é para a próxima semana, a partir do dia 14 de março.

A situação dos contêineres ainda não está resolvida: o esforço ainda é grande para encontrar equipamentos disponíveis para embarque. Dessa forma, as cargas leves e em grandes lotes (acima de cinco contêineres) estão sendo priorizadas e conseguindo as melhores negociações.

Além dos grandes lotes, uma opção para reduzir custos pode ser o contêiner NOR – Non-Operating Reefer, aquele contêiner reefer que permanece desligado durante todo o trajeto, sendo muito utilizado para importação de carga geral seca e não restrita. É importante lembrar que esta opção tem uma capacidade menor de carga, mas o custo pode ficar mais baixo mesmo aumentando a quantidade de contêineres.

Quanto à Europa, a demanda continua aquecida e os navios cheios. Dessa forma, segue sendo difícil conseguir disponibilidade de espaço. Os bookings só estão sendo liberados para a última semana de março em diante. Em alguns países a situação é ainda mais crítica pela baixa disponibilidade de contêiner.

O cenário se agrava um pouco mais no momento pelo mau tempo. As nevascas estão atrasando as escalas dos navios e prejudicando o escoamento do transporte rodoviário interno. Para você ter uma ideia, alguns bookings já confirmados estão demorando até cinco dias para embarque a partir da primeira previsão. A dica então é analisar o seu planejamento de embarque para as próximas quatro semanas para conseguir receber a mercadoria no prazo.

Nos Estados Unidos, a situação não muda muito. Os fretes estão estáveis, porém, os portos bastante congestionados, principalmente na costa oeste. A indisponibilidade de coletas e os atrasos frequentes são resultado da frota reduzida de caminhões, aliado ao congestionamento nos portos e ao mau tempo: as nevascas também estão gerando atrasos nas escalas de embarques por lá. Alguns portos, rail services e transportes rodoviários estão completamente paralisados.

Everglades segue como o principal porto de escoamento de cargas.

Você deve estar se perguntando então, e o modal aéreo? Olha só como está o cenário! 👇

No aéreo muitas rotas ainda seguem suspensas para o Brasil, e as companhias que estão operando continuam com número reduzido de aeronaves, assim o espaço também está bem concorrido.

Da Itália, Alemanha e outros pontos da Europa, chegam apenas aeronaves cargueiras; o volume está bastante acumulado e saídas estão sendo programadas para algumas semanas a frente.

O clima instável dos Estados Unidos também está interferindo neste modal. As principais saídas seguem acontecendo de Miami para GRU e VCP.

Da China, as tarifas e a capacidade ainda seguem sob pressão. O que melhorou foram as saídas de Hong Kong, onde as companhias conseguiram escoar as cargas e o fluxo está voltando à normalidade.

E aí, assim fica mais fácil de você programar suas cargas? Com novidades do cenário, voltamos a te informar! 😊

Abraços,
Equipe Freitas