Tag Archives: Exportação

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Habilitação do RADAR cancelada? Entenda quais podem ser os motivos!

Na última semana vários importadores e exportadores foram surpreendidos com a habilitação do RADAR cancelada, o Registro e Rastreamento da Atuação dos Intervenientes Aduaneiros, que é obrigatório e fundamental para a execução de qualquer processo no comércio exterior. E a dúvida principal foi: por que o cancelamento se ainda estou na validade? 🤔

A gente te explica: A Receita Federal tomou a decisão de derrubar o RADAR dos importadores e exportadores que cancelaram o DTE, Domicílio Tributário Eletrônico, sendo um dos requisitos desde 2020 para requerer a habilitação no RADAR.

A adesão ao DTE faz com que as empresas tenham a possibilidade de ter uma Caixa Postal no Portal e-CAC, o qual será considerada seu Domicílio Tributário perante a Receita.

Apesar da decisão da Receita ter pego todos de surpresa, essa exigência já estava presente na IN RFB 1984/2020, que normatiza a habilitação no RADAR. Conforme o artigo 21 da norma, são requisitos de admissibilidade para habilitação: adesão ao DTE; enquadramento da inscrição no CNPJ em situação cadastral “ativa”; e enquadramento da inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) de todas as pessoas físicas integrantes do QSA com qualificação nos termos do Anexo V da Instrução Normativa RFB nº 1.863, de 2018, em situação cadastral “regular” ou “pendente de regularização”.

Assim, não contar com o DTE descumpre um dos requisitos de admissão e perde-se a possibilidade de registro das declarações aduaneiras, sejam de importação ou exportação. 🤯

Para o radar que foi desativado, será necessário solicitar nova habilitação via e-CAC, porém, antes, é importante fazer a adesão ao DTE. Então, a recomendação é: verifique com seu contador se o DTE está ativo, caso não esteja, providencie o quanto antes para não ter a sua carga parada.

Se você tem dúvidas se a sua empresa foi ou não afetada por essa decisão, clique aqui e acesse o serviço de “Habilitação – Consulta Habilitados a Operar no Comércio Exterior — Receita Federal”, oferecido pela Receita. 🧐

É importante lembrar que outra forma de desabilitação automática é por inatividade: se a empresa não efetuar qualquer operação no período de 12 meses, o RADAR também é desabilitado. Quando a desabilitação acontece por inatividade, a habilitação deve ser solicitada automaticamente no Sistema Habilita. 😉

Comunicação Freitas Inteligência Aduaneira – julho/2021

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Minha empresa conquistou a certificação OEA, e agora?

A gente já falou bastante por aqui dos benefícios da certificação OEA, das etapas e mitos desse processo. Mas e aí, depois de certificada, como fazer a manutenção da certificação OEA? 🤔

Separamos três dicas importantes que marcam a manutenção da certificação OEA. Continue a leitura e fique por dentro! 😉

Tenha um plano de ação

Na maioria das vezes a certificação OEA acontece sem que a empresa tenha feito todas as adaptações ou implementações necessárias. Contratação de pessoal, inclusão de sistemas ou mudanças estruturais às vezes fazem parte do plano de gerenciamento de riscos e são planejadas para os próximos meses após a certificação.

Assim, é muito importante organizar um plano de ação e um cronograma para todas as pendências que foram pontuadas para a Receita. No período em que vencer o prazo de implantação dessas ações, a Receita pedirá as evidências, pois são elas que avaliam o risco e o grau de aderência à certificação.

É importante lembrar que, diferente de uma ISO, a certificação OEA não tem auditorias constantes: é uma certificação voluntária e que marca uma parceria entre a empresa e a Receita Federal. Entretanto, a Receita seguirá acompanhando a implementação das ações, nem que seja no término da validade da certificação, que é de três anos. Infelizmente, neste período de três anos, várias empresas já perderam a certificação.

Torne a certificação uma cultura

Como a certificação OEA é voluntária e representa uma parceria, é importante que a empresa esteja consciente de que mais do que ter a certificação, é importante ser OEA, e isso é mudança de cultura.

Muitas empresas não trabalham o processo de aculturamento dessas mudanças, esperam que os colaboradores absorvam tais processos e criem hábitos de uma hora para outra, a natureza não dá saltos, é preciso trabalhar a consciência das pessoas com evidências do quanto é benéfica a evolução profissional (olhar sistêmico, conduta e gestão dos processos) que o projeto exige se a empresa deseja ter a certificação OEA. Entretanto, não são todas as pessoas que conseguem se adaptar facilmente às mudanças da rotina. O segredo para obter sucesso é a introdução práticas para envolver todas as áreas e colaboradores e realizar treinamentos para conscientização.

Conte com ajuda de uma assessoria

Os dois pontos anteriores podem ficar muito mais fáceis com o apoio de uma assessoria especializada no assunto. Mais do que acompanhar o cronograma e implementações, a assessoria ajuda a empresa a ser OEA, e não apenas ter OEA: trabalha no aculturamento de toda a equipe.

Lembre-se que OEA representa segurança e conformidade, e os seus clientes e parceiros devem ter esses pontos fortes e claros nos seus serviços.

Se precisar de ajuda com esse processo, conte com a Freitas! Mais do que auxiliar na certificação, também colaboramos para a manutenção e o aculturamento do OEA dentro da sua empresa. Venha bater um papo com a gente! 😊

Abraços,
Equipe Freitas

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Balanço do comex: confira o aumento registrado no mês de junho/2021

Meio ano já se foi e seguimos acompanhando o balanço do comex: confira o aumento registrado no mês de junho/2021. Em fevereiro, trouxemos aqui que o início do ano foi positivo, e assim seguiu-se até a terceira semana do mês de junho, conforme informações divulgadas pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia em 21 de junho. 👏

De acordo com a publicação, até o dia 21 de junho a balança atingiu superávit de US$ 34,28 bilhões no acumulado do ano, com alta de 64,4% na média diária comparado com o período de janeiro a junho do ano passado. Já a corrente de comércio, que é a soma das importações e exportações, chegou a US$ 219,76 bilhões, representando um crescimento de 31,2%.

Quando falamos em exportação, só em 2021 já somam US$ 127,02 bilhões, com aumento de 34,9% sobre o ano passado. Se analisarmos o mês de junho de 2020 com 2021, o crescimento é de 69,9%, em razão principalmente do aumento nas vendas da: indústria extrativista (183,1%), com produtos como minério de ferro e seus concentrados, óleos brutos de petróleo ou de materiais betuminosos, minérios de ferro e seus concentrados, pedra, areia e cascalho, entre outros. Destaca-se também o aumento na indústria de transformação (45,8%), com crescimento da venda de óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos, farelos de soja e outros alimentos para animais, produtos semiacabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço, carnes de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas, e açúcares e melaços. Outra área que contribuiu para esse crescimento é a da agropecuária (37,9%), com o crescimento nas vendas de soja, café não torrado, algodão bruto, madeira bruta e frutas e nozes não oleaginosas, frescas ou secas.

Já na importação o crescimento é de 26,5%, totalizando US$ 92,74 bilhões. Quando o olhar é para o mês de junho, o crescimento é de 65,2% acima do mesmo mês do ano passado. Nesse comparativo, aumentaram principalmente as compras da indústria de transformação (+68,8%), da agropecuária (+60,0%) e de produtos da indústria extrativista (+47,8%).

Dessa forma, de acordo com a Secex, a balança comercial do comex do mês de junho registrou superávit de US$ 7,15 bilhões, em alta de 77,7%, e a corrente de comércio alcançou US$ 29,61 bilhões, subindo 68,1%. Apenas na terceira semana do mês, as exportações somaram US$ 6,758 bilhões, enquanto as importações foram de US$ 4,194 bilhões.

Comunicação Freitas Inteligência Aduaneira – junho/2021

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Situação logística mundial: como driblar as dificuldades?

Há mais de um ano que a situação logística mundial apresenta desafios: desde o início da pandemia provocada pela Covid-19, os valores de frete aumentaram, é recorrente a falta de contêineres, além da sobrecarga e atrasos na programação. E até quando isso deve durar? 🤔

Mais uma vez, buscamos informações com nossos parceiros e trazemos aqui como está a situação logística mundial e a expectativa para as próximas semanas. Confira! 👇

China

Quando falamos em China, precisamos lembrar que esse é o principal parceiro comercial do Brasil. No ano passado, o país representou 33,6% de todas as exportações brasileiras e 21,8% das importações. E olha que esse frete não é barato!

Desde 2017, fretes da Ásia com destino ao Brasil já eram considerados um dos mais caros do mundo e, o que ninguém imaginou, aconteceu: em 2021 os valores aumentaram em cinco vezes.

Infelizmente, a notícia é que os valores ainda estão em tendência de alta: para o Sul devem ficar na casa de 9.600 a 9.900 dólares os 40HC e entre 6.500 a 7.000 os NOR.

Além dos impactos gerais da pandemia, alguns agravantes colaboram para os altos preços: o terminal de Yantian, em Shenzhen, está abarrotado e parou de receber cargas, pois houve um surto de covid nos trabalhadores. Com isso, Hong Kong pode ser muito afetado também, pois será onde exportadores tentarão entregar suas cargas.

Outro agravante é que vários portos de transbordo estão com lotação máxima, como Singapura, Colombo, em Sri Lanka, e Cartagena, esse último prejudicado também pelos protestos locais. Além disso, em alguns navios os tripulantes estão testando positivo para covid, exigindo uma quarentena de 7 a 14 dias.

O aproveitamento dos espaços continua alto e a disponibilidade de contêiner se agravou: contêineres de 40” DRY permanecem escassos, assim como os contêineres NOR, visto a alta procura para reduzir tarifas. A disponibilidade maior é de contêineres de 1×20” DRY e 1×40” HC.

Ainda não há uma expectativa de melhora, visto que em julho, agosto e setembro ocorre, historicamente, o Peak Season da Ásia, quando entra em alta a demanda de produtos de Natal e férias coletivas.

Europa

Quando partimos para a Europa, os desafios continuam. A escassez de contêineres no mercado mundial também afeta o transporte de mercadorias da Europa para o Brasil, e a tendência de aumento nos valores continua: os fretes flutuam na casa dos 2.000 euros por contêiner.

Os contêineres reefers também estão em falta e, quando estão disponíveis, deve-se considerar no mínimo um mês a frente para a reserva.

Para driblar um pouco os desafios, as logísticas alternativas têm sido uma boa opção. Por exemplo: embarcar em Bremerhaven, fazendo transbordo em Algeciras; a carga da Alemanha, embarcar por Rotterdam; e a carga de Rotterdam, embarcando por Antuérpia.

Índia

O país indiano está com a situação da covid gravíssima, mas, mesmo assim, há um bom escoamento de cargas. Os lotes pequenos estão com mais facilidade de escoamento, os grandes precisam ser divididos para conseguir espaço. Geralmente os armadores liberam espaço às segundas-feiras e o booking é liberado para duas semanas seguintes.

O valor dos fretes está variando de 4.500 a 7.500 dólares, dependendo do armador.

Estados Unidos

Já nos Estados Unidos os desafios voltam a ser críticos, principalmente quanto às coletas: armadores estão se negando a cotar coletas quando a distância do porto de embarque passa de cerca de 100 quilômetros. A solução é contratação de truckers, mesmo que mais caros.

Após a solicitação de bookings, os armadores estão demorando em média 72 horas para processar os pedidos. E a partir dessa reserva, os principais portos estão conseguindo espaço para navios com saídas de 15 a 20 dias para frente.

O ponto mais crítico são os portos da Califórnia: estão colapsados e só há espaço e equipamento para o final do mês de junho, início de julho. Quando há opções, elas são com o frete mais caro.

E como driblar tudo isso?

A gente sabe que a situação logística mundial não é o das melhores, mas tudo pode ficar mais fácil quando você tem informação para se planejar e experiência para entender as melhores possibilidades. Aqui na Freitas você encontra isso e muito mais, venha bater um papo com a gente! 😉

Abraços,
Equipe Freitas

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Quais são os impactos do Portal Único de Comércio Exterior? Confira a avaliação da CNI

Quais são os ganhos da desburocratização, já se perguntou isso? Um estudo da Confederação Nacional da Indústria – CNI sobre os resultados e projeções do projeto Portal Único de Comércio Exterior traz algumas respostas.

Há mais de seis anos falamos e vivenciamos o desenvolvimento do Portal Único, que visa reduzir a burocracia, o tempo e os custos nas transações comerciais internacionais, sejam elas importações ou exportações.  É por meio dele que a maior parte das medidas previstas no Acordo de Facilitação de Comércio (AFC) da Organização Mundial do Comércio (OMC) têm sido implementadas.

A CNI fez um estudo sobre os ganhos do Portal Único de Comércio Exterior em 25 anos: de 2014, quando foi iniciada a implantação do Programa, até 2040. Os resultados são bem interessantes, olha só! 👇

Segundo a CNI, no período de 25 anos o Portal deverá gerar um acréscimo de US$ 51,8 bilhões na exportação do Brasil, sendo a maioria, US$ 48,1 bilhões, pela via marítima, e US$ 3,7 bilhões pela via aérea. Se considerarmos apenas o recorte de 2020 a 2040, a projeção é de uma alta acumulada de US$ 49,2 bilhões nas exportações brasileiras.

Ainda quanto à exportação, o estudo indica que os países para os quais o Brasil terá maior volume de transações, em função das medidas implementadas pelo Portal Único, são Estados Unidos, Argentina, União Europeia e China. Ao todo, nos 25 anos, serão US$ 26,4 bilhões, sendo US$ 24,45 bilhões pela via marítima e US$ 1,89 bilhão pela via aérea.

Outra informação do estudo é que, no acumulado de 2014 a 2040, o programa deverá adicionar US$ 124,9 bilhões ao Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Do total, US$ 103,6 bilhões serão pela via do transporte marítimo e US$ 21,3 bilhões pelo aéreo.

Benefícios que já podem ser vistos

Além das projeções do estudo, a Receita Federal destaca ganhos já obtidos com o Portal. Segundo ela, os benefícios têm sido maiores do que o esperado lá no início da implantação. Naquela época, a meta era cortar o tempo gasto com burocracias na exportação, para o modal marítimo, de 13 para 8 dias; em 2020, a demora já havia recuado para um pouco menos de 5 dias (4,85). Já nas importações, a meta era a diminuição de 17 para 10 dias, e o observado em 2020 foi de menos de 9 dias (8,71). Essa aceleração também trouxe ganhos econômicos: em 2014 os custos com burocracias representavam 13,04% do valor das mercadorias exportadas por via marítima, agora estão em 4,03%. Nas importações feitas pelo mar, o custo recuou de 14,2% para 7,10%.

E quando o Portal estará todo implementado?

Segundo o superintendente de Desenvolvimento Industrial da CNI, João Emilio Gonçalves, em matéria divulgada no Portal da Indústria, o ideal é que o Portal esteja completamente implementado ainda em 2021. A conclusão do Programa inclui a total integração dos órgãos anuentes, aqueles responsáveis pelas operações de exportação e importação, ao portal. Inclui também o aperfeiçoamento do processo de gestão de risco nesses órgãos, eliminando a multiplicidade de etapas e o excesso de mercadorias sujeitas ao controle.

Comunicação Freitas Inteligência Aduaneira – maio/2021
Informações da Receita Federal e da Agência de Notícias da CNI

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Classificação fiscal de produtos: de quem é essa responsabilidade?

A gente vem falando bastante por aqui sobre classificação fiscal de produtos e a importância de classificar os produtos corretamente para evitar prejuízos administrativos, tributários e financeiros. Mas você sabe de quem é essa responsabilidade? É sua, e a gente explica porque. 😉

Muitas empresas acreditam que ao contratar um parceiro aduaneiro transferem toda a responsabilidade para ele, inclusive quanto à descrição e classificação fiscal dos produtos, mas não é bem assim. Esse trabalho, para que seja correto e eficaz, precisa de toda a equipe da empresa, envolvendo diferentes áreas: dos setores técnicos e engenharia até o time de compras, logística e comércio exterior.

Quem é que sabe, por exemplo, as especificidades necessárias de uma determinada máquina para sua produção, que é única? Ou quem é que entende qual é o parafuso necessário para fazer determinado produto? A área técnica! Engenheiros, equipe de produção e quem está na linha de frente são os que vão poder descrever a mercadoria que precisa ser comprada com todos os detalhes necessários, seja na espessura, comprimento, material fabricado, cor, entre outros.

Com essas informações em mãos, é que entra em cena a equipe de compras, que então consegue observar o que há disponível no mercado e avalia o melhor preço e qualidade. E é isso que compõe a descrição correta do produto: nome comercial e/ou científico, espécie, marca, tipo, modelo, série, material constitutivo, aplicação e demais elementos que permitam sua perfeita identificação, e outros atributos que confiram sua identidade comercial.

E então, conhecendo o produto, sabendo seus detalhes, características e funções, é que a empresa consegue fazer a correta classificação fiscal. Essa classificação é como se fosse o RG do produto: um código de oito dígitos estabelecido para identificar a natureza das mercadorias.

Com tudo isso, como é que um parceiro, que não está no dia a dia da sua operação, pode fazer toda essa descrição e classificação? Difícil, né?! Com a experiência já adquirida e sabendo as suas necessidades, o papel do parceiro aqui é auxiliar e às vezes até interferir quanto à correta classificação, mas ele não pode e não deve defini-la sozinho, essa é uma responsabilidade que não pode ser transferida.

Importante lembrar que neste assunto também entra a NCM, que é o enquadramento da mercadoria no código na Nomenclatura Comum do Mercosul. Como há diferença em idiomas e tributação entre os países, esse código vem para facilitar as relações comerciais.

Tudo isso até parece difícil, mas não é: é questão de organização, cuidado e envolvimento de toda a equipe. Experimente aí na sua empresa organizar um fluxo onde cada área faz a sua parte e nos conte como foi! 😉 Ahh, e se precisar de ajuda neste processo, conta com a gente aqui tá?!

Abraços,
Equipe Freitas

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Regras para financiamento pelo PROEX são simplificadas

Desde o dia 1º de abril, quem tem interesse em financiar a exportação conta com uma boa novidade: o Ministério da Economia alterou as diretrizes e condições para concessão de financiamento pelo Programa de Financiamento às Exportações (PROEX). Conforme o Ministério, a medida visa simplificar e modernizar as normas para aumentar a competitividade das exportações brasileiras e melhorar a gestão pública de financiamento.

O PROEX é um instrumento do Governo Federal de financiamento às exportações brasileiras de bens e serviços, voltado principalmente ao apoio das exportações de micro e pequenas empresas. O Proex-Financiamento, para uso de crédito direto, pode ser utilizado para empresas com faturamento bruto anual de até R$600 milhões. Ele consiste no financiamento direto ao exportador brasileiro, que recebe o valor da exportação à vista e oferece ao importador prazo para pagamento da transação. Já o Proex-Equalização, que é o financiamento por instituições financeiras e tem parte dos encargos financeiros assumido pelo Programa, atende exportações brasileiras de empresas de qualquer porte.

A novidade vem com a Resolução Gecex n. 166/2021, que revoga parte dos regulamentos anteriores sobre o tema e define critérios de elegibilidade, prazos e ações de monitoramento aplicáveis às operações de equalização de taxas de juros e de financiamentos das exportações brasileiras pelo Proex. O documento ainda conta com dois anexos com os códigos da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) de bens e serviços elegíveis para o Programa.

Entre as vantagens da alteração das regras, destacamos:

– Aumento da competitividade das exportações brasileiras;
– Consolidação das condições comerciais do Programa em uma única norma;
– Revisão dos prazos e produtos elegíveis;
– Aproximação das normas do Programa às previstas no Arranjo sobre Créditos à Exportação da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), facilitando a adesão do Brasil à Organização.

Interessante, né? Quer saber mais sobre o Programa e as vantagens para o seu negócio com a exportação? Vem falar com a gente! 😉

Comunicação Freitas Inteligência Aduaneira – abril/2021

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Brasil e Argentina solucionam pendências do comércio de produtos agropecuários

Na última semana, os governos do Brasil e da Argentina se reuniram e solucionaram 49 temas pendentes na relação bilateral agropecuária, de um total de 54 itens que já duravam mais de dez anos.

Os temas incluem a abertura e reabertura de mercado de diversos produtos, como farinhas, cárneos (bovino, suíno e de aves), lácteos, grãos, pet food e frutas. Um exemplo é a autorização para importação de camarões inteiros e limpos da Argentina (chamados langostinos) e a resolução de pendências sanitárias para exportação de uva e maçã.

Os ministros da área, tanto do Brasil como da Argentina, estimam que agora o fluxo comercial bilateral de produtos agropecuários deve se intensificar. Atualmente, a Argentina é o 16º destino das exportações brasileiras, os principais itens são soja, café não torrado, frutas e nozes não oleaginosas, frescas e secas. Já das importações do Brasil, a maior parte delas tem origem argentina: em 2020, as compras corresponderam a um quarto do total das importações do país.

Além disso, na área da pesquisa, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (Inta) renovaram por mais cinco anos o acordo de cooperação bilateral.

Comunicação Freitas Inteligência Aduaneira – março/2021

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Vem aí o projeto Janela Única Aquaviária

O Governo Federal anunciou a implantação do projeto Janela Única Aquaviária, o qual unificará o Porto Sem Papel 2.0 e o Portal Único Siscomex. A medida vai harmonizar os procedimentos e os dados do modal aquaviário, facilitando e agilizando as operações que representam cerca de 80% do comércio exterior no país.

Atualmente, no modal marítimo o Brasil conta com duas “janelas”: o Portal Único Siscomex, voltado à liberação de mercadorias para exportação e importação, e o sistema Porto Sem Papel (PSP), relacionado a embarcações e atracações. Além disso, em alguns casos é necessário acessar ainda outros sistemas de órgãos do governo para autorizações de estadia de embarcações. Ou seja, com a Janela Única serão eliminadas redundâncias entre os dois sistemas e reduzida a burocracia para dar mais previsibilidade e segurança, além da diminuição do tempo dos processos e agilidade na logística.

Conforme o Governo, o projeto será implantado em etapas progressivas. O primeiro passo, ainda em 2021, será o mapeamento e o redesenho dos processos de carga e trânsito aquaviário, em parceria com o setor privado. A previsão é de que a Janela Única Aquaviária esteja totalmente implantada até 2023. A partir daí, estima-se uma economia de R$ 10 bilhões anuais para os operadores logísticos e de comércio exterior.

É importante destacar que esse projeto faz parte de uma iniciativa do governo para facilitação, não só da integração das informações por parte do operador, como também da fiscalização. A cada dia as operações prometem ficar mais ágeis e simplificadas, mas a conformidade torna-se ainda mais importante. 😉

Comunicação Freitas Inteligência Aduaneira – março/2021

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INova: O que já era bom está ainda melhor

Seus processos mais ágeis, seguros e descomplicados. Você lembra de todas essas e outras vantagens do INova? A estrutura de sistemas integrados desenvolvida aqui pela Freitas tem o objetivo de facilitar a gestão dos seus processos de comércio exterior, e agora tem novidades! 🤩

O INova reúne todas as informações em um único lugar e administra todos os seus processos: tanto na área de comex, como financeira. De forma segura e integrada com os sistemas governamentais, ele permite a visualização de forma rápida e objetiva de todos os seus processos que estão em andamento ou que já foram finalizados, e ainda pode se integrar com o sistema interno da sua empresa.

Essa lista de benefícios que já era grande, agora está ainda maior. A partir do mês de março, o Portal está de cara nova e com novas funcionalidades: o sistema está ainda mais fácil, ilustrativo e atualizado.

Pensando na sua melhor usabilidade e navegabilidade, a nossa equipe de tecnologia desenvolveu uma nova versão do INova, com layout mais moderno e intuitivo na formatação “single window, onde todas as informações são disponibilizadas em uma única tela.

Logo na página inicial você já pode acessar as últimas notificações de follows enviados, ter uma visão geral dos processos e informações, além dos atalhos para várias atividades, como por exemplo, o chat para contato direto com o nosso colaborador que está à frente dos seus resultados. Neste espaço você pode filtrar seus processos por dia, semana ou mês.

No acompanhamento dos processos, você também escolhe o que quer ver: pode personalizar as informações visíveis de cada processo e adicionar o botão de favorito para acompanha-lo como prioridade. E dentro da página de cada processo, você pode incluir observações ou anotações importantes e a equipe toda que possui acesso a ele pode acompanhar, chega de post-its espalhados pela mesa, né?

Sabe aquela opção de solicitar a abertura do processo pelo Portal? Agora ficou mais fácil, rápido e com todos os documentos anexados sendo analisados com inteligência artificial, ou seja, você ganha tempo e minimiza riscos.

Demais né? Mas a principal novidade é que agora todos os relatórios e estatísticas gerenciais e operacionais estão reunidos em um único lugar. Imagine só, ter em uma tela informações de forma visual que substituem até cinco relatórios diferentes? Já é possível!

O INova conta com dois dashboards para deixar as informações mais claras e agrupadas. Com o dashboard analítico você tem todos os dados, indicadores e estatísticas da sua operação de forma fácil, rápida e com diversos filtros e informações para auxiliar na tomada de decisões. Já com o dashboard operacional, você tem a performance dos processos, o acompanhamento das atualizações e as informações de desvios ou ocorrências importantes, tudo em tempo real e com a opção de gestão visual. Em uma televisão, a equipe toda pode acompanhar o andamento dos processos e, de forma individual, na tela do computador, cada colaborador busca as informações que precisa.

E para completar, além da TV corporativa e do seu computador, agora o Portal tem sistema responsivo e pode ser acessado do seu celular, independente do lugar que você estiver. Está ou não está ainda mais adequado ao seu dia a dia?

Quem já experimentou, aprovou!

A equipe da Intercroma, uma das nossas clientes, nos auxiliou utilizando o Portal em primeira mão, ou seja, ele já foi avaliado por quem está aí do outro lado. 😉

Para Joice Liebel Janoski, Analista de Exportação da Intercroma, o Portal ficou muito mais clean e interessante visualmente: “É de fácil acesso e entendimento”. Ela utiliza o sistema diariamente e afirma que auxilia nas tarefas diárias e no melhor acompanhamento dos processos, principalmente na busca pelos documentos necessários e follow-up. “Em paralelo, utilizamos alguns dos relatórios e gráficos disponíveis no dashboard para apresentação dos nossos resultados mensais para a diretoria da empresa”, conta.

Darlene Luiza Hacke Grossel, Analista de Importação e Exportação da Intercroma, diz o mesmo: “Eu gostei muito das novas funcionalidades, pois conseguimos ter uma visão/acompanhamento global dos processos através do dashboard e caso tenhamos alguma dúvida conseguimos saná-las através do mapeamento”. Segundo ela, com a TV instalada, foi possível acompanhar o dashboard em tempo real, o que possibilitou que a equipe conseguisse identificar algo fora da curva no mesmo instante, sem que precisassem consultar o Portal. “Com todas as informações no sistema, facilita muito a busca por dados de processos e andamento dos mesmos”, afirma.

E aí, você não vai perder essa ferramenta, né? Vem bater um papo com a gente e conhecer de perto as novidades dessa e das nossas outras soluções! 😊

Abraços,
Equipe Freitas