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Entenda melhor o cenário da escassez de matéria-prima e aumento nos preços

Se você está sofrendo com a escassez de matéria-prima ou aumento no valor dos insumos, saiba que não está sozinho. Mesmo com a retomada das atividades, a primeira onda da pandemia do novo coronavírus ainda apresenta problemas na produção e no comércio brasileiro, que impactam toda a cadeia, até o consumidor final.

Mas por que isso está acontecendo e até onde vai? Para entender melhor o problema e responder essas perguntas, reunimos algumas informações publicadas pela BBC News. Na matéria “Pandemia gera escassez de matéria-prima e faz preços subirem no Brasil”, a jornalista Thais Carrança apresenta seis fatores que explicam essa situação.

De acordo com a matéria, o primeiro ponto vem lá do início da pandemia: a redução da produção que ocorreu entre março e abril. Seguindo a exigência de distanciamento social e pela incerteza e falta de perspectivas de quando o consumo iria se normalizar, as indústrias colocaram o pé no freio. Dados do IBGE apontam uma queda de 27% na produção nesses dois meses.

O segundo ponto, em decorrência da falta de perspectivas, foi o consumo dos estoques. Empresas e varejo consumiram seus estoques sem habitual reposição e quando a atividade começou a retomar, o estoque não deu conta da demanda.

Mas como as indústrias e comércios não se preparam para a retomada? Além de ser um período de incertezas, especialistas apontam que a recuperação da atividade econômica do país foi mais rápida do que se esperava, grande parte pelos efeitos do auxílio emergencial sobre o consumo. A notícia de retomada com certeza é boa, mas é o terceiro fator que explica a escassez e alta dos preços de matéria-prima.

Junto com as demandas nacionais, somam-se as do comércio exterior. Como já falamos por aqui nos últimos meses, foi um período de aumento de exportações de commodities e aumento do dólar, o que favoreceu a venda para fora e diminuiu as importações. O resultado: aumento dos preços no mercado interno.

Somado a isso, outro fator foram os gargalos logísticos. Por aqui estamos constantemente trazendo alertas de programação sobre a queda na oferta de espaço, tanto aéreo como marítimo, e o aumento no valor dos transportes. Além de mais tempo para as transações, os custos também cresceram.

Por fim, a matéria apresenta como sexto ponto a maior demanda das empresas, o que retroalimenta esse ciclo. Com medo da escassez, os pedidos são maiores, agravando esse processo que ainda está fragilizado.

Mas até quando esse problema vai?

Economistas apontam na matéria que tem data para acabar: no primeiro semestre de 2021 a oferta e demanda devem se alinhar. Já os preços altos devem seguir em alta ou estabilizarem no próximo ano, sem expectativas de baixa.

Assim, se você precisa importar e não quer alterar os custos para o seu consumidor final, a dica é bastante planejamento e atenção neste processo. Cuidados no processo logístico e aduaneiro são essenciais e a gente pode te ajudar! 😉

Planejando suas compras e vendas com o exterior para 2021? Vem bater um papo com a gente!

Abraços,
Equipe Freitas

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Conheça os três principais desafios na exportação de madeira e como fazer desse um bom negócio!

Se você trabalha com a exportação de madeira ou está pensando em exportar, esse blogpost foi pensado para você! Embora a madeira represente um grande mercado no país e tenha bastante procura no mercado internacional, a gente sabe que esse tipo de exportação é um trabalho desafiador e quer te ajudar. 😉

Apesar de não ser formalizada como uma commoditie, a operação da madeira é muito semelhante e exige alguns cuidados para se tornar rentável. Assim, separamos os principais desafios enfrentados neste mercado e algumas saídas para driblá-los, ou seja, alternativas para você tornar esse negócio, um bom negócio e não sair no prejuízo. Confira!

1 – Garantir a lucratividade

O principal desafio na exportação da madeira é garantir que a operação seja lucrativa. Tradicionalmente, a margem de lucro é baixa neste tipo de operação e, quando há qualquer custo adicional inesperado ao longo do processo, a atenção volta-se para prejuízos. Diferente da importação, onde você consegue suprir custos aumentando o valor na venda para o cliente final, na exportação isso não é possível, pois a venda já foi negociada.

Então como tornar essa uma operação rentável? Para reduzir os riscos e evitar custos extras, a dica é ter uma logística afinada e um parceiro experiente.

Como os vendedores de madeira geralmente possuem um alto volume de carga, contêineres e processos, organizar bem a logística é uma forma de diminuir custos, evitar prejuízos e até aumentar os lucros. Nesta organização estão envolvidas etapas de transporte, armazenamento e também despacho aduaneiro.

Por exemplo, um parceiro com know how no assunto consegue organizar toda a documentação e atentar para os cuidados de preparo da carga, acondicionamento e certificações necessárias para evitar multas e atrasos na entrega.

Aqui na Freitas, um dos nossos clientes que demorava cerca de três semanas para fazer todo o processo com outro parceiro, por aqui passou a realizar tudo em apenas uma semana. Resultado: menos tempo, menos custos e mais resultados positivos.

2 – Manter a organização dos processos

Como falamos, quem trabalha com madeira geralmente tem um volume bem alto de processos rolando, o que exige atenção e organização, principalmente quanto aos prazos. Imagine só perder o prazo de uma documentação ou não se atentar para o prazo de entrega da mercadoria? Os custos sobem e a palavra prejuízo pode entrar em cena.

Assim, a dica é manter o controle e a organização sempre! Isso pode até parecer fácil, mas a gente sabe que o dia a dia de quem trabalha com comex é corrido e que planilhas e mais planilhas geram um pouco de dor de cabeça. Aqui na Freitas você pode contar com o Inova, uma estrutura de sistemas integrados que te ajuda na segurança, agilidade e organização dos processos de exportação.

Com base na automação robótica, os processos são atualizados de forma automática, o que evita erros de digitação e agiliza o trabalho. Além de acompanhar tudo em tempo real, através dos follow-ups que chegam por e-mail ou no Portal do Cliente, onde você também pode encontrar todas as informações, documentos e conferir a evolução dos processos, o Inova ainda integra os dados em dashboards, que te ajuda a visualizar a operação completa e tomar decisões mais assertivas.

3 – Ter segurança e agilidade na documentação

Outro desafio na exportação de madeira, que está muito relacionado à questão de custos, é a documentação. Quando falamos nas anuências e certificações necessárias para este tipo de carga, há dois tipos: a do destino e da origem. Dependendo da exigência do país de destino, ou seja, de quem vai comprar a madeira, pode ser necessário também a emissão de anuências e certificações aqui no Brasil.

E então a abrangência e diversificação são desafios também: as certificações variam pela forma em que a madeira é exportada (se em toras, madeira serrada, painel de madeira, etc) e do país de destino. Cada país tem exigências específicas e a mesma madeira pode ter processos bastante diferentes dependendo do país para onde será enviada. Além disso, outro agravante é que as exigências e legislações dos países mudam frequentemente, então a atenção deve ser de processo em processo.

Na Freitas, com o sistema Inova, existe um histórico de operações e uma prévia sobre as exigências de cada país como referência e direcionamento, mas não exclui a necessidade de confirmação com o cliente lá fora.

Outra vantagem no assunto aqui na Freitas é quanto à emissão de alguns documentos: alguns já estão inclusos nos custos do processo, outros ganham prioridade e agilidade. No caso do VGM (Verified Gross Mass – Peso Bruto Verificado), por exemplo, a emissão do documento não é cobrado a parte, já está embutido no valor final do processo. Já quando é necessária uma certificação fitossanitária junto ao MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), há rotinas internas e um fluxo de trabalho de priorização para que a certificação seja a mais rápida possível e o cliente não tenha custos adicionais com armazenagem, por exemplo.

E aí, ficou mais fácil planejar o envio da madeira para o mundo? Essas são apenas algumas dicas de como driblar os principais desafios, nossa equipe e experiência têm muito a te ajudar! A boa notícia é que organizamos mais um material especial para você sobre o assunto: um checklist para te ajudar a aumentar a margem de lucro neste processo! É só clicar, baixar o material gratuitamente e colocá-lo em prática! 👇

Abraços,
Equipe Freitas

Como aumentar a margem de lucro na exportação de madeira

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6 dicas para garantir sucesso na exportação de embarcações

A gente fala muito por aqui de diversas formas de importar e exportar suas cargas, mas você sabe os cuidados necessários quando a carga é um iate por exemplo? A exportação de lanchas e embarcações de recreação está muito em alta, mas é imprescindível a atenção em alguns pontos para que a operação seja um sucesso. Continue a leitura e aproveite algumas dicas da nossa equipe! 👇

Na logística internacional, iates ou grandes embarcações são consideradas cargas projeto, ou seja, são cargas que têm medidas, dimensões e peso fora dos padrões dos contêineres convencionais e exigem a criação de um projeto logístico diferente e único.

Nesta categoria de carga também podem estar bobinas, geradores, guindastes ou qualquer outro equipamento de grande porte e, assim, o nome vem pela necessidade de um projeto logístico pensado e desenhado especificamente para a operação.

Hoje a carga da vez são os iates e a nossa equipe separou algumas dicas importantíssimas para o sucesso da operação. Entretanto, conforme Manoel Florêncio Jr., especialista de inteligência de relacionamento da Freitas, independente de qual é a carga, vários são os cuidados para este tipo de operação, que vão desde a cotação dos parceiros até a entrega final ao comprador.

1 – Na cotação

A primeira dica de ouro está bem no início do projeto: na cotação dos parceiros. A escolha dos parceiros certos pode ser determinante para o sucesso da sua operação, então, antes de começar, verifique a experiência de todos os parceiros com cargas projeto.

Sobre o frete internacional, por exemplo, é importante estar atento se é uma rota direta ou há transbordo. Imagina se a sua carga precisa trocar de navio? Apesar do preço ser mais competitivo em rotas com transbordo e esse ser um processo comum com cargas convencionais, não é indicado para cargas projeto. “Neste tipo de carga os riscos de avarias são muito maiores, então é preciso estar atento”, alerta Manoel.

Outro ponto importante é verificar a frequência de embarque do navio. Ao perder um embarque, a carga fica armazenada no porto e, diferente das cargas em contêineres convencionais, o custo é muito mais alto.

Também, segundo Jhonathan Vieira, líder de exportação da Freitas, é importante analisar se o armador prioriza ou não a carga projeto e as condições que ela será transportada.

Além do armador, a escolha de todos os parceiros é importante. A transportadora, por exemplo, além da experiência, precisa estar apta para conseguir transitar com a carga, afinal, existem uma série de exigências para este tipo de transporte. Se houver excesso de peso, por exemplo, há necessidade de acompanhamento na amarração, caso contrário o embarque pode não ser aprovado.

Com a experiência comprovada e cotação fechada, segue-se o processo.

2 – Atenção ao destino

Outra dica para quando se está iniciando o processo é verificar e aprovar toda a documentação com o exterior sobre o desembaraço e registro da carga, neste caso a embarcação. Cada país tem exigências diferentes e às vezes são necessários até laudos. “Assim é muito importante verificar tudo com antecedência, muito antes do embarque, caso contrário os custos com armazenagem aumentam bastante”, explica Jhonathan.

3 – Incoterm

Os especialistas também apontam sobre a importância da escolha do incoterm, que às vezes é prejudicada pela falta de experiência dos parceiros. A dica é contratar um incoterm onde o controle da principal parte logística na origem esteja a cargo do exportador, como o CIF e CFR, por exemplo.

4 – Seguro

Outro ponto para evitar dor de cabeça ou custos não previstos é atenção à contratação do seguro. Com carga projeto é necessário ter o seguro internacional, que é o mais conhecido, mas também o seguro nacional. “Em uma carga convencional esse seguro está incluso no frete rodoviário, mas na carga projeto, como os valores são mais altos, não está incluso e é importante a contratação”, ressalta Manoel.

5 – Margem de negociação

Quando falamos em custos, outra dica é ter uma margem de negociação maior e estar atento ao mercado, como por exemplo a variação cambial. Mudanças simples podem acontecer em qualquer operação, entretanto, na carga projeto qualquer mudança é significativa. Como esse tipo de carga tem um alto valor, todo centavo de uma taxa de câmbio pode acarretar em mais cifras.

6 – Embalagens e detalhes das cargas

Para finalizar, o que você às vezes nem imagina pode trazer problemas. Uma lancha, por exemplo, geralmente é alocada em um berço de madeira para o transporte, e essa madeira precisa ser certificada. “É difícil a carga projeto utilizar material sintético, a madeira bruta é mais comum; porém, ela precisa ser toda certificada”, orienta Jhonathan. Segundo ele, já houve casos de toda a carga ser condenada pela falta de certificação em um pedaço da madeira.

Outra atenção quanto à carga está nos detalhes. Se a lancha está com meio tanque de gasolina, por exemplo, mais do que uma carga projeto ela será considerada uma carga perigosa, o que acarreta ainda mais cuidados e custos.

Ufa, mas com tantos cuidados assim, como ficar tranquilo na exportação da sua lancha? A resposta vem lá na primeira dica: escolha os parceiros certos. Quem tem experiência na área vai te ajudar e orientar sobre todos os passos.

Aqui na Freitas nós já realizamos algumas exportações de lanchas, as mais recentes foram para os Estados Unidos, e todas as operações sempre foram um sucesso.

Por aqui, te ajudamos a escolher os melhores caminhos e melhores práticas, prezando por mais segurança e menos custos. Inclusive temos parceiros com propostas bem atrativas. 🤑

Pensando em importar ou exportar uma carga projeto? Vem bater um papo com a gente! 😊

Abraços,
Equipe Freitas

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Nova série: Desmistificando o gigante asiático

China. Quando falamos em mercado internacional é difícil não pensarmos no país mais populoso do mundo: é a maior economia de exportação do mundo, o maior parceiro comercial do Brasil em volume de vendas e, em janeiro deste ano, liderou a lista de destinos das exportações brasileiras.

Mas como começar as negociações? Da mesma forma que são grandes os potenciais e as vantagens comerciais, são grandes as peculiaridades do país: língua, cultura, vasto território e uma infinidade de opções de empresas para vender e/ou comprar acabam dificultando o planejamento e os primeiros passos da negociação.

Pensando nisso, hoje começamos uma nova série de conteúdos por aqui: Desmistificando o gigante asiático. A cada 15 dias, você poderá conhecer um pouco mais sobre a China e como acontecem as negociações por lá. Como fazer um bom negócio na China? Quais são e onde estão os polos de negócios do país? Como apresentar a minha empresa para um chinês? Como comprar bons produtos? O que eles prezam no mundo dos negócios?

Essas e outras tantas dúvidas você vai poder tirar com a gente e com quem conhece do assunto. Para esta série, contamos com a participação do nosso parceiro Eber Pinho, da Real Trading.

Com 23 anos de experiência profissional na área do comércio internacional e em contato com o continente asiático, Eber pode até ser chamado de um brasileiro-chinês: viaja para a China com frequência por 20 anos e a empresa na qual é sócio tem nove escritórios próprios no gigante asiático. Lá ele representa empresas brasileiras e cuida de todos os negócios, ou seja, tem experiência e conhecimento sobre o assunto para dar e vender.

Conforme ele, não é apenas boato que a China tem uma cultura muito forte e preza por isso e, assim, alguns cuidados podem ajudar nos negócios com o país, tanto para abrir caminhos para sua exportação, como para conseguir fazer boas compras na importação. Então nada mal aprendermos algumas dicas juntos, não é mesmo?

Esta série será publicada por aqui a cada duas semanas e também nas nossas redes sociais, mas se você quer garantir todo o material, que tal assinar a nossa newsletter? O conteúdo fica ainda mais interessante: chega no seu e-mail e é só aproveitar a leitura.

Gēnsuí, dàliàng xìnxī jíjiāng dàolái!

Ops, ainda não chegamos no mandarim: Acompanhe, vem muita informação por aí! 😉

Abraços,
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Cargas perigosas: um olhar para as nossas operações

Cargas perigosas: a necessidade de um cuidado redobrado já vem no nome. Chamadas também de cargas IMO, sigla em inglês para Organização Marítima Internacional (órgão intergovernamental da ONU que classificou as cargas perigosas), ela é toda e qualquer substância que, dadas às suas características físicas e químicas, possa oferecer, quando em transporte ou armazenamento, riscos à segurança pública, saúde de pessoas e meio ambiente.

Conforme a Resolução n.5232/2016, que traz as instruções sobre o tema, são mais de 3 mil itens considerados perigosos, os quais são divididos em nove classes:

1 – Explosivos;
2 – Gases;
3 – Líquidos inflamáveis;
4 – Sólidos inflamáveis;
5 – Substâncias combustíveis e materiais oxidantes;
6 – Substâncias tóxicas (venenosas) e infecciosas;
7 – Materiais radioativos;
8 – Materiais corrosivos;
9 – Mercadorias perigosas diversas.

Assim, é essencial que empresas que vão trabalhar com este tipo de mercadoria tenham alguns cuidados básicos, como:

Atenção aos documentos

O primeiro ponto são os documentos necessários. Um deles é a Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico (FISPQ), que contém todos os dados relativos às propriedades e especificações da carga e possibilita que a transportadora defina os procedimentos ideais para a manipulação e movimentação da carga. Também são necessários: Ficha de emergência, MDGF (Multimodal Dangerous Goods Form – Formulário Multimodal de Mercadorias Perigosas), MDSD (Material Safety Data Sheet – Folha de dados de segurança do material) e a Nota fiscal.

Atenção à infraestrutura e ao seguro

É importante estar atento à infraestrutura do transportador e da armazenagem para este tipo de carga. Além de garantir a segurança da carga e de todo o ambiente em volta, essas regras garantem a cobertura do seguro. Conforme Cristiano de Oliveira, da Unnity Corretora de Seguros, empresa parceira da Freitas, antes de receber este tipo de mercadoria, o transportador precisa estar de acordo com a regulamentação das cargas perigosas para que todas as situações sejam garantidas. “Dentro das operações portuárias essa regulamentação é mais controlada pois está diretamente vinculada à certificação OEA”, afirma.

Além disso, uma outra dica relacionada ao seguro diz respeito a responsabilidade solidária, ou seja, quando o importador e/ou exportador é responsabilizado de forma solidária em caso de quebra de exigências dos órgãos reguladores ou falhas que venham causar danos materiais e/ou corporais a terceiros e ao meio ambiente. Nesse caso, a orientação é que as empresas adotem critérios rigorosos na seleção e contratação de seus prestadores de serviços: transportadores e armazéns gerais que irão manipular seus produtos.

Leia mais em: Cuidados na contratação do seguro de transportes internacionais.

Atenção às embalagens e sinalizações das cargas IMO

As cargas perigosas contam com embalagens próprias para cada classe e característica, o que inclui a identificação do item, os símbolos e alertas quanto aos riscos que oferece, entre outros.

Esses são apenas alguns dos pontos de atenção necessários. Assim, se você trabalha ou está pensando em trabalhar com este tipo de carga, conte com parceiros experientes em todo o processo: com conhecimento e atendimento a todas as exigências necessárias, o perigo não ultrapassa o nome da carga!

Venha bater um papo com a gente, temos uma equipe especializada e parceiros que podem te deixar seguro e tranquilo! 😉

Abraços,
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Tudo o que você precisa saber sobre acordos comerciais

Você já ouviu falar sobre acordos comerciais? Famosos na seção de economia dos jornais, você sabe como funcionam, quais são as fases necessárias para ele se concretizar e de que forma impactam na questão financeira das empresas? Esse é o nosso assunto de hoje, continue a leitura e confira! 😉

O que são acordos comerciais e seus benefícios

Muito se escuta sobre os acordos comerciais mundo a fora, mas afinal, o que ele realmente é? Um acordo comercial é um tratado firmado entre países ou grupos de países para obter benefícios mútuos envolvendo redução de impostos, tarifas alfandegárias e barreiras ao comércio de bens e serviços de seus membros.

Dessa forma, acordos comercias são importantes no âmbito comercial/econômico e também politicamente. Acordos podem abrir mercados: eliminam barreiras às exportações e investimentos, impulsionam reformas internas, aumentam a competitividade industrial e também a produtividade da economia. Outra questão é que os acordos comerciais definem regras que geram mais segurança jurídica nos negócios, equilibrando condições de competição em mercados estratégicos. Politicamente, com acordos se criam parceiros.

Etapas e áreas envolvidas

Assim, com tantos benefícios, é comum que as empresas, principalmente as que já estão inseridas no comércio exterior, fiquem atentas às notícias sobre o assunto e aguardem ansiosamente novos acordos. Mas você sabia que eles contam com várias fases até entrarem em vigor?

Às vezes, a possibilidade de um novo acordo é noticiada e precisamos saber o que vem a partir de então. Um acordo ou um tratado internacional inicia com a fase de negociação, depois passa para assinatura, procedimento interno, ratificação, promulgação, publicação e, por fim, o registro.

Por envolver muitas questões, várias são as áreas evolvidas também. No Brasil, o órgão competente para tomada de decisões quanto a abertura de negociações comerciais, ampliação de acordos já existentes e definição de ofertas e autorização para a abertura de acordos incertos é a Secretaria-Executiva da Câmara de Comércio Exterior – Camex. No âmbito das negociações internacionais, é o Ministério das Relações Exteriores que faz a coordenação, junto com membros da Camex e de outros Ministérios, como o da Economia e do Ministério da Agricultura, pecuária e Abastecimento (MAPA), por exemplo, dependendo dos temas envolvidos na negociação.

Acordos comerciais com o Brasil

Conforme a Camex, o Brasil faz parte de 25 acordos atualmente (confira a lista completa aqui), seis estão em negociação e quatro em tramitação.

Entre os acordos comerciais em negociação estão:

Acordo comercial expandido Brasil – México: Desde a retomada em março de 2019 do livre comércio de veículos, o governo brasileiro trabalha para ampliar o acordo com o México para outros setores como serviços e compras públicas, assim como ampliar as preferências para bens industriais e agrícolas.

Mercosul – Canadá: O Mercosul e o Canadá estão em fase avançada nas negociações para um acordo de livre comércio. Estão incluídas nessas negociações um acordo amplo envolvendo disciplinas tarifárias e não-tarifárias como serviços, compras governamentais e propriedade intelectual, entre outras.

Mercosul – Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA): As negociações de um acordo de livre comércio entre o Mercosul e EFTA (bloco formado por Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça) tem negociação de: bens; regras de origem; facilitação de comércio; medidas sanitárias e fitossanitárias; serviços; barreiras técnicas ao comércio; propriedade intelectual; compras governamentais; investimentos e disposições horizontais, legais e institucionais.

Mercosul – Coreia do Sul: As negociações em andamento abrangem bens, serviços, compras públicas, investimentos, comércio eletrônico, defesa comercial, barreiras não-tarifárias e propriedade intelectual, entre outros temas.

Mercosul – Singapura: O país asiático é considerado um destino importante para trânsito e distribuição de produtos brasileiros na Ásia e um grande exportador de capitais. Dentre os temas em pauta estão: acesso ao mercado de bens, barreiras não-tarifárias, comércio de serviços e investimentos.

Mercosul – Índia: O Acordo de Comércio Preferencial (ACP) entre o Mercosul e a Índia está vigente desde junho de 2009 quando foi promulgado pelo Decreto n.º 6.864. O ACP engloba 450 linhas tarifárias ofertadas pela Índia e 452 itens pelo Mercosul, com margens de preferência de 10%, 20% ou 100%.

Entre os acordos comerciais em tramitação:

Mercosul – União Europeia: um acordo que trará melhorias significativas às condições de acesso em bens e serviços a um mercado estimado em 500 milhões de pessoas com um PIB per capita médio da ordem de US$ 34 mil. Os textos do acordo, bem como as ofertas de acesso a mercado de bens, serviços e compras governamentais, estão em fase de preparação para o início do processo de internalização. Confira o que muda nos negócios com este acordo aqui.

Mercosul – Palestina: O Acordo de Livre Comércio (ALC) Mercosul-Palestina foi assinado em dezembro de 2011. O texto do Acordo foi aprovado por meio do Decreto Legislativo nº 150, de 11 de setembro de 2018, e aguarda a sanção presidencial no Brasil. O acordo encontra-se em fase de internalização pelos demais sócios do Mercosul.

Acordo de Ampliação Econômico-Comercial entre Brasil e Peru: O acordo disciplina matérias de investimentos, serviços e compras governamentais, com vistas à maior integração comercial. O Acordo teve o texto aprovado pelo Decreto Legislativo nº 42, de 24 de março de 2017. Para a entrada em vigor aguarda-se a sanção presidencial no Brasil e o fim dos tramites de internalização no Peru.

Acordo de Livre Comércio Brasil-Chile: O acordo encontra-se na fase inicial de tramitação no Executivo e posteriormente será enviado para avaliação no Legislativo. O texto visa ampliar o escopo temático e aprofundar o Acordo de Complementação Econômica do Mercosul nº 35 (ACE nº 35), em vigor desde 1996 e que regula o comércio entre o Chile e os países do Mercosul e incluir capítulos específicos para diversas disciplinas como compras públicas, investimentos, barreiras técnicas, medidas sanitárias, entre outros.

Então, gostou do conteúdo? Aproveita e compartilha com os contatos que também precisam estar por dentro deste tema. 😊

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Comércio exterior para pequenas empresas, entenda mais sobre essa oportunidade para driblar a crise

Já ouviu a expressão de que o mar não está para peixe? Então quem sabe buscar outros animais marinhos? Esse é o nosso convite de hoje para as pequenas e médias empresas: já pensou em expandir seus negócios em meio ao cenário que estamos vivendo? O mercado externo está aí e pode ser uma ótima alternativa para o momento. 😉

Você sabia que as exportações cresceram em meio à pandemia? Apesar de termos uma grande redução no número de importações, dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia apontam que a exportação segue o caminho inverso: houve um superávit de exportações em relação a importações de cerca de 6,7 bilhões de dólares no mês de abril, o melhor resultado desde 2017.

Apesar de grandes empresas concentrarem parte dos negócios com produtos que mais pesam na balança comercial, as pequenas e médias empresas têm espaço e estão cada vez mais presentes neste mercado. Conforme um Estudo do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) do ano passado, 40% das empresas exportadoras são pequenos negócios.

Além dos números positivos, soma-se a alta do dólar. As alterações da moeda influenciam diretamente em nossa economia e, apesar da alta dificultar na hora da importação, ela fortalece laços comerciais para a exportação: quando nossa moeda está desvalorizada nos tornamos fornecedores interessantes para os países com melhores condições de compra.

Junto a isso, a oportunidade fica ainda mais fácil quando se pode contar com o apoio de instituições. Você já ouviu falar do Connectamericas? Essa é uma plataforma online que expõe seus produtos no mercado internacional. O cadastro é gratuito e a iniciativa, desenvolvida pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), visa estimular o comércio exterior e o fluxo de investimentos entre os países da América Latina e do Caribe. Clique aqui para saber mais.

E o que é necessário fazer para poder começar a exportar produtos?

Se você quer entrar no comércio internacional e não sabe por onde começar, saiba que a primeira palavra é planejamento! O Sebrae desenvolveu um material especial com alguns desafios que pequenas e médias empresas enfrentam ao internacionalizar seus produtos, como estar preparado para maior competitividade, investir em tecnologia, fazer possíveis adequações no produto, conhecer normas e legislações do país de destino, cuidar com escala de produção, controle de qualidade, entre outros. Você pode conferir todas as dicas desenvolvidas por eles clicando aqui.

Mas além dos cuidados na operação e planejamento, alguns passos relacionados propriamente ao comércio exterior são necessários, como obtenção de registros, conhecimento sobre tributos, tipos de transporte, entre outros. Mas não se preocupe, bons parceiros podem te ajudar com tudo isso e ainda mais: com um olhar estratégico e inteligente, que facilite seus processos com segurança e expertise. E é então que temos mais uma boa notícia: aqui na Freitas você encontra tudo isso, contamos com uma equipe especializada para todas as empresas, independente do seu tamanho! Pensando em entrar no comércio internacional? Vem bater um papo com a gente! 😊

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Buscando vantagens para alavancar o seu negócio? Conheça o PROEX!

Vantagem, essa é a palavra de hoje. Conforme o dicionário, vantagem significa “posição ou condição de superioridade ou adiantamento de algo ou alguém com relação a outro(s) ou a si mesmo em momento anterior”, assim, o nosso convite é que você analise o cenário e saia em vantagem aos problemas e dificuldades do momento. Você já ouviu falar do Programa de Financiamento às Exportações – PROEX? Entenda o programa e como a exportação pode ser uma boa saída neste período. 😉

Estamos vivendo um momento delicado em diferentes áreas da economia, e no comércio exterior não é diferente. A pandemia do novo Coronavírus, a alta do dólar e dificuldades financeiras exigem criatividade e novos olhares por parte das empresas. E, sem dúvidas, diante de tantos desafios você deve estar pensando: como alavancar o meu negócio em época de crise?

Você já pensou em exportar? Sim, você pode exportar com confiança e segurança, basta observar as melhores vantagens e contar com os parceiros certos neste processo. Assim, a exportação pode ser sim uma alternativa para garantir a sustentabilidade da sua empresa.

E o PROEX, o que é?

Esse é um instrumento do Governo Federal de financiamento às exportações brasileiras de bens e serviços, voltado principalmente ao apoio das exportações de micro e pequenas empresas: podem utilizar empresas com faturamento bruto anual de até R$600 milhões. O PROEX consiste no financiamento direto ao exportador brasileiro, que recebe o valor da exportação à vista e oferece ao importador prazo para pagamento da transação.

Por esse programa, com exceção de algumas commodities, toda a pauta de bens é financiada. Além disso, o PROEX também financia outros tipos de serviço, como manutenção e reparação de máquinas e equipamentos, construção, contabilidade, consultoria e serviços jurídicos.

Para obter o financiamento, o exportador deve estar em situação regular junto ao INSS, FGTS e Receita Federal, não podendo estar inscrito em Dívida Ativa da União; e também deve oferecer algumas garantias, que dependem da análise do responsável pelo Programa, que é o Banco do Brasil.

Para contratação do PROEX é necessário analisar o atual cenário da sua empresa e também o caminho que se deseja seguir: os benefícios são grandes, mas não únicos. Esse é apenas um exemplo das possibilidades de você ganhar vantagem neste momento.

Junto aos benefícios oferecidos pelo governo e financiamentos, outra forma de ganhar vantagem e contornar esse período de crise e instabilidade é contar com um parceiro especializado e capaz de te ajudar a tomar as melhores decisões. A Freitas Inteligência Aduaneira está pronta para isso: com um olhar 360, uma equipe especializada e um leque de serviços, estamos acompanhando todas as mudanças do cenário e podemos te ajudar na melhor estratégia de negócio. Afinal, inteligência é a nossa vantagem! 😊

Quer saber mais sobre o cenário e possíveis vantagens para sua empresa? Vem falar com a gente!

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Cargas em voos charter, uma alternativa para sua empresa neste momento!

Tempo de incertezas, cuidados e desafios, é assim que podemos classificar o cenário ocasionado pelo novo Coronavírus. Não só a saúde das pessoas está sendo afetada, mas também das empresas. Assim, em um tempo de adaptações e novos olhares, o assunto de hoje são os voos charter: Você já pensou em embarcar sua carga em um avião alugado

Buscando auxiliar com alternativas e soluções, a Freitas Inteligência Aduaneira te explica um pouco mais sobre essa possibilidade, que pode ser uma saída para te ajudar a sair na frente neste momento. Confira! 😉

O cenário não é dos melhores, isso é fato. Conforme a Consulta Empresarial do mês de março, publicação da Confederação Nacional da Indústria – CNI, a crise do novo Coronavírus afeta a indústria brasileira por diversos fatores, como queda na demanda por seus produtos, dificuldade em conseguir insumos e matérias-primas, redução da oferta de capital de giro no sistema financeiro e também na logística de transporte.

Segundo a publicação, 83% das empresas consultadas encontram dificuldades na logística de transporte de seus produtos e/ou insumos e matérias-primas; 38% estão com muitas dificuldades e, somente 17% das empresas não estão encontrando dificuldades.

Este cenário não é exclusividade do Brasil, mas está presente em todo o mundo. Assim, é preciso buscar alternativas para remediar os problemas impostos com a pandemia. Você já pensou em embarcar a sua carga em um avião alugado?

Como o número de voos ainda é limitado em boa parte das companhias aéreas, os voos charter são ótimas opções quando se busca agilidade na transação, principalmente neste momento.

Mas afinal, o que são voos charter?

LogísPara você entender melhor, voos charter ou voo fretado, é um serviço solicitado quando existe a necessidade de maior autonomia e agilidade em uma viagem.  São aqueles cuja companhia aérea “aluga o avião” para levar a carga fora da sua operação normal ou regular, ou seja, personaliza a rota de acordo com a sua necessidade.

Isso possibilita que a carga seja embarcada em voos não previstos e que chegue ainda mais rápido no destino final, com tempo de trânsito entre um e dois dias, sem riscos de atrasos e conexões. Além disso, todo o lote/aeronave é feito com apenas um desembraço na origem e no destino.

Com tantos benefícios, o voo charter é uma boa opção de solução para possíveis dificuldades logísticas encontradas neste período. Uma boa notícia para o momento, não é mesmo?

A outra boa notícia é que a Freitas também pode te ajudar em todo esse processo. Contamos com parceiros especialistas no assunto e que contam com voos charters entre os continentes:

– Ásia x Alemanha
– Alemanha x Miami
– Miami x GRU x Rio

Se você tem urgência em embarcar uma carga, vem falar com a gente que podemos te ajudar! 😊

Abraços,
Equipe Freitas

Quer saber mais?

Preencha o formulário. Nós ligamos para você.

Acompanhe as medidas para combate à COVID-19

Conforme divulgamos na última semana, o Governo Federal divulgou uma série de medidas para combater a COVID-19. Dentre essas medidas, estão a redução do imposto de importação de 50 produtos médico-hospitalares, o tratamento prioritário para a liberação aduaneira de mercadorias essenciais no enfrentamento da pandemia, além do requerimento obrigatório da Licença Especial de Exportação para produtos considerados importantes para frear a transmissão da COVID-19 e contribuir no tratamento dos infectados.

Confira as informações atualizadas a seguir:

Para acessar a lista completa dos produtos que tiveram seu imposto zerado até o final de setembro de 2020, clique aqui.

Conheça as mercadorias que ganharam mais celeridade no despacho aduaneiro de importação:

Mercadorias listadas na Instrução Normativa nº 1927, de 17 de março de 2020. Clique aqui.

Mercadorias com dispensa de licenciamento de anuência da SUEXT, delegada ao Banco do Brasil:

Divulgação: 18/03/2020 👇🏻

http://www.siscomex.gov.br/importacao/importacao-n-011-2020/

Divulgação: 20/03/2020 👇🏻

http://www.siscomex.gov.br/importacao/importacao-n-012-2020/

Divulgação: 23/03/2020 👇🏻

http://www.siscomex.gov.br/importacao/importacao-n-014-2020/

Divulgação: 07/04/2020 👇🏻

http://www.siscomex.gov.br/importacao/importacao-n-022-2020/

Divulgação: 09/04/2020 👇🏻

http://www.siscomex.gov.br/importacao/importacao-n-024-2020/

Mercadorias com dispensa de licenciamento de anuência do INMETRO:

Divulgação: 23/03/2020 👇🏻

http://www.siscomex.gov.br/importacao/importacao-n-013-2020/

ANVISA agiliza licença de importação de produtos identificados como prioritários para uso em serviços de saúde:

Divulgação: 27/03/2020 👇🏻

http://www.siscomex.gov.br/importacao/importacao-n-020-2020/

Novo procedimento deixa de exigir a apresentação da via física de documentos instrutivos utilizados no despacho aduaneiro de importação, tais como conhecimento de carga e fatura comercial, conforme Decreto n° 10.278, de 18 de março de 2020.

Divulgação: 24/03/2020 👇🏻

http://www.siscomex.gov.br/importacao/importacao-n-017-2020/

http://www.siscomex.gov.br/importacao/importacao-n-018-2020/

Alteração nos tratamentos administrativos SUEXT E ANVISA:

Divulgação: 27/03/2020

http://www.siscomex.gov.br/exportacao/exportacao-n-012-2020/

Confira os produtos com requerimento obrigatório da Licença Especial de Exportação:

Divulgação: 19/03/2020 👇🏻

http://www.siscomex.gov.br/exportacao/exportacao-n-008-2020/

Divulgação: 21/03/2020 👇🏻

http://www.siscomex.gov.br/exportacao/exportacao-n-009-2020/

Divulgação: 23/03/2020 👇🏻

http://www.siscomex.gov.br/exportacao/exportacao-n-010-2020/

http://www.siscomex.gov.br/exportacao/exportacao-n-011-2020/

Divulgação: 27/03/2020 👇🏻

http://www.siscomex.gov.br/exportacao/exportacao-n-012-2020/

Divulgação: 03/04/2020 👇🏻

http://www.siscomex.gov.br/exportacao/exportacao-n-015-2020/

Divulgação: 09/04/2020 👇🏻

http://www.siscomex.gov.br/exportacao/exportacao-n-016-2020/

Divulgação: 24/04/2020 👇🏻

http://www.siscomex.gov.br/exportacao/exportacao-n-019-2020/

Divulgação: 25/04/2020 👇🏻

http://www.siscomex.gov.br/exportacao/exportacao-n-020-2020/

Lembramos que a obtenção da “Licença especial de exportação de produtos para o combate à COVID-19” (E00115), deve ser solicitada no módulo LPCO do Portal Único de Comércio Exterior para conclusão da exportação e que, sem este procedimento, não haverá embarque das mercadorias.

Orientação para mercadorias com requerimento obrigatório da Licença Especial de Exportação:

Divulgação: 27/03/2020 👇🏻

http://www.siscomex.gov.br/exportacao/exportacao-n-013-2020/

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Obs.: Informamos que este conteúdo será atualizado sempre que tivermos novidades. Assim, para ficar bem informado sobre as principais medidas que impactam diretamente os processos de comex, fique atento ao nosso blog e no envio das nossas newsletters. 😉

Abraços virtuais,
Equipe Freitas