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Desmistificando o gigante asiático na prática

Após três meses de conteúdos com informações e dicas para se fazer bons negócios com a China, chegou a hora de conhecer um pouco dos resultados de quem, na prática, está desmistificando o gigante asiático. Como empreendedor, quais são os principais desafios e ganhos neste mercado?

Se você acompanhou todo o conteúdo e ainda se faz essa pergunta, continue a leitura e conheça a história do Grupo Sky que há mais de dez anos está neste mercado.

Quando falamos em negócios com a China o mercado é abrangente e muito, muito mesmo, diversificado. O case de hoje vem de equipamentos de diagnóstico por imagem na área odontológica, com a experiência do Grupo Sky. Há mais de 20 anos fabricando este tipo de equipamento, em 2008 resolveram comprar monitores com placa de computador embarcada e, como no mercado nacional não havia opção disponível, ingressaram no comércio exterior.

Conforme Fabricio Torres, proprietário do grupo, desenvolver o dispositivo no Brasil seria muito caro, tanto no custo do projeto, como na fabricação. “Na China encontramos a solução pronta para se aplicar à necessidade que buscávamos, seria necessário apenas uma pequena customização no software e a certificação dos órgãos reguladores aqui no Brasil”, lembra. A decisão foi tomada e foi boa: em apenas seis meses o produto foi desenvolvido.

No início o trabalho era feito pela própria equipe da empresa, mas apesar da compra ocorrer de forma fácil, sofreram vários problemas com a chegada da carga na aduana brasileira e constantemente tinham problemas com o canal vermelho. Assim, buscaram o apoio de uma assessoria especializada no assunto e nunca mais tiveram impedimentos com as mercadorias em território nacional.

Além de evitar problemas, com a assessoria também vieram os benefícios: lembra que falamos em consolidação de cargas? O Grupo Sky aprova e utiliza essa metodologia: cargas de diferentes fornecedores chineses são consolidadas em Hong Kong e, por aqui, recebem de uma só vez uma série de encomendas.

Outro ponto que também já falamos e que pode contar com o apoio da assessoria é a identificação do perfil do fornecedor/fabricante chinês e a avaliação se ele tem condições para atender todos os requisitos esperados para uma relação duradoura. Conforme o Grupo Sky esse é um desafio e é imprescindível conhecer ao vivo. Eber Pinho, da Real Trading, que faz todo esse trabalho de assessoria, acrescenta que visitar as fábricas, além de evitar riscos e iniciar um bom negócio, é uma boa forma de se criar um bom relacionamento.

E neste relacionamento, o destaque do Grupo Sky é para os ganhos. “Os benefícios são reais e nos deixam mal acostumados, pois a rapidez e o bom atendimento com que alguns fornecedores na China oferecem é de fato incrível”, afirma o representante do grupo. De acordo com ele, além do tempo reduzir bastante, existe a possibilidade de não apenas comprar o que eles têm em portfólio, mas também em desenvolver novos projetos e expandir os negócios.

Muito bacana, não é mesmo? Você também pensa em negociar com a China e expandir seus negócios? Além de todas as dicas já dadas pelo nosso parceiro Eber, confira as cinco dicas do Grupo Sky, de empreendedor para empreendedor:

1 – Primeira coisa: tire o visto chinês no consulado em São Paulo.
2 – Instale o aplicativo WECHAT para conseguir conversar com os chineses, pois eles não utilizam o whatsapp.
3 – Defina uma feira voltada ao seu setor, visite os stands e, após a feira, agende uma visita às fábricas. Importante se planejar, pois grande parte das feiras são na ilha de Hong Kong e os fabricantes geralmente ficam em Shenzhen, uma cidade na parte continental do território Chinês.
4 – Contrate uma assessoria para as suas importações.
5 – Contrate um bom escritório de design de produtos aqui no Brasil, pois a interação do design brasileiro e a engenharia chinesa lhe trará o diferencial que o mercado espera e, principalmente, a viabilidade para implementar os novos projetos. Os chineses são muito bons em fabricação e engenharia, mas nem tanto em design.

Gostou das dicas? Assim, com chave de ouro, encerramos a nossa série de conteúdos e esperamos ter desmistificado um pouco do gigante asiático. A série acabou, mas o conhecimento e a expertise da equipe só aumentam! Se você tem dúvidas e quer conhecer ainda mais sobre esse mercado, vem bater um papo com a gente!

Abraços,
Equipe Freitas

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China: percepções sobre a exportação

Há mais de dois meses que a China marca presença por aqui: com curiosidades sobre a cultura e como fazer bons negócios, estamos desmistificando o gigante asiático para te deixar mais seguro e preparado nos negócios com esse grande parceiro comercial do Brasil.

Mas quando falamos em parceria, não é somente importação não. Apesar de a compra de produtos chineses ser muito atrativa, você já pensou em expandir seus negócios e entrar para o mercado chinês? O material de hoje traz algumas percepções sobre essa relação com a China a partir da experiência do nosso parceiro Eber Pinho, da Real Trading.

Você já imaginou chegar à China e almoçar em uma churrascaria e depois marcar uma reunião de trabalho em uma cafeteria? A possibilidade até parece um pouco estranha, mas é real. Conforme Eber, que frequenta e faz negócios com a China há mais de duas décadas, o país mudou bastante nos últimos anos e está cada vez mais aberto ao mercado mundial. Ele conta que há cerca de cinco anos as cafeterias se tornaram uma tendência na China e trocar uma xícara de chá por uma de café é algo “chique”.

O exemplo, além de deixar os brasileiros mais confortáveis para uma viagem até lá, mostram como produtos brasileiros estão cada vez mais presentes no mercado chinês.

O guia Como Exportar – China, lançado em 2018 pelo Ministério das Relações Exteriores, indica a crescente venda dos produtos brasileiros: após os minérios e metais, o setor alimentício e de agronegócios tem a maior participação entre as exportações brasileiras para a China. Em 2016, o valor das exportações das carnes bovinas congeladas e desossadas cresceu 48%, o Brasil forneceu quase 72% do suco de laranja congelado importado pela China, além de ser o maior fornecedor de carne bovina, frango, açúcar e soja no país. Quanto ao café brasileiro, ocupou um mercado de 2% em 2016, mas de acordo com Eber, o número de cafeterias tem aumentado bastante. “A porcentagem pode até ser pequena, mas como é um país muito grande, já representa um mercado muito bom”, destaca.

Outro ponto para se levar em conta são os incentivos e políticas internas. Segundo Eber, o líder do governo chinês anterior investiu muito em infraestrutura no país, tornando algumas cidades referência no quesito. Já o atual, que está à frente do país cerca de sete anos, tem como principal foco a educação. Ao investir em educação e proporcionar novas oportunidades, está aumentando a migração do interior para as grandes metrópoles e, consequentemente aumentando o consumo dos chineses.

Assim, cada vez mais, não só a importação com a China está mais atrativa, mas a exportação também. E como começar esse negócio? As dicas não são muito diferentes do que a importação: contar com bons parceiros, conhecer o mercado e entender a cultura. Com parceria e planejamento, os resultados são positivos.

Nos materiais anteriores você confere todas as dicas para iniciar qualquer negociação e, neste guia organizado pelo governo, você tem acesso a dados gerais sobre a China, a relação comercial com o Brasil e dicas específicas sobre a exportação, como o perfil do consumidor, canais de venda, exigências do governo, entre outros.

Também, se você está disposto a dar os primeiros passos no gigante asiático, lembre-se que pode contar com todo apoio e experiência por aqui. Com uma equipe preparada e parceiros certos, podemos te ajudar! 😉

Abraços,
Equipe Freitas

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China: polos e produtos

Quando falamos em negócios com a China, não falamos apenas de uma das maiores economias e populações, mas também de um dos maiores territórios do mundo: são mais de 9 milhões e 500 mil km². Assim, como saber qual é a melhor área para se fazer negócio? Para qual região viajar para conhecer o mercado? E como escolher bons produtos em meio a tantas opções?

Hoje, as dicas do nosso parceiro Eber Pinho, da Real Trading, são sobre as regiões da China e como encontrar os melhores produtos por lá. Continue a leitura e fique por dentro! 👇

China e seus polos

Se você está querendo conhecer o mercado chinês e não sabe qual rota traçar para otimizar o tempo e os custos da sua viagem, não se preocupe que você não está sozinho. Esta é uma dificuldade real e que faz parte dos desafios de todo mundo que sabe o quanto viajar para China exige planejamento.

Assim, a dica de ouro é a mesma de conteúdos anteriores: busque uma boa consultoria para te ajudar! Especialistas no comércio chinês e que entendem a sua necessidade, já conhecem os diferentes polos do grande país e poderão traçar o melhor roteiro, com o menor investimento.

Entretanto, se você quer escolher uma região, a dica é o sul da China. Segundo Eber, o Brasil normalmente compra da região de Shangai, nordeste chinês, e muito da região sul. A maior província da China, Guangdong, fica na região sul e é onde tem boa parte dos fornecedores eletrônicos. Nesta província também está Shenzhen, considerada o polo digital e que faz divisa com Hong Kong.

Quando falamos em Hong Kong, Eber traz atenção a um detalhe: “Como Hong Kong pertenceu à Inglaterra até 1997, ela permanece com sua moeda própria, tem alfandega e brasileiro não precisa de visto, entretanto, se quiser cruzar para Schenzhen o visto é necessário”. Assim, melhor ir preparado para visitar toda a região.

No sul da China está a maior parte das mercadorias: é o polo da iluminação a led, eletrônicos, cerâmica, alumínio, entre outros. Além disso, é nesta região que ocorre a maior feira do mundo, como mencionamos neste conteúdo.

Então escolhido o roteiro, como encontrar os melhores produtos?

China e os seus produtos

“Made in China”. Essa frase comum em muitos rótulos, etiquetas e manuais, mais do que informar que o produto foi produzido na China, traz algumas informações e até pré-conceitos nem sempre verdadeiros. Com a frase, por exemplo, sabemos que o produto viajou bastante, que possivelmente foi feito em uma grande linha de produção, agora podemos ter ideia de qual polo veio e, muitas vezes, traz aquela sensação de “não ser tão bom assim”.

Pela grande quantidade e muitas vezes o baixo custo, produtos da China podem ser associados a uma menor qualidade, entretanto, não é bem assim. Conforme Eber, o país é como o Brasil: há produtos muito bons, produtos medianos e também os de qualidade duvidosa. Então como encontrar as melhores opções?

Aí vem novamente a dica de ouro: contar com o apoio de bons especialistas. Eber explica que trabalha com uma metodologia que funciona muito bem: depois que o cliente visita feiras e fábricas do setor, leva para conhecer diretamente a linha de produção e trabalha na construção de uma identidade. Se o produto atender às expectativas, aí parte do negócio está feito e se avança para as negociações financeiras. “Ter uma assessoria para isso é de extrema importância, porque nos miolos de fábrica às vezes nem se fala inglês”, ressalta Eber. Além disso, segundo ele, é muito importante controlar a ansiedade e contar com uma metodologia de desenvolvimento de fornecedores para que se tenha sucesso.

E aí, ficou mais claro? Se você está querendo ingressar no mercado chinês, venha bater um papo com a gente! Temos muitas dicas e o parceiro certo para te ajudar! 😉

Abraços,
Equipe Freitas

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China: a cultura e os negócios

Quanto conhecer a cultura impacta nos negócios, você já se perguntou isso? Quando falamos na China, o impacto é grande e a forma como você se comporta em relação a isso pode ser um grande termômetro para o resultado das suas negociações. Assim, na série Desmistificando o gigante asiático o assunto de hoje não poderia ser outro: cultura.

Na última matéria trouxemos uma série de dicas sobre como conhecer o mercado e iniciar as negociações nas feiras chinesas. Agora que você já deu os primeiros passos no maior país do mundo, o nosso parceiro Eber Pinho, da Real Trading, compartilha algumas dicas para te ajudar nas negociações. Boa leitura! 😊

Sem dúvidas essa é uma das culturas mais marcantes e também diferentes no mundo inteiro: a cultura chinesa é levada a sério em todos os cantos do país e tem muitas diferenças com a nossa.

1 – Do português ao mandarim

Sem pensarmos muito o que logo vem à mente é a língua: contar com um fluente no idioma mandarim, além de mostrar interesse e comprometimento por parte do empresário brasileiro, também facilita muito toda a negociação. Se você não domina a língua, pode optar pelo inglês, mas como esse é um ponto-chave, o melhor mesmo é contar com um parceiro para te ajudar nesta parte.

2 – De olho no relógio

A pontualidade é muito importante na cultura chinesa e atrasos mostram falta de respeito. Além disso, é legal organizar a agenda com folga: os chineses são muito hospitaleiros e às vezes a reunião pode levar mais tempo do que o programado.

3 – Hierarquia

Conforme Eber, outro ponto marcante na cultura chinesa é a hierarquia. “Fruto do regime comunista, a hierarquia é levada muito a sério”, afirma. Assim, é importante ter clareza dos cargos dentro de uma empresa para fazer pedidos, por exemplo.

4 – A entrega do cartão

Você já parou para analisar a forma que você entrega o seu cartão de visita? Pois é, isso faz diferença na China: a informalidade ao entregar ou receber o cartão pode parecer para os chineses que não foi dada a devida importância. Assim, os cartões devem ser entregues pessoalmente, com as duas mãos, olhando nos olhos e cumprimentando. Antes de guardar o cartão recebido é importante olhá-lo e, claro, faz diferença também o local onde você vai guarda-lo.

5 – Negociações junto à comida

Na China é muito comum discutir negócios em almoços ou jantares. Conforme Eber, foi junto à refeição que conseguiu fechar muitos negócios com clientes brasileiros. “Eles valorizam muito o fato de se sentar e comer a comida deles, gostam de fartura na mesa”, conta.

Em algumas experiências, Eber recorda que alguns brasileiros fizeram caretas ou não quiseram experimentar seus pratos, o que não é legal: “Uma forma de agradar os chineses é receber o alimento de forma cordial. Causa uma empatia muito grande compartilhar a comida com eles”.

Segundo Eber, como no Brasil, cada região da China tem um tipo de comida diferente, mas é muito comum frutos do mar, muita verdura e até comidas exóticas. Entretanto, para seu paladar brasileiro ficar tranquilo, saiba que já é possível encontrar na China boas cafetarias, churrascarias e até o nosso famoso guaraná.

6 – Presentes

Outra coisa comum nas negociações chinesas são as trocas de presentes. Eber conta que eles são muito hospitaleiros e valorizam muito seus hóspedes: gostam de presentear, principalmente com chás típicos, e algumas fábricas até podem te receber com letreiros de boas-vindas personalizados.

Se você também quiser presentear, uma boa dica são objetos típicos do Brasil e da nossa cultura.

7 – Primeiro negociar, depois pechinchar

Conforme Eber, quando conduz os brasileiros à missão compradora, é comum o pressuposto de que tudo na China deve ser mais barato e respostas como “está caro” e “precisamos de desconto” logo vem à tona. Entretanto, não é recomendado pechinchar ou barganhar de cara com a fábrica: “primeiro você escuta a negociação, causa a empatia e depois pensa na precificação junto com valores de frete e logística”.

De acordo com a experiência com os negócios chineses, Eber trabalha com uma metodologia de negociação que se inicia com a conexão e identidade, para depois partir para a engrenagem dos valores.

8 – Parceiros certos

A nossa última dica vem reforçar o que já falamos sobre as feiras e também facilitar tudo o que você leu até então: conte com parceiros certos. Para que a viagem e as negociações sejam bem sucedidas, você pode e deve contar com o conhecimento e experiência de quem conhece os dois lados, ou seja, sabe as suas necessidades e conhece os desejos dos chineses.

Aqui na Freitas temos o parceiro certo para te ajudar. Vem bater um papo com a gente e leve o seu negócio para o mercado chinês. 😉

Abraços,
Equipe Freitas

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Visitar feiras na China é um bom passo para começar?

Você lembra que começamos por aqui uma nova série de conteúdos sobre a China? A cada 15 dias trazemos algumas dicas para você conhecer um pouco mais sobre o país e ter sucesso nas negociações por lá a partir da experiência do nosso parceiro Eber Pinho, da Real Trading.

A gente já sabe que a China é um grande parceiro comercial do Brasil e tem muito potencial para alavancar seus negócios, mas como e por onde começar? Será que arrumar as malas e se aventurar sozinho é a melhor opção?

Bom, para começar a gente precisa saber que uma viagem para a China não é como ir à cidade ali ao lado, requer bastante planejamento: a língua e a cultura são muito diferentes, é um país muito grande e com muitas opções de negócios e, da mesma forma, feiras é o que não faltam por lá.

Então sim, as feiras podem ser um bom passo para começar, mas requerem alguns cuidados e não são únicas: para o bom aproveitamento da viagem você pode incluir outras atividades no cronograma, como visitar fábricas, por exemplo. E você pode fazer tudo isso de duas formas: sozinho ou bem assessorado.

A primeira opção é quase como andar no escuro com uma lanterna de pilha fraca. Imagine só: as feiras parecem como cidades e acontecem a todo o momento. Como escolher a feira certa sozinho? Como se localizar na feira? Como se comunicar sem o mandarim

Conforme Eber Pinho, a maior e mais famosa feira da China é a Canton Fair, onde você encontra tudo o que pode imaginar. Ela acontece duas vezes por ano, geralmente em abril e outubro, tem três fases e dura três semanas completas: a cada semana apresenta segmentos diferentes. “Essa é uma feira muito turística, onde você pode conhecer muitas coisas, mas não é uma grande possibilidade de negócio”, explica Eber.

Ele lembra de um episódio que ocorreu em 2014 nessa feira: encontrou brasileiros perdidos, desesperados e traumatizados da viagem. “Eles queriam ver a parte de maquinário, pegaram o avião e foram, mas falavam apenas inglês”, recorda. Como a feira parece uma cidade é muito difícil se encontrar e, apesar de contar com o serviço de tradutores logo na entrada, são pessoas que não conhecem o seu negócio e as especificações do seu produto, então a comunicação com negociadores fica um pouco limitada. Além disso, na China é pouco o número de pessoas que falam inglês, então não é tão simples se comunicar com o taxista ou mesmo pedir uma boa refeição.

Se a primeira opção parece um pouco assustadora, a segunda é ao contrário. Ao contar com uma boa assessoria tudo fica mais fácil: você aproveita melhor a agenda, evita problemas de comunicação, vai nas feiras e pessoas certas e tem melhores possibilidade de negócios. Esse é um dos trabalhos que Eber desenvolve: se torna um sócio virtual da sua operação lá na China e deixa tudo organizado para quando você estiver de malas prontas. Ou seja: entende o que você precisa, aciona o seu time na Ásia para fazer o desenvolvimento de fornecedores e te assessora desde a chegada do avião até o retorno para casa.

“Nós recomendamos as feiras específicas, assim o cliente fica um ou dois dias focado conhecendo os catálogos certos e, paralelamente, visita fábricas com a credibilidade já checada antes”, explica. Para se ter uma ideia da especificidade das feiras, por exemplo, no sul da China há uma feira inteirinha sobre iluminação a led.

Além de todo esse apoio na língua, cronograma assertivo e desenvolvimento de fornecedores, com uma boa assessoria você também pode contar com mais sucesso na hora da compra, afinal, você terá ao lado alguém com expertise em comércio exterior e também na precificação, que vai além do produto, também acrescenta-se o frete, o desembaraço aduaneiro, entre outros. Muito melhor, não é mesmo?

Para você se organizar, as feiras da China geralmente acontecem entre os meses de março e início de dezembro. No final de dezembro e meses de janeiro e fevereiro os negócios ficam um pouco limitados em função do inverno e do Ano Novo Chinês, onde as fábricas param por cerca de 20 dias. “Então esses meses não são recomendados, só se você já tiver algo agendado com fábricas”, atenta Eber.

Hoje, em função da pandemia do novo coronavírus, as feiras estão acontecendo de forma virtual aos estrangeiros: eles repassam o link e você faz o acesso virtual aos catálogos. Para o mercado interno elas já estão abertas de forma presencial e com todos os cuidados necessários, como máscaras e uso do álcool em gel.

A expectativa é que no ano que vem elas voltem a acontecer presencialmente para o mundo inteiro e você já pode começar a se programar. Se você deseja que esta viagem seja um sucesso, vem falar com a gente, temos os parceiros certos para te ajudar! 😉

Abraços,
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Nova série: Desmistificando o gigante asiático

China. Quando falamos em mercado internacional é difícil não pensarmos no país mais populoso do mundo: é a maior economia de exportação do mundo, o maior parceiro comercial do Brasil em volume de vendas e, em janeiro deste ano, liderou a lista de destinos das exportações brasileiras.

Mas como começar as negociações? Da mesma forma que são grandes os potenciais e as vantagens comerciais, são grandes as peculiaridades do país: língua, cultura, vasto território e uma infinidade de opções de empresas para vender e/ou comprar acabam dificultando o planejamento e os primeiros passos da negociação.

Pensando nisso, hoje começamos uma nova série de conteúdos por aqui: Desmistificando o gigante asiático. A cada 15 dias, você poderá conhecer um pouco mais sobre a China e como acontecem as negociações por lá. Como fazer um bom negócio na China? Quais são e onde estão os polos de negócios do país? Como apresentar a minha empresa para um chinês? Como comprar bons produtos? O que eles prezam no mundo dos negócios?

Essas e outras tantas dúvidas você vai poder tirar com a gente e com quem conhece do assunto. Para esta série, contamos com a participação do nosso parceiro Eber Pinho, da Real Trading.

Com 23 anos de experiência profissional na área do comércio internacional e em contato com o continente asiático, Eber pode até ser chamado de um brasileiro-chinês: viaja para a China com frequência por 20 anos e a empresa na qual é sócio tem nove escritórios próprios no gigante asiático. Lá ele representa empresas brasileiras e cuida de todos os negócios, ou seja, tem experiência e conhecimento sobre o assunto para dar e vender.

Conforme ele, não é apenas boato que a China tem uma cultura muito forte e preza por isso e, assim, alguns cuidados podem ajudar nos negócios com o país, tanto para abrir caminhos para sua exportação, como para conseguir fazer boas compras na importação. Então nada mal aprendermos algumas dicas juntos, não é mesmo?

Esta série será publicada por aqui a cada duas semanas e também nas nossas redes sociais, mas se você quer garantir todo o material, que tal assinar a nossa newsletter? O conteúdo fica ainda mais interessante: chega no seu e-mail e é só aproveitar a leitura.

Gēnsuí, dàliàng xìnxī jíjiāng dàolái!

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Equipe Freitas