Tag Archives: Certificação OEA

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Gerenciamento de risco no comex, como melhorar?

Você já parou para pensar em quanta coisa é indispensável e importante no mundo do comércio exterior? Muitas delas são palpáveis e lidamos diariamente, mas elas vão além do que é concreto. Por exemplo, o gerenciamento de risco no comex, você sabe por que é importante e merece a sua atenção? 🤔

Os riscos do comércio exterior não são poucos: desde o início da produção do produto, até a sua chegada no destino final são muitas etapas e parceiros envolvidos e se algo dá errado, os prejuízos podem ir bem além do que uma dor de cabeça: atrasos, multas, avarias e custos adicionais não previstos são alguns exemplos. Ninguém deseja isso, né?

É por isso que existe o gerenciamento de risco: a adoção de práticas dentro da empresa que colaboram com a segurança da operação e com a identificação e minimização de possíveis ameaças.

Uma prática dentro da área que auxilia com todo esse gerenciamento é a certificação OEA, que já falamos bastante por aqui. Mas ela não é única, alguns cuidados e práticas no dia a dia podem ajudar bastante o seu gerenciamento. Confira algumas delas: 👇

Avalie os riscos da sua operação e seus níveis

Para começar, você deve analisar e mapear todas as etapas da sua operação e identificar possíveis riscos que podem acontecer, como transporte, documentações, armazenagem, financeiro, entre outros. Uma dica é começar por aquelas áreas que já apresentaram problema em algum momento.

Depois disso, é importante avaliar esses riscos e entender quais têm mais importância, urgência e podem causar mais prejuízos.

Faça um plano de ação

Com os riscos identificados e mapeados, você precisa criar um planejamento de como ele pode ser evitado. Instruções de trabalho, protocolos, checklists, treinamentos da equipe, alinhamento com parceiros e comunicação assertiva são práticas necessárias.

Controle e monitore seus riscos

Não basta criar formas de evitar riscos, é preciso controlá-las e monitorá-las. Sempre que um problema surgir, separe um tempo para avaliar a causa e analisar como o plano de ação pode ser melhorado.

Também é importante monitorar todas as etapas do processo, a tecnologia é uma grande aliada nisso. Um exemplo bem fácil e prático para você entender é o INova, a estrutura de sistemas integrados desenvolvida pela Freitas. Ao considerar as necessidades dos clientes e com o objetivo de facilitar a gestão dos processos de comércio exterior, o INova reúne todas as informações em um único lugar e administra todos os processos dos clientes: tanto na área de comércio exterior, como financeira. De forma segura e integrada com os sistemas governamentais, ele traz a informatização como mais um diferencial na redução de riscos.

Conte com parceiros certos

A melhor forma de escolher o parceiro certo, que te ajude neste gerenciamento de riscos, é pela sua conformidade. Saber o cuidado que o parceiro tem com as operações internas, como gerencia as informações dos clientes e de que forma lida com o compliance já dão um bom direcionamento para essa escolha. Para ajudar, você também pode fazer uma pesquisa de mercado, entender quanto tempo o parceiro atua e qual a sua experiência, e buscar referências com outras empresas que ele já tenha atuado.

Torne o gerenciamento de riscos uma cultura

Por fim, um passo importante é tornar o gerenciamento de risco e as etapas anteriores parte da rotina da sua empresa: gerenciar o risco não é e não pode ser uma tarefa isolada e pontual, apenas quando um problema ocorrer, pelo contrário, deve ser diária para evitar que problemas maiores ocorram. Esse é um cuidado que deve surgir na gerência e passar por todas as áreas e colaboradores, com treinamentos, bons exemplos e uma comunicação clara.

Viu como é fácil? Se precisar de mais apoio, conte com a gente! Mais do que especializada no gerenciamento de risco no comex, a gente te ajuda com esse processo por aí também! 😉

Abraços,
Equipe Freitas

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Minha empresa conquistou a certificação OEA, e agora?

A gente já falou bastante por aqui dos benefícios da certificação OEA, das etapas e mitos desse processo. Mas e aí, depois de certificada, como fazer a manutenção da certificação OEA? 🤔

Separamos três dicas importantes que marcam a manutenção da certificação OEA. Continue a leitura e fique por dentro! 😉

Tenha um plano de ação

Na maioria das vezes a certificação OEA acontece sem que a empresa tenha feito todas as adaptações ou implementações necessárias. Contratação de pessoal, inclusão de sistemas ou mudanças estruturais às vezes fazem parte do plano de gerenciamento de riscos e são planejadas para os próximos meses após a certificação.

Assim, é muito importante organizar um plano de ação e um cronograma para todas as pendências que foram pontuadas para a Receita. No período em que vencer o prazo de implantação dessas ações, a Receita pedirá as evidências, pois são elas que avaliam o risco e o grau de aderência à certificação.

É importante lembrar que, diferente de uma ISO, a certificação OEA não tem auditorias constantes: é uma certificação voluntária e que marca uma parceria entre a empresa e a Receita Federal. Entretanto, a Receita seguirá acompanhando a implementação das ações, nem que seja no término da validade da certificação, que é de três anos. Infelizmente, neste período de três anos, várias empresas já perderam a certificação.

Torne a certificação uma cultura

Como a certificação OEA é voluntária e representa uma parceria, é importante que a empresa esteja consciente de que mais do que ter a certificação, é importante ser OEA, e isso é mudança de cultura.

Muitas empresas não trabalham o processo de aculturamento dessas mudanças, esperam que os colaboradores absorvam tais processos e criem hábitos de uma hora para outra, a natureza não dá saltos, é preciso trabalhar a consciência das pessoas com evidências do quanto é benéfica a evolução profissional (olhar sistêmico, conduta e gestão dos processos) que o projeto exige se a empresa deseja ter a certificação OEA. Entretanto, não são todas as pessoas que conseguem se adaptar facilmente às mudanças da rotina. O segredo para obter sucesso é a introdução práticas para envolver todas as áreas e colaboradores e realizar treinamentos para conscientização.

Conte com ajuda de uma assessoria

Os dois pontos anteriores podem ficar muito mais fáceis com o apoio de uma assessoria especializada no assunto. Mais do que acompanhar o cronograma e implementações, a assessoria ajuda a empresa a ser OEA, e não apenas ter OEA: trabalha no aculturamento de toda a equipe.

Lembre-se que OEA representa segurança e conformidade, e os seus clientes e parceiros devem ter esses pontos fortes e claros nos seus serviços.

Se precisar de ajuda com esse processo, conte com a Freitas! Mais do que auxiliar na certificação, também colaboramos para a manutenção e o aculturamento do OEA dentro da sua empresa. Venha bater um papo com a gente! 😊

Abraços,
Equipe Freitas

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Certificação OEA e a gestão de parceiros comerciais

A gente já falou por aqui como a certificação OEA extrapola a área de comex, mas você sabia que ela vai além da sua própria empresa? Como você faz a gestão dos seus parceiros comerciais? Certificação OEA e a gestão de parceiros comerciais esse é o assunto de hoje! 😉

Quando a Receita Federal fala em conformidade dos processos, ela se refere ao processo do início ao fim: independentemente se ele é realizado todo por colaboradores e áreas da sua própria empresa ou se conta com parceiros. Por exemplo, despachantes aduaneiros e transportadoras são parceiros muito comuns em processos de importação e que precisam estar sob o olhar da conformidade.

Já pensou na responsabilidade que você tem ao entregar todas as informações do seu processo a um parceiro comercial? Claro, ele tem a responsabilidade, contratualmente, de seguir com as ações do processo. E como você faz a gestão disso? 🤔

Fica a reflexão: você faz uma avaliação técnica para saber se o seu parceiro comercial tem conhecimento para realizar o trabalho? Você avalia se ele tem o mesmo cuidado com as informações que você tem? De quanto em quanto tempo você faz essa avaliação? Você busca saber se ele tem processos de treinamento para os colaboradores sobre segurança e questões técnicas?

Essas são algumas das ações que fazem parte da gestão de parceiros comerciais e que devem ser realizadas pela empresa, afinal, se você tem o controle dentro de casa, precisa passar essa responsabilidade também para o seu prestador de serviço.

Conforme Valéria Mendonça, nossa líder em inteligência aduaneira, quando uma empresa tem a certificação OEA, a Receita Federal sugere que ela tenha parceiros certificados também, mas nem todos os nichos se enquadram nesta certificação. Por exemplo, hoje despachantes aduaneiros não estão contemplados neste processo.

Mas e aí, como proceder então? Não ter a certificação não impede a empresa a ter uma política de compliance. “Você não precisa olhar necessariamente à certificação, mas se a empresa atende aos seus requisitos: se ela tem processos bem definidos, treinamentos, políticas de segurança, entre outros”.

A Freitas, por exemplo, já foi certificada em outro momento e hoje, por uma questão legal, não se insere mais na certificação, mas isso não significa que deixou de ser OEA. “Hoje todos os nossos processos são desenhados considerando a certificação OEA”, afirma Valéria.

Uma transportadora local, por exemplo, que também não se insere na certificação, também precisa de atenção quanto à conformidade. Será que ela conta com um checklist, um acompanhamento e rastreamento da carga?

É importante destacar que a Receita Federal tem uma visão ampla do processo, do início ao fim: se o processo inicia com os requisitos do OEA, deve terminar assim, e isso precisa estar detalhado e evidenciado no processo.

“É então que o trabalho de consultoria para a certificação OEA entra: com diagnóstico apresentando a fotografia do grau de conformidade da empresa referente aos critérios OEA; análise de todos os pontos sensíveis; elaboração do mapa de risco com as áreas da empresae se houver terceirização de alguns dos requisitos, avaliação dos seus prestadores de serviço”, explica Valéria.

Aqui na Freitas, contamos com essa solução: te ajudamos a construir esse mapa de risco e responder da melhor forma para a Receita, tornando o processo de certificação ainda mais simples e eficaz. Vem bater um papo com a gente!  😉

Abraços,
Equipe Freitas

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OEA para além da área de comex

Quando você pensa na certificação OEA, quais áreas da sua empresa são envolvidas? É muito comum empresas acharem que ela exige requisitos e atenção apenas da área de comércio exterior, mas isso é um erro: a certificação OEA envolve toda a empresa, com requisitos muito claros e importantes principalmente para a área de gestão de pessoas (GP) e tecnologia da informação (TI).

Nós já falamos por aqui que a certificação é sim muito mais do que um certificado, é uma questão de cultura, mas tudo acontece pelo seu olhar e sua autoavaliação. Assim, todas as áreas precisam fazer a sua autoanálise para, se necessário, criar ou ajustar seus processos.

Na área de gestão de pessoas, por exemplo, que está no critério de Elegibilidade para a certificação, o questionário provoca a empresa olhar para a política de Recursos Humanos, conhecer melhor seus processos e entender quais são os seus riscos. Nesta área, o olhar recai, por exemplo, nos processos de admissão, demissão e sucessão dos colaboradores.

A sua empresa conta com o fluxograma de cargos? Há cargos sensíveis dentro da sua empresa? Ela prepara e forma colaboradores para assumirem novos papéis caso um colaborador que desempenha tais atividades for desligado? São perguntas como essas que o questionário levanta e faz com que a empresa reflita e se autoavalie. Nesta avaliação, devem ser indicadas as ações que são tomadas, os projetos já desenhados ou o que será feito para evitar possíveis riscos.

E por que tudo isso? A Receita Federal quer, cada vez mais, que as empresas contem com profissionais adequados para cada área e cargo, desde os requisitos técnicos aos comportamentais, afinal, isso também evita riscos nos processos.

Na área de TI, o grande ponto é a segurança da informação: ainda falando sobre critérios de Elegibilidade, a Receita quer saber se a empresa e se todos os intervenientes que fazem parte da cadeia, conseguem garantir segurança para tais informações.

Por exemplo, qual é o planejamento e cronograma de treinamentos com os colaboradores sobre o assunto? De quanto em quanto tempo são feitos backups e alterações de senha dos sistemas, e-mails e acessos dos colaboradores? A Receita não vai determinar nada, ela quer que a empresa identifique a sua necessidade e aponte quais são os processos definidos para evitar riscos. E aí é que a empresa entra com políticas, instruções de trabalho, treinamentos e outros processos dentro da área.

Até parece complicado, né? Mas confie na gente, não é. Se cada área estiver disposta a participar e olhar com criticidade aos seus processos, os ganhos são muitos e para toda a empresa. 🤩

Como já falamos por aqui, é por isso que não existe receita pronta para a certificação, pois cada empresa tem suas particularidades e sua própria avaliação.  Recentemente divulgamos as etapas da certificação OEA e falamos da consultoria que oferecemos: é o apoio em todo esse diagnóstico e alinhamento com as áreas, com uma fotografia do que já é estabelecido e praticado e uma análise conjunta do que pode e precisa ser melhorado ou construído. A gente te ajuda a entender essa avaliação, olhar com atenção para dentro de casa e responder da melhor forma para a Receita, tornando o processo ainda mais simples e eficaz.

E aí, está pronto para conquistar a certificação? Vem bater um papo com a gente! 😉

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3 mitos sobre a certificação OEA

Falar em certificação OEA às vezes assusta, né? Você já pensa na quantidade de mudanças no seu dia a dia e investimentos financeiros. Mas e se falarmos que essa é uma visão distorcida? O processo não é doloroso e custoso, ele só precisa de um pouco do seu tempo e, claro, da sua vontade! 😊

A certificação é sim muito mais do que um certificado, é uma questão de cultura, mas tudo acontece pelo seu olhar e sua autoavaliação.

A gente separou três mitos comuns sobre a certificação OEA para te ajudar a entender um pouco melhor, olha só. 👇

OEA é apenas para grandes empresas

Mito. Não há tamanho para buscar a certificação, e sim desejo pela melhoria contínua. É mais comum que pequenas e médias empresas não tenham seus processos e responsabilidades desenhadas, e nem um setor específico para olhar para isso. Assim, muito melhor fazer uma autoavaliação e organizar a casa antes de crescer, não é mesmo?

OEA vai querer mudar toda a minha rotina e vai me dar mais trabalho

Mito. Muitas pessoas correm da certificação OEA com medo que ela traga mais trabalho e responsabilidades, mas isso não é verdade, pelo contrário: o OEA vem para te ajudar!

Quando falamos em mudanças pela certificação, falamos em entender o que precisa melhorar: o processo é feito por pessoas e cada um olha para o seu nicho, a sua área de atuação, para avaliar o que há de bom e o que precisa melhorar. E olha que isso não é de uma hora pra outra: é gradativo e no seu tempo.

A gente participou de um processo muito bacana com uma empresa onde, com o OEA, o colaborador conseguiu implantar várias ações que achava necessário: suas ideias ganharam voz e seu dia a dia foi simplificado.

OEA requer muitos investimentos

Mito. É recorrente o medo de que a certificação vai exigir mudanças na estrutura da sua empresa, implementação de câmeras de alta tecnologia ou outros tipos de investimentos, mas não é bem assim.

O que a certificação faz é mapear os riscos e identificar como podem ser evitados ou minimizados, quando você vai implementar melhorias necessárias, se necessárias, fica a teu critério. A decisão de investimento é da empresa, não é do OEA e nem da Receita Federal.

Por exemplo, se é necessário fazer algum investimento, você pode decidir iniciar pelos mais baixos agora e os mais altos daqui um tempo. Talvez sejam necessárias apenas pequenas adaptações, como, por exemplo, realocar o ângulo de câmeras de segurança do armazém, ao invés de trocar todo o sistema de segurança. Tudo é avaliado pela empresa, por você.

Assim, para finalizar, uma grande verdade da certificação: a participação dos colaboradores é imprescindível. O certificado OEA não é o fim, mas o início do processo: ser OEA é vivenciar, é uma cultura.

Se você decidiu por esse caminho, ficamos muito felizes pela sua decisão e estamos à disposição para te ajudar! Quer saber um pouco mais? Nos dê um alô! 😉

Abraços,
Equipe Freitas

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Como funciona o processo de certificação do OEA?

Os benefícios da certificação no Programa de Operador Econômico Autorizado já são claros e falamos bastante por aqui: não apenas na gestão de riscos, mas também como isso pode impactar financeiramente no seu negócio. Então você quer entender melhor como funciona o processo de certificação OEA? O texto de hoje te explica as etapas do projeto de certificação. 🤓

Para iniciar o projeto, partimos do cumprimento do marco zero, que são os requisitos de admissibilidade. Esses são requisitos obrigatórios que a Receita Federal determina para os operadores que buscam a certificação. Só pra lembrar, de forma rápida, são eles: 1. Adesão ao Domicílio Tributário Eletrônico (DTE); 2. Adesão à Escrituração Contábil Digital (ECD) – SPED Contábil; 3. Comprovação de regularidade fiscal; 4. Inscrição no CNPJ e recolhimento de tributos federais há mais de 24 meses; 5. Atuação como interveniente em atividade passível de certificação por, no mínimo, 24 meses; 6. Inexistência de indeferimento de pedido de certificação nos últimos 6 meses; e 7. Autorização para determinados requerentes operarem em suas áreas de atuação.

Com esses cumprimentos, é que a Receita parte para a primeira análise da empresa através dos critérios de elegibilidade. Aí que está todo o segredo de um trabalho bem-feito. São cinco critérios analisados para avaliar o quanto a sua empresa é elegível para o Programa: 1. Histórico de cumprimento da legislação aduaneira; 2. Gestão da Informação; 3. Solvência financeira; 4. Política de Recursos Humanos; e 5. Gerenciamento de Riscos aduaneiros.

E então você pode estar se perguntando: mas como eu organizo e demonstro esses critérios para a Receita? Como eu mostro que tenho uma gestão de risco madura e que tenho condições de gerir meu próprio risco?

Há duas formas de se fazer isso: apenas cumprir as etapas do processo, com a apresentação dos procedimentos, ou cumprir as etapas do processo a partir das experiências e particularidades da sua empresa. A gente defende que não existe receita de bolo pronto: se você está disposto a tornar o gerenciamento de risco uma cultura dentro da empresa, ele deve respeitar os ingredientes que há dentro dela.

Dessa forma, o trabalho começa antes mesmo da certificação. Nem sempre é um processo rápido, leva em torno de 4 a 5 meses para que todas as análises e procedimentos sejam elaborados ou aperfeiçoados, mas é isso que torna o processo mais fácil e maduro: à medida em que a empresa está envolvida e presente em cada etapa, com as pessoas certas em suas atribuições e responsabilidades, fica muito mais fácil atingir o resultado e torná-lo uma cultura perene na empresa.

Aqui na Freitas, contamos com a parceria da Rama, especialista neste processo de certificação e que desenvolveu uma metodologia específica para que isso aconteça de forma harmônica. Tudo começa com o diagnóstico e alinhamento com as áreas para embarcar na gestão de risco: é feita uma fotografia do que já é estabelecido e praticado. Depois, todos os procedimentos são revisados e avaliados com base nos objetivos e critérios de conformidade, citados acima.

Metodologia Rama

Isso é realizado a partir de uma metodologia própria que entende se a empresa está minimamente elegível ao Programa, se seus procedimentos e processos tem aderência ao Programa, o quanto está organizada e o quanto cada processo estabelecido é minimamente resiliente, ou seja, em caso de problemas, quanto tempo a empresa demora para mitigar o risco residual e voltar a operar regularmente.

Esses trabalhos são coordenados, mas precisam do engajamento da equipe e apoio da alta administração. A partir do entendimento de todas as necessidades e particularidades, é que a empresa consegue montar a sua própria receita e cumprir todas as fases.

Com todo esse trabalho realizado, a etapa mais tranquila é o preenchimento do Questionário de Auto Avaliação (QAA) no Portal Único Siscomex e anexação das evidências da empresa.

Na sequência, ocorre a elaboração do Mapa de Riscos Aduaneiro, com base na ISO 31.000/2018, cujo objetivo é a implementação de um processo eficaz de Gestão de Riscos. Aqui, a empresa conta com o apoio de ferramentas da própria consultoria para que haja automatização e integração dos processos de Governança, Riscos e Compliance, permitindo assim, a mensuração e controle dos riscos, o que reduzirá significativamente os custos logísticos com os benefícios alcançados com a certificação.

Com a certificação garantida, o trabalho continua com o monitoramento dos processos durante o primeiro ano de projeto, o que contempla o acompanhamento das operações, minimização de riscos e atenção a novas oportunidades para negócios e resultados.

E então, só com todas essas fases, é que você garante o grande troféu da empresa: sabe que a gestão de risco é sua e como dar conta dela, tem a sua própria receita! Mas lembra-se: o processo é contínuo e nem todos os processos precisam ser montados neste momento, ao você entender as fragilidades, particularidades e necessidades, fica fácil planejar e incluir novos ingredientes, sempre que for necessário.

Se interessou? Temos muito o que te contar sobre isso ainda! 😉 Entre em contato e saiba mais!

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Equipe Freitas

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5 pontos importantes para descomplicar a sua certificação OEA

As palavras simples e fácil dificilmente são associadas ao processo de certificação do Programa de Operador Econômico Autorizado – OEA da Receita Federal. Ao falar em conformidade e em gestão de risco, muitas empresas se assustam e imaginam que o processo é complexo e custoso. Imagina precisar mapear todos os riscos e solucioná-los para conquistar a certificação? Sabia que não é bem assim?! O processo pode ser fácil, leve e, principalmente, descomplicado, tudo depende das suas escolhas.

Se você é importador e quer entender melhor como funciona a certificação na modalidade conformidade, continue a leitura e confira pontos importantes para descomplicar o processo e aproveitar as facilidades que o OEA oferece. (Ah, não lembra das facilidades? A gente preparou um conteúdo sobre isso, principalmente com a chegada da DUIMP, clique aqui).

1 – Quem ganha é você

O primeiro ponto é entender que a certificação resulta em uma gestão de risco não para a Receita Federal, mas para sua própria empresa: com análise da sua operação, procedimentos escritos e planos de ação estabelecidos quando necessários, você tem condições de gerar o seu próprio mapa de risco e ter recursos e ferramentas para mitigar possíveis incidentes que possam ocorrer. E é a partir disso que surgem todas as facilidades junto à fiscalização.

2 – Não existe receita pronta

O segundo ponto é ter ciência de que não existe uma receita pronta. Cada empresa é uma empresa, e o processo deve respeitar e incluir esses diferenciais nas análises iniciais e na implementação do projeto. Qual é o histórico aduaneiro da empresa, de que forma ela lida com a gestão da informação, como está a solvência financeira e quais são as pessoas que realmente vão fazer o negócio acontecer, são critérios que sempre devem ser levados em conta.

3 – A certificação não é o final

Outro ponto é lembrar que a certificação não é o final do trabalho: conformidade é uma cultura da empresa e todos os colaboradores devem operar colaborativamente com a gestão de risco. Sempre que necessário, as avaliações de riscos devem ser revisitadas e ajustadas continuamente.

4 – Seguir todas as etapas

Uma forma de descomplicar o processo é seguir todas as etapas estabelecidas no projeto. Nem sempre a certificação é rápida, geralmente leva em torno de 4 (quatro) a 5 (cinco) meses para que todas as análises e procedimentos sejam criados, mas é isso que torna o processo mais fácil e maduro: à medida que a empresa está envolvida e presente em cada etapa, com as pessoas certas em suas atribuições e responsabilidades, é muito mais fácil atingir o resultado depois. Cada etapa tem uma lógica e vamos explicá-las no próximo conteúdo. Clique aqui para se inscrever na nossa newsletter e receber os nossos conteúdos diretamente no seu e-mail. 😉

5 – Conte com bons parceiros

Por fim, como todas as operações, contar com bons parceiros deixa tudo mais fácil, simples e descomplicado. Aqui Freitas contamos com parceiros experientes neste processo de certificação, parceiros atentos às características de cada cliente e com etapas bem desenhadas, tornando o trabalho mais completo e duradouro.

E aí, quer saber um pouco mais e aderir à certificação? Vem bater um papo com a gente! 😀

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DUIMP e OEA, qual é a relação entre elas?

Nós temos falado bastante dessas duas siglas por aqui: a Declaração Única de Importação (DUIMP) está batendo na sua porta e a certificação do Operador Econômico Autorizado (OEA), se ainda não entrou e não faz parte da rotina da sua empresa, só está aguardando o convite. Mas você já parou para pensar como será quando as duas se encontrarem aí dentro, como será o cenário, ou o que acontece se elas não estiverem juntas? A gente já adianta: ter a certificação OEA quando a DUIMP chegar é a melhor opção. Continue a leitura e entenda um pouco melhor sobre essa relação. 😉


Muitas já foram as notícias que trouxemos sobre a DUIMP e seus benefícios, como a facilidade no desembaraço, a agilidade e praticidade no processo. Mas você já reparou que ela também estimula as empresas a aderirem à certificação OEA? Entre as novidades já confirmadas com a chegada da DUIMP, algumas são específicas para as empresas certificadas, e por que será que isso acontece? 🤔

Pra relembrar: quando a empresa é certificada como OEA, torna-se uma parceira estratégica das aduanas pelo seu baixo risco. Ao ser certificada, a empresa já passou por uma série de análises e já comprovou que tem uma conduta diferente: é caracterizada pela confiabilidade, previsibilidade das suas movimentações e a garantia de maior segurança em toda a operação. Ou seja, a certificação separa as empresas que pedem e não pedem uma fiscalização mais detalhada, é como “separar o joio do trigo”.

Com a DUIMP, isso ficará ainda mais evidente. Entre as novidades da Declaração Única, está também a fiscalização unificada: ao invés de uma série de documentos diferentes, todas as informações serão concentradas em um único lugar, facilitando a fiscalização da Receita Federal. Assim, Valéria Mendonça, nossa líder em estratégia aduaneira, alerta: “Ficará mais fácil para as empresas certificadas, mas haverá mais tempo para fiscalizar detalhes de quem não tem a certificação”. Ou seja, com a chegada da DUIMP, empresas OEA ganharão no momento da fiscalização, enquanto as não certificadas devem ter ainda mais rigidez no processo.

E a fiscalização não é o único ponto dessa relação. Entre a série de benefícios já anunciados com a chegada da DUIMP, alguns são exclusivos para as empresas certificadas, pelo menos até o momento.

Um exemplo é o despacho sobre águas. Com a DUIMP, empresas certificadas poderão fazer o despacho antecipado e obter a parametrização durante o trânsito da mercadoria. Isso vai possibilitar que o produto chegue ao destino já desembaraço e com período menor de armazenagem, será redução de tempo e de custos.

Outro benefício às empresas certificadas é o pagamento centralizado. Ao invés de pagar os tributos e taxas separadas, o pagamento para essas empresas será centralizado no Portal Único. Também acaba em menos tempo e menos burocracia.

Viu só, uma relação que só traz vantagens. A DUIMP já é um fato e a cada dia a certificação OEA reforça sua importância, até porque, na área do comex é impossível não ter conformidade.

Que tal aproveitar esse tempo para acomodar a OEA na sua empresa e rotina e poder aproveitar os benefícios quando a DUIMP entrar pela sua porta? Temos uma equipe especializada que pode te ajudar nesta certificação, vem falar com a gente! 😊

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OEA: quanto a minha empresa ganha com a certificação?

Nós já falamos bastante por aqui sobre o que é a certificação OEA e como o gerenciamento de riscos é um ponto importante para a sua empresa e parceiros que trabalha. Mas você já parou para pensar como a certificação pode contribuir financeiramente no seu negócio? Continue a leitura e confira! 😉👇

Para começar, é importante lembrar que Operador Econômico Autorizado (OEA) é um parceiro estratégico das aduanas que, após comprovar o cumprimento dos critérios do Programa OEA, é certificado como um operador de baixo risco: tem confiabilidade, previsibilidade de suas movimentações, evita riscos e, assim, garante mais segurança em toda operação.

Esta certificação é concedida pelo governo brasileiro e, cada vez mais, torna-se importante no processo, não apenas para a busca de parceiros, mas no gerenciamento e minimização de riscos e na possibilidade de aproveitar benefícios concedidos. Atualmente há uma série de benefícios especificamente para empresas OEA, que são ainda mais intensificados com a chegada da DUIMP – mas esse é assunto para o próximo conteúdo.

Hoje, com o modelo de operações e ferramentas presentes no dia a dia, já são muitos os ganhos da certificação: aceleração e agilidade no processo, desburocratização e maior previsibilidade dos embarques são alguns deles. E assim, o caixa também é impactado: ao agilizar o processo, reduz-se o tempo e custo de armazenagem e se tem uma economia operacional com liberação e verificação dos processos.

Uma das empresas certificadas com o apoio da Freitas sentiu isso diretamente: ao receber a certificação OEA, a empresa teve uma redução de cerca de 30% no custo com armazenagem de importação e cerca de 40% no tempo de permanência dos contêineres em zona primária. Além disso, houve uma redução do canal de verificação de 9% para 1,4%, o que refletiu em economia operacional e maior previsibilidade dos embarques. Ótimos números, não é mesmo?

Além dos ganhos econômicos e externos junto aos parceiros, a estrutura interna da empresa também ganha. Com maior transparência em relação aos processos, fica mais fácil identificar melhorias. Há casos de empresas que criam uma área específica para cuidar dessa certificação e processos de auditoria interna para identificar erros e riscos e poder atuar imediatamente na reparação.

São muitos benefícios, não é mesmo? Em função disso, em algumas operações a certificação já não é mais um diferencial, mas um requisito.

Se a sua empresa também quer subir esse degrau, a Freitas conta com uma equipe especializada de consultoria para implantação do Programa, vem bater um papo com a gente! 😊

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Equipe Freitas