Tag Archives: Despacho aduaneiro

Quer saber mais?

Preencha o formulário. Nós ligamos para você.

Certificação OEA e a gestão de parceiros comerciais

A gente já falou por aqui como a certificação OEA extrapola a área de comex, mas você sabia que ela vai além da sua própria empresa? Como você faz a gestão dos seus parceiros comerciais? Certificação OEA e a gestão de parceiros comerciais esse é o assunto de hoje! 😉

Quando a Receita Federal fala em conformidade dos processos, ela se refere ao processo do início ao fim: independentemente se ele é realizado todo por colaboradores e áreas da sua própria empresa ou se conta com parceiros. Por exemplo, despachantes aduaneiros e transportadoras são parceiros muito comuns em processos de importação e que precisam estar sob o olhar da conformidade.

Já pensou na responsabilidade que você tem ao entregar todas as informações do seu processo a um parceiro comercial? Claro, ele tem a responsabilidade, contratualmente, de seguir com as ações do processo. E como você faz a gestão disso? 🤔

Fica a reflexão: você faz uma avaliação técnica para saber se o seu parceiro comercial tem conhecimento para realizar o trabalho? Você avalia se ele tem o mesmo cuidado com as informações que você tem? De quanto em quanto tempo você faz essa avaliação? Você busca saber se ele tem processos de treinamento para os colaboradores sobre segurança e questões técnicas?

Essas são algumas das ações que fazem parte da gestão de parceiros comerciais e que devem ser realizadas pela empresa, afinal, se você tem o controle dentro de casa, precisa passar essa responsabilidade também para o seu prestador de serviço.

Conforme Valéria Mendonça, nossa líder em inteligência aduaneira, quando uma empresa tem a certificação OEA, a Receita Federal sugere que ela tenha parceiros certificados também, mas nem todos os nichos se enquadram nesta certificação. Por exemplo, hoje despachantes aduaneiros não estão contemplados neste processo.

Mas e aí, como proceder então? Não ter a certificação não impede a empresa a ter uma política de compliance. “Você não precisa olhar necessariamente à certificação, mas se a empresa atende aos seus requisitos: se ela tem processos bem definidos, treinamentos, políticas de segurança, entre outros”.

A Freitas, por exemplo, já foi certificada em outro momento e hoje, por uma questão legal, não se insere mais na certificação, mas isso não significa que deixou de ser OEA. “Hoje todos os nossos processos são desenhados considerando a certificação OEA”, afirma Valéria.

Uma transportadora local, por exemplo, que também não se insere na certificação, também precisa de atenção quanto à conformidade. Será que ela conta com um checklist, um acompanhamento e rastreamento da carga?

É importante destacar que a Receita Federal tem uma visão ampla do processo, do início ao fim: se o processo inicia com os requisitos do OEA, deve terminar assim, e isso precisa estar detalhado e evidenciado no processo.

“É então que o trabalho de consultoria para a certificação OEA entra: com diagnóstico apresentando a fotografia do grau de conformidade da empresa referente aos critérios OEA; análise de todos os pontos sensíveis; elaboração do mapa de risco com as áreas da empresae se houver terceirização de alguns dos requisitos, avaliação dos seus prestadores de serviço”, explica Valéria.

Aqui na Freitas, contamos com essa solução: te ajudamos a construir esse mapa de risco e responder da melhor forma para a Receita, tornando o processo de certificação ainda mais simples e eficaz. Vem bater um papo com a gente!  😉

Abraços,
Equipe Freitas

Quer saber mais?

Preencha o formulário. Nós ligamos para você.

Despacho aduaneiro x inteligência aduaneira, você sabe qual é a diferença?

Chegou a hora de entrar para o mundo do comércio exterior e você precisa de um parceiro para te ajudar nisso? Despachante aduaneiro é o profissional responsável, mas você já pensou em contratar inteligência aduaneira, onde o despachante traz ainda mais vantagens e soluções para o seu negócio?! O material de hoje vai te ajudar a entender melhor essas funções e auxiliar na escolha do profissional certo para as suas necessidades. 😉

O que faz o despachante aduaneiro?

Esse é o profissional responsável para o desembaraço aduaneiro, ou seja, é ele quem faz todo o procedimento burocrático que libera a mercadoria na alfândega, tanto na hora de importar, como de exportar.

Se você inicia uma transação comercial internacional, é o despachante que elabora os documentos necessários para a liberação da carga, faz o mapeamento dos tributos necessários e tem a relação com os intervenientes no processo, como agentes de carga, transportadora, terminais e fiscalização.

O despachante é o profissional que engloba uma formação multidisciplinar para te acompanhar neste processo de compra e/ou venda.

Mas então, o que é inteligência aduaneira?

Somado a todas essas atividades do despachante aduaneiro, a inteligência vai além. Mais do que acompanhar e estar ao seu lado durante o processo, ela está de mãos dadas com você: compreende suas particularidades, segura firme em caso de riscos e te guia aos melhores caminhos.

Para ficar mais fácil de entender, separamos quatro pontos principais da inteligência:

1 – Olhar o todo

A inteligência aduaneira olha além do processo em si, ela entende a operação do cliente como um todo, analisa as particularidades e desenha rotas para reduzir custos, otimizar tempo e minimizar riscos. A partir disso, encontra os parceiros certos para todas as etapas da transação.

Lembra do DNA que já falamos por aqui? Na Freitas, a elaboração desse documento é a primeira etapa do processo, que registra e arquiva todas as particularidades da empresa. Afinal, cada empresa é única e merece ser tratada assim, não é mesmo?

2 – Atenção ao presente e também ao futuro

Outro diferencial da inteligência aduaneira é instruir o cliente às mudanças que estão por vir. A partir do conhecimento e experiência na área, o profissional informa e sensibiliza o cliente sobre a importância de se organizar antes das mudanças nos processos, como novas sistemáticas, por exemplo.

Um exemplo bem atual é a DUIMP. Quando o parceiro já antecipa o que vai mudar e se coloca à disposição para ajudar a arrumar a sua casa antes, fica muito fácil de aderir às mudanças.

3 – Conformidade

Outra característica da inteligência aduaneira é a preocupação em manter os processos sempre conformes para a empresa não ter problemas futuros. Esse ponto tem dois lados: a conformidade nos processos no cliente e em como o parceiro lida com o compliance dentro de casa.

É importante lembrar que o tempo de vida de cada operação vai além do despacho ou da entrega das mercadorias. Todo o processo pode ser revisto durante cinco anos, então é importante evitar inconformidades e passivos aduaneiros.

Neste quesito, a inteligência vem na orientação e apoio na criação de uma cultura de conformidade, para que a empresa saia do nível de risco.

4 – Tecnologia

Por fim, outro diferencial é a automação dos processos. Ao padroniza-los e automatizá-los, ganha-se tempo e mais segurança, pois a incidência de erros é menor. Além disso, a tecnologia oferece a disponibilidade de informações para o bom gerenciamento do processo, com ferramentas de controle, previsibilidade e rastreabilidade.

O INova, sistema próprio aqui da Freitas, é um bom exemplo disso, olha só. Reúne todas as informações em um único lugar e administra todos os seus processos: tanto na área de comex, como financeira. De forma segura e integrada com os sistemas governamentais, ele permite a visualização de forma rápida e objetiva de todos os seus processos que estão em andamento ou que já foram finalizados, e ainda pode se integrar com o sistema interno da sua empresa.

Agora ficou bem mais fácil de entender a diferença entre esses dois serviços, né? E aí, no mundo do comex, como e com quem você quer caminhar?

Para saber mais sobre os nossos diferenciais e de que forma podemos elevar o nível das suas operações aduaneiras, venha bater um papo com a gente! 😊

Abraços,
Equipe Freitas

Quer saber mais?

Preencha o formulário. Nós ligamos para você.

Conformidade aduaneira: saiba como escolher o parceiro certo e evitar riscos

Quando falamos em comércio exterior uma palavra é muito importante e precisa estar presente no dia a dia: conformidade. Ela se aplica na operação interna das empresas, nos processos externos e também na escolha dos parceiros certos.  Você sabe da importância em escolher um despachante aduaneiro que esteja em conformidade, por exemplo? Continua e a leitura e confira! 😉

Afinal, o que faz um despachante aduaneiro?

Despachante aduaneiro é aquele profissional ou empresa que assessora empresas que desejam importar e/ou exportar com os órgãos governamentais e outras entidades. É ele quem assessora a empresa em todo o processo: analisa as licenças e registros necessários, organiza a documentação, acompanha a verificação da mercadoria na conferência aduaneira, recebe as mercadorias desembaraçadas, solicita as vistorias, entre outros. Ou seja: auxilia em toda a parte burocrática e, principalmente, trabalha para que os seus processos estejam em conformidade com todas as regras.

Ao estar em conformidade, a operação segue de forma mais rápida e com menos custos, evitando problemas como multas, atrasos e até mesmo a apreensão de mercadorias.

Assim, o despachante aduaneiro atua como um “Parceiro Comercial” e deve seguir todos os critérios que atendam aos níveis de segurança, conformidade e confiabilidade exigidos pela empresa, sempre evidenciando tais processos.

E como escolher o parceiro certo?

Há alguns anos a Receita Federal dava uma mãozinha nisso com a certificação do Programa Brasileiro de Operador Econômico Autorizado – OEA também para os despachantes. O Programa certifica parceiros estratégicos das aduanas que comprovam a confiabilidade e a previsibilidade de suas movimentações, evitando riscos, garantindo segurança e confiabilidade. Hoje a classe não está mais contemplada, mas há quem se certificou e segue isso à risca: aqui na Freitas, ainda atuamos de acordo com todos os critérios da certificação e, inclusive, trabalhamos na condução de processos de certificação dentro das empresas.

Mas independente de certificação, a melhor forma de escolher o parceiro certo é pela sua conformidade (viu só como essa palavra é importante?). Saber se o parceiro tem processos bem desenhados para a operação de comércio exterior, de que forma ele lida com o gerenciamento de risco, se possui um código de ética e conduta e se esse documento é compatível com seus valores e condutas, entender como funciona o seu sistema de segurança das informações, investigar se o parceiro conta com um setor de Gestão da Qualidade e Compliance focados no cumprimento das regras de conformidade do negócio, enfim, realizar uma due diligence para conhecer um pouco melhor o nível técnico do parceiro e garantir o atendimento aos requisitos de segurança, conformidade e confiabilidade exigidos pela empresa de acordo com sua função na cadeia logística.

Além disso, empresas certificadas ou interessadas na certificação OEA devem aplicar um Acordo Técnico de Compliance e Segurança, que seja devidamente entendido, firmado entre as partes e implementado. Desta maneira, o documento se tornará um compromisso documentado entre as empresas para adotarem processos, procedimentos e controles que asseguram a integridade da cadeia logística e o cumprimento da legislação aduaneira.

Para ajudar, você também pode fazer uma pesquisa de mercado, entender quanto tempo o parceiro atua e qual a sua experiência, além de buscar referências com outras empresas que ele já tenha trabalhado.

E aí, ficou mais fácil escolher o parceiro certo e seguir em conformidade com as suas operações de comércio exterior?

Venha conhecer um pouco melhor os nossos processos de Compliance e Segurança, aqui na Freitas, além da conformidade você ainda conta com uma equipe de especialistas para te ajudar nas operações de importação e exportação. Vem bater um papo com a gente!