Tag Archives: Importação

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Saiba como reduzir impostos na importação de equipamentos com o regime de ex-tarifário

O novo ano começou e entre seus objetivos está o crescimento da empresa? Se a resposta é sim e os planos são modernizar e aumentar a produção de um lado, e diminuir custos do outro, vem com a gente! Organizamos um conteúdo especial sobre o regime ex-tarifário e vai ficar muito mais fácil e claro para você aproveitar essa oportunidade. 😉

Pra começar, você já ouviu falar sobre esse regime? Ele consiste na redução temporária da alíquota do imposto de importação para zero de bens de capital (BK) e de informática e telecomunicação (BIT) quando não há produção nacional equivalente. Ou seja, caso a máquina ou equipamento que você deseja importar não sejam produzidos no Brasil, a compra do exterior pode ser realizada com imposto reduzido ou até zerado.

Normalmente, as importações de BK têm incidência de 14% de Imposto de Importação e, as de BIT, 16%. Assim, se você está importando uma máquina de 2 milhões de reais que se enquadra no regime, você pode ter uma economia de 280 mil reais só em impostos de importação, além de ter o ICMS reduzido também.

Assim, os principais benefícios são fiscais: além de reduzir diretamente no imposto de importação, também reduz de forma indireta no recolhimento de outros impostos, como ICMS e IPI, e tem efeito positivo no EBITDA. Nada mal, não é mesmo? Uma boa forma de aumentar a produtividade, competitividade e modernização em 2021.

E quais são os produtos que se encaixam no regime ex-tarifário?

Quando falamos de bens de capital (BK), falamos de equipamentos, instalações, bens ou serviços necessários para a produção de outros bens ou serviços. Por exemplo, um dos ex-tarifários vigentes até o final desse ano são “Controladores automáticos de velocidade de motores elétricos por variação de frequência para uso exclusivo em bicicletas elétricas, com tensão nominal até 48V e potência nominal de até 1.680W, grau de Proteção Impermeável IP65”.

Já sobre bens de informática e telecomunicações (BIT), são bens relacionados à área. Um exemplo também de ex vigente é “Módulos de controle eletrônico programável com 2 conectores para comunicação elétrica de 64 pinos cada um, utilizados para controlar sistema de injeção de combustível de motores diesel estacionários contendo 4 e 6 cilindros, na faixa de potência de 60 e 1,30kW”.

IMPORTAÇÃO DE MÁQUINAS: 3 OPÇÕES PARA IMPORTAR MÁQUINAS COM CUSTO REDUZIDO
Bom, com os dois exemplos não é nem preciso dizer os detalhes e especificidades necessárias para conseguir o regime, né? Atualmente são mais de 10 mil ex-tarifários vigentes que podem ser utilizados, desde que o equipamento atenda 100% das características descritas; também, novos ex-tarifários podem ser solicitados. Entretanto, o ponto mais importante de todo esse processo é o planejamento.

Para obter o ex é preciso entrar com pleito junto ao governo e passar por várias etapas, como análise documental, consulta pública para apuração e produção nacional, análise da consulta e decisão final até a publicação no Diário Oficial da União.

Assim, Leopoldo Grubba, que atua na área de estratégia aduaneira da Freitas, explica que um pleito de ex-tarifario deve ser protocolado de dois a três meses antes da chegada da mercadoria, assim não se corre o risco da mercadoria chegar em território nacional e o ex ainda não estar publicado, visto que o benefício só é concedido se no momento do registro da Declaração de Importação o ex estiver vigente.

E como organizar todo esse planejamento e começar o ano saindo na frente? A gente te explica todos os passos e prazos nas próximas semanas! Se você não quer perder essa série de conteúdos, se inscreva na nossa newsletter! 👇

Se tem pressa e já quer tirar dúvidas sobre o regime, vem bater um papo com a gente e a nossa equipe de especialistas te ajuda! 😊

Abraços,
Equipe Freitas

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A DUIMP está aí, só não vê quem não quer

No último dia de 2020 uma nova Instrução Normativa trouxe alterações para os processos de importação e mais um alerta indicando que a DUIMP está realmente chegando, olha só! 👇

A IN 2002/2020 alterou vários artigos da IN 680/2006, que rege o despacho aduaneiro de importação, entre eles sobre a descrição da mercadoria. A partir de agora, o item V do artigo 25 conta no texto sobre a correta descrição das mercadorias para a determinação do procedimento de controle administrativo e aduaneiros apropriados. Ou seja, há mais um reforço da responsabilidade do importador sobre a descrição completa e adequada da mercadoria.

Além disso, a IN destaca que se o despacho de importação for processado com base na DUIMP, a descrição da mercadoria deverá incluir os atributos definidos pela Receita Federal, correspondentes ao código tarifário da NCM adotada, e deverá “ser realizada pelo importador, de maneira a constarem todas as características necessárias à classificação fiscal e à determinação dos procedimentos de controle aduaneiro e administrativo adequados”.

Outra alteração da IN é para os importadores certificados como Operador Econômico Autorizado (OEA) – Conformidade Nível 2. A alteração é bem-vinda: as Declarações Únicas de Importação (DUIMPs) feitas através do modal aéreo poderão ser registradas antes da sua descarga na unidade da Receita Federal do Brasil, o que traz mais flexibilidade quanto aos prazos de liberação da carga e redução de custos. Até então, o registro antecipado das DUIMPs para esse grupo podia ser realizado apenas no modal marítimo.

A expectativa da chegada e implantação da DUIMP para todos os importadores agora é ainda maior, afinal de contas, já existe um movimento na legislação caminhando para isso. E você já está preparado?

A gente tem falado bastante sobre isso por aqui! Apesar da DUIMP trazer vários benefícios, ela exige atenção e preparo dos importadores, principalmente quanto ao catálogo de produtos. Você pode conferir como se preparar em um e-book especial sobre o assunto. É só clicar e baixar o material gratuitamente. 😉👇

DUIMP e a chegada do catálogo de produtos: entenda o que vai mudar e a importância de se preparar!

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Adicional da COFINS – Importação não é mais cobrado

O ano de 2021 começou com uma boa notícia para os importadores: o adicional da alíquota da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – CONFINS na importação não foi prorrogado.

A cobrança adicional de 1% sobre alíquota da CONFINS – Importação era aplicada aos bens classificados na TIPI e relacionados na Lei n. 10.865/2004, a qual encerrou no dia 31 de dezembro e não teve prorrogação.

Dessa forma, a menção da alteração na Lei n. 10.865/2004 presente no preâmbulo da Lei n. 14.020/2020 deve ser desconsiderada.

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4 dicas para evitar riscos e custos extras na importação de produtos químicos

Apesar das dificuldades desse ano, a importação de produtos químicos vem crescendo e é um setor de tendência no mercado, atraindo cada vez mais investidores. Em setembro de 2020, por exemplo, as importações do segmento foram recorde, com mais de 37 mil toneladas. Conforme o relatório da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), houve um aumento de 6,9% em relação ao mesmo período do ano passado e um aumento de 10,2% em comparação com o mês de agosto.

Se você é do ramo ou está pensando em aproveitar os bons números e investir em uma área que ajuda a suprir as necessidades nacionais, esse material é especialmente para você! 🤩

Além de uma área que vem crescendo, o destaque aqui é para as suas particularidades e cuidados. Continue a leitura e conheça um pouco mais sobre os pontos de atenção e como evitar riscos e custos extras, e ainda poder diminuir os custos na importação de produtos químicos.


Planejamento é a palavra de ordem: o segmento químico é uma área muito técnica, está entre os com maior complexidade para a classificação fiscal e, sem planejamento, você pode ser surpreendido.

Para começar é importante destacar que existem nove classes de carga química e que cada classe pode influenciar nos custos logísticos, de transporte e de armazenagem. Além disso, dependendo do tipo de carga, pode haver restrições em armazenamento e transporte e, se isso não for averiguado e planejado antes, toda a programação logística pode ser afetada. “A conta nunca é para menos, sempre para mais”, alerta Tiago Duarte, líder de importação da Freitas, quanto aos custos.

Assim, para te ajudar a otimizar tempo e evitar custos extras, e quem sabe reduzir os valores na importação de produtos químicos, separamos quatro dicas. Confira! 👇

1 – Cheque a atuação de todos que fazem parte da cadeia logística

Verifique se o Terminal realmente pode receber o tipo de carga importado e se a transportadora tem autorização para esse tráfego. Imagine ter que reorganizar toda a logística depois que a carga já está em trânsito? Além de tempo, os custos aumentam bastante.

Lembre-se também que esse tipo de carga IMO, sigla em inglês para Organização Marítima Internacional (órgão intergovernamental da ONU que classificou as cargas perigosas), geralmente tem custos mais altos, principalmente de armazenagem, pois não pode ficar exposta e próxima a determinados produtos.

2 – Atenção para a documentação

Sem documentações específicas, a carga não pode ser carregada e transportada. Assim, verifique se todos os documentos estão feitos e se estão preenchidos corretamente.

Um deles é a Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico (FISPQ), que contém todos os dados relativos às propriedades e especificações da carga e possibilita que a transportadora defina os procedimentos ideais para a sua manipulação e movimentação. Além desse, tem a Ficha de emergência, que apesar de não ser obrigatória para o transporte da mercadoria, no caso de eventuais emergências, informações contidas neste documento poderão ser solicitadas pelo órgão regulador ANTT, MDSD (Material Safety Data Sheet – Folha de dados de segurança do material) e a Nota fiscal.

3 – Não se esqueça das cotas

E você já pensou em diminuir os custos dessa operação? Pois é, fique atento às cotas de importação antes do embarque. Como o Brasil não tem a fabricação de muitos produtos, eventualmente o governo tem políticas para fomentar o mercado interno e apresenta cotas tarifárias que podem reduzir o imposto de importação por tempo determinado. Elas podem ser concedidas de duas formas: pelos acordos no âmbito da Associação Latino-Americana de Integração – ALADI e/ou por resoluções da Câmara de Comércio Exterior – CAMEX. O Ministério da Economia conta com uma página específica onde traz as listagens dos produtos com cotas, e é importante também acompanhar a legislação sobre o assunto.

4 – Redobre atenção na descrição e classificação fiscal

Conforme o nosso time de importação, o setor químico é bem visado pela Receita Federal, então é muito importante que a descrição e a classificação fiscal do seu produto estejam corretas. Caso haja alguma divergência nas informações, pode ser pedido um laudo e aí o tempo e os custos aumentam, principalmente pelo fato de ser um segmento tão técnico e complexo.

Mas não se assuste, viu? A complexidade e os riscos diminuem quando você conta com parceiros experientes e com “know how” no assunto. 😉

Além disso, a gente preparou um material especial para te ajudar. Nele, reunimos informações sobre os documentos necessários para esta modalidade, inclusive com modelos prontos para você só preencher. Também organizamos algumas diretrizes para te ajudar na descrição correta do seu produto. Ou seja, um material feito especialmente para descomplicar e colaborar na garantia de uma operação segura e sem custos extras.

Clique no banner e baixe o material gratuitamente! 👇

Checklist: Garanta mais segurança e evite custos extras na importação de produtos químicos

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Entenda melhor o cenário da escassez de matéria-prima e aumento nos preços

Se você está sofrendo com a escassez de matéria-prima ou aumento no valor dos insumos, saiba que não está sozinho. Mesmo com a retomada das atividades, a primeira onda da pandemia do novo coronavírus ainda apresenta problemas na produção e no comércio brasileiro, que impactam toda a cadeia, até o consumidor final.

Mas por que isso está acontecendo e até onde vai? Para entender melhor o problema e responder essas perguntas, reunimos algumas informações publicadas pela BBC News. Na matéria “Pandemia gera escassez de matéria-prima e faz preços subirem no Brasil”, a jornalista Thais Carrança apresenta seis fatores que explicam essa situação.

De acordo com a matéria, o primeiro ponto vem lá do início da pandemia: a redução da produção que ocorreu entre março e abril. Seguindo a exigência de distanciamento social e pela incerteza e falta de perspectivas de quando o consumo iria se normalizar, as indústrias colocaram o pé no freio. Dados do IBGE apontam uma queda de 27% na produção nesses dois meses.

O segundo ponto, em decorrência da falta de perspectivas, foi o consumo dos estoques. Empresas e varejo consumiram seus estoques sem habitual reposição e quando a atividade começou a retomar, o estoque não deu conta da demanda.

Mas como as indústrias e comércios não se preparam para a retomada? Além de ser um período de incertezas, especialistas apontam que a recuperação da atividade econômica do país foi mais rápida do que se esperava, grande parte pelos efeitos do auxílio emergencial sobre o consumo. A notícia de retomada com certeza é boa, mas é o terceiro fator que explica a escassez e alta dos preços de matéria-prima.

Junto com as demandas nacionais, somam-se as do comércio exterior. Como já falamos por aqui nos últimos meses, foi um período de aumento de exportações de commodities e aumento do dólar, o que favoreceu a venda para fora e diminuiu as importações. O resultado: aumento dos preços no mercado interno.

Somado a isso, outro fator foram os gargalos logísticos. Por aqui estamos constantemente trazendo alertas de programação sobre a queda na oferta de espaço, tanto aéreo como marítimo, e o aumento no valor dos transportes. Além de mais tempo para as transações, os custos também cresceram.

Por fim, a matéria apresenta como sexto ponto a maior demanda das empresas, o que retroalimenta esse ciclo. Com medo da escassez, os pedidos são maiores, agravando esse processo que ainda está fragilizado.

Mas até quando esse problema vai?

Economistas apontam na matéria que tem data para acabar: no primeiro semestre de 2021 a oferta e demanda devem se alinhar. Já os preços altos devem seguir em alta ou estabilizarem no próximo ano, sem expectativas de baixa.

Assim, se você precisa importar e não quer alterar os custos para o seu consumidor final, a dica é bastante planejamento e atenção neste processo. Cuidados no processo logístico e aduaneiro são essenciais e a gente pode te ajudar! 😉

Planejando suas compras e vendas com o exterior para 2021? Vem bater um papo com a gente!

Abraços,
Equipe Freitas

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Importação de produtos metalúrgicos: como evitar problemas e custos extras nesta operação

Chapas de aço, barras e outros metais são presença confirmada na lista das principais importações do Brasil e fazem parte de uma cadeia produtiva muito grande. No ano de 2019, a importação de produtos metalúrgicos representou 2,8% de todas as importações brasileiras e ficou na sétima colocação entre todos os segmentos. Neste ano, entre janeiro e junho, passou da sétima para a quinta colocação e, no período, representou 4% das importações.

Entretanto, a importação de produtos metalúrgicos tem vários desafios e são necessários alguns cuidados para a operação ser mais tranquila, rápida e, principalmente, lucrativa.

Assim, se você é um importador do segmento ou potencial importador, este material é especial para você. Destacamos os três principais desafios enfrentados neste mercado e algumas dicas para você ter mais sucesso neste tipo de operação. Confira! 👇


Lucros sim, prejuízos não

Quando você faz uma operação, não é de prejuízos que você está atrás, certo? Então neste tipo de importação todo cuidado é necessário: o segmento metalúrgico geralmente tem uma margem de lucro pequena, tem poucos benefícios fiscais e ainda corre o risco de ser taxado com o antidumping.

Antidumping é um conjunto de medidas, direitos e procedimentos para evitar que produtores nacionais sejam prejudicados por importações realizadas a preços de dumping, ou seja, quando uma empresa vende um produto para um novo mercado por um preço inferior do que costuma praticar.

Assim, antes de iniciar o processo de importação é importante verificar se o produto possui antidumping. Em caso positivo, mesmo se a importação for amparada com regimes especiais de isenção ou suspensão de tributos, o recolhimento do antidumping é obrigatório e deve ser feito na DI, caso contrário, além do recolhimento, há uma multa de 75% sobre o valor antidumping.

Na importação de produtos metalúrgicos, outro ponto muito importante quando o assunto é custos é a logística: o custo da movimentação e armazenagem é muito grande e o que pode parecer apenas um detalhe pode fazer grande diferença, a gente te explica melhor na terceira dica.


Descrição das mercadorias

O segmento metalúrgico é bastante controlado no Brasil, então é preciso muita atenção na hora de descrever a mercadoria importada. O assunto fica ainda mais sério com a necessidade de trazer a composição química da matéria-prima, como a medição dos elementos químicos do material importado.

A dica para evitar multas nesse caso é contar com equipamentos específicos que fazem a medição dos elementos químicos, um bom técnico ou a confiança e exigência das informações com o fornecedor. E é aí que chegamos no ponto mais importante.


Instruções ao fornecedor

É muito comum exportadores preferirem operações com incoterms onde podem controlar parte da logística também aqui no Brasil, e se você acha que isso pode gerar menos trabalho, fique atento! Existe uma série de regras e cuidados que devem ser tomados na importação e, se o exportador não atende-las, a conta final pode sobrar para você.

Assim, na hora de importar preste mais atenção com compras que utilizam o CIF ou CFR, pois parte da logística fica a cargo de quem está exportando e você precisa instruir o fornecedor sobre a emissão de documentos e também cuidados no transporte.

Sobre a documentação, há documentos que precisam ser emitidos antes do embarque, como a licença de importação, por exemplo. É só com o deferimento da LI que a DI pode ser registrada, se houver divergência nas datas, podem ocorrer multas.

Quando falamos em frete, o cuidado redobra. Se o seu estado possui algum tipo de benefício fiscal, é importante instruir o fornecedor a organizar a rota com entrega direta no seu estado, caso contrário você não consegue usufruir do benefício. Com o estado acertado, é importante verificar se o porto de destino recebe este tipo de carga: geralmente os metais são transportados como cargas break bulk e não é todo tipo de terminal que a opera e a armazena.

Mas como lembrar de tantos detalhes para fazer essa instrução ao fornecedor? A gente veio para te ajudar: no banner abaixo você pode baixar gratuitamente um checklist com várias dicas para esse tipo de operação, inclusive com as instruções ao fornecedor.

Baixe, salve e confira sempre que precisar para não esquecer nenhum detalhe. 😉

Checklist: saiba como evitar problemas e custos extras na importação de produtos metalúrgicos

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Nova publicação sobre o Catálogo de Produtos

Não é de hoje que falamos do Catálogo de Produtos e que logo ele será obrigatório para realizar operações de importação. Então confira a nova notícia Siscomex 94/2020, que traz importantes orientações quanto à habilitação de Gestores do Catálogo de Produtos.
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Publicada na semana passada (09/11/2020), a notícia aponta a inclusão de um novo campo “Gestor” no Catálogo de Produtos no módulo Cadastro de Intervenientes (CADINT).

Assim, agora caberá à empresa decidir quais de seus representantes poderá incluir, alterar ou desativar produtos no seu Catálogo de Produtos. Caso o campo fique desmarcado, os representantes em questão só poderão registrar a DUIMP com os produtos previamente cadastrados no Catálogo da empresa.

A inclusão desse novo representante legal ou a alteração de poderes dos já representantes deve ser realizada no próprio sistema.

Lembrando que o Catálogo de Produtos da empresa é por CNPJ raiz, ou seja, um Gestor no Catálogo de Produtos cadastrado em somente uma das filiais poderá incluir, alterar e desativar quaisquer produtos da empresa, independentemente se a criação foi feita por um representante da matriz ou de outra filial.

Se você ainda não está por dentro do Catálogo de Produtos, essa é a hora! Ele será de uso obrigatório para a importação utilizando a DUIMP (Declaração Única de Importação), já disponível para empresas certificadas no Programa OEA. A obrigatoriedade para todas as empresas deve ocorrer no próximo ano, mas a organização e planejamento para isso deve ser feito já. Entenda mais sobre o assunto e a necessidade de se preparar no material especial que fizemos sobre o assunto. 👇

E-book DUIMP e a chegada do Catálogo de Produtos

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Desmistificando o gigante asiático na prática

Após três meses de conteúdos com informações e dicas para se fazer bons negócios com a China, chegou a hora de conhecer um pouco dos resultados de quem, na prática, está desmistificando o gigante asiático. Como empreendedor, quais são os principais desafios e ganhos neste mercado?

Se você acompanhou todo o conteúdo e ainda se faz essa pergunta, continue a leitura e conheça a história do Grupo Sky que há mais de dez anos está neste mercado.

Quando falamos em negócios com a China o mercado é abrangente e muito, muito mesmo, diversificado. O case de hoje vem de equipamentos de diagnóstico por imagem na área odontológica, com a experiência do Grupo Sky. Há mais de 20 anos fabricando este tipo de equipamento, em 2008 resolveram comprar monitores com placa de computador embarcada e, como no mercado nacional não havia opção disponível, ingressaram no comércio exterior.

Conforme Fabricio Torres, proprietário do grupo, desenvolver o dispositivo no Brasil seria muito caro, tanto no custo do projeto, como na fabricação. “Na China encontramos a solução pronta para se aplicar à necessidade que buscávamos, seria necessário apenas uma pequena customização no software e a certificação dos órgãos reguladores aqui no Brasil”, lembra. A decisão foi tomada e foi boa: em apenas seis meses o produto foi desenvolvido.

No início o trabalho era feito pela própria equipe da empresa, mas apesar da compra ocorrer de forma fácil, sofreram vários problemas com a chegada da carga na aduana brasileira e constantemente tinham problemas com o canal vermelho. Assim, buscaram o apoio de uma assessoria especializada no assunto e nunca mais tiveram impedimentos com as mercadorias em território nacional.

Além de evitar problemas, com a assessoria também vieram os benefícios: lembra que falamos em consolidação de cargas? O Grupo Sky aprova e utiliza essa metodologia: cargas de diferentes fornecedores chineses são consolidadas em Hong Kong e, por aqui, recebem de uma só vez uma série de encomendas.

Outro ponto que também já falamos e que pode contar com o apoio da assessoria é a identificação do perfil do fornecedor/fabricante chinês e a avaliação se ele tem condições para atender todos os requisitos esperados para uma relação duradoura. Conforme o Grupo Sky esse é um desafio e é imprescindível conhecer ao vivo. Eber Pinho, da Real Trading, que faz todo esse trabalho de assessoria, acrescenta que visitar as fábricas, além de evitar riscos e iniciar um bom negócio, é uma boa forma de se criar um bom relacionamento.

E neste relacionamento, o destaque do Grupo Sky é para os ganhos. “Os benefícios são reais e nos deixam mal acostumados, pois a rapidez e o bom atendimento com que alguns fornecedores na China oferecem é de fato incrível”, afirma o representante do grupo. De acordo com ele, além do tempo reduzir bastante, existe a possibilidade de não apenas comprar o que eles têm em portfólio, mas também em desenvolver novos projetos e expandir os negócios.

Muito bacana, não é mesmo? Você também pensa em negociar com a China e expandir seus negócios? Além de todas as dicas já dadas pelo nosso parceiro Eber, confira as cinco dicas do Grupo Sky, de empreendedor para empreendedor:

1 – Primeira coisa: tire o visto chinês no consulado em São Paulo.
2 – Instale o aplicativo WECHAT para conseguir conversar com os chineses, pois eles não utilizam o whatsapp.
3 – Defina uma feira voltada ao seu setor, visite os stands e, após a feira, agende uma visita às fábricas. Importante se planejar, pois grande parte das feiras são na ilha de Hong Kong e os fabricantes geralmente ficam em Shenzhen, uma cidade na parte continental do território Chinês.
4 – Contrate uma assessoria para as suas importações.
5 – Contrate um bom escritório de design de produtos aqui no Brasil, pois a interação do design brasileiro e a engenharia chinesa lhe trará o diferencial que o mercado espera e, principalmente, a viabilidade para implementar os novos projetos. Os chineses são muito bons em fabricação e engenharia, mas nem tanto em design.

Gostou das dicas? Assim, com chave de ouro, encerramos a nossa série de conteúdos e esperamos ter desmistificado um pouco do gigante asiático. A série acabou, mas o conhecimento e a expertise da equipe só aumentam! Se você tem dúvidas e quer conhecer ainda mais sobre esse mercado, vem bater um papo com a gente!

Abraços,
Equipe Freitas

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Visitar feiras na China é um bom passo para começar?

Você lembra que começamos por aqui uma nova série de conteúdos sobre a China? A cada 15 dias trazemos algumas dicas para você conhecer um pouco mais sobre o país e ter sucesso nas negociações por lá a partir da experiência do nosso parceiro Eber Pinho, da Real Trading.

A gente já sabe que a China é um grande parceiro comercial do Brasil e tem muito potencial para alavancar seus negócios, mas como e por onde começar? Será que arrumar as malas e se aventurar sozinho é a melhor opção?

Bom, para começar a gente precisa saber que uma viagem para a China não é como ir à cidade ali ao lado, requer bastante planejamento: a língua e a cultura são muito diferentes, é um país muito grande e com muitas opções de negócios e, da mesma forma, feiras é o que não faltam por lá.

Então sim, as feiras podem ser um bom passo para começar, mas requerem alguns cuidados e não são únicas: para o bom aproveitamento da viagem você pode incluir outras atividades no cronograma, como visitar fábricas, por exemplo. E você pode fazer tudo isso de duas formas: sozinho ou bem assessorado.

A primeira opção é quase como andar no escuro com uma lanterna de pilha fraca. Imagine só: as feiras parecem como cidades e acontecem a todo o momento. Como escolher a feira certa sozinho? Como se localizar na feira? Como se comunicar sem o mandarim

Conforme Eber Pinho, a maior e mais famosa feira da China é a Canton Fair, onde você encontra tudo o que pode imaginar. Ela acontece duas vezes por ano, geralmente em abril e outubro, tem três fases e dura três semanas completas: a cada semana apresenta segmentos diferentes. “Essa é uma feira muito turística, onde você pode conhecer muitas coisas, mas não é uma grande possibilidade de negócio”, explica Eber.

Ele lembra de um episódio que ocorreu em 2014 nessa feira: encontrou brasileiros perdidos, desesperados e traumatizados da viagem. “Eles queriam ver a parte de maquinário, pegaram o avião e foram, mas falavam apenas inglês”, recorda. Como a feira parece uma cidade é muito difícil se encontrar e, apesar de contar com o serviço de tradutores logo na entrada, são pessoas que não conhecem o seu negócio e as especificações do seu produto, então a comunicação com negociadores fica um pouco limitada. Além disso, na China é pouco o número de pessoas que falam inglês, então não é tão simples se comunicar com o taxista ou mesmo pedir uma boa refeição.

Se a primeira opção parece um pouco assustadora, a segunda é ao contrário. Ao contar com uma boa assessoria tudo fica mais fácil: você aproveita melhor a agenda, evita problemas de comunicação, vai nas feiras e pessoas certas e tem melhores possibilidade de negócios. Esse é um dos trabalhos que Eber desenvolve: se torna um sócio virtual da sua operação lá na China e deixa tudo organizado para quando você estiver de malas prontas. Ou seja: entende o que você precisa, aciona o seu time na Ásia para fazer o desenvolvimento de fornecedores e te assessora desde a chegada do avião até o retorno para casa.

“Nós recomendamos as feiras específicas, assim o cliente fica um ou dois dias focado conhecendo os catálogos certos e, paralelamente, visita fábricas com a credibilidade já checada antes”, explica. Para se ter uma ideia da especificidade das feiras, por exemplo, no sul da China há uma feira inteirinha sobre iluminação a led.

Além de todo esse apoio na língua, cronograma assertivo e desenvolvimento de fornecedores, com uma boa assessoria você também pode contar com mais sucesso na hora da compra, afinal, você terá ao lado alguém com expertise em comércio exterior e também na precificação, que vai além do produto, também acrescenta-se o frete, o desembaraço aduaneiro, entre outros. Muito melhor, não é mesmo?

Para você se organizar, as feiras da China geralmente acontecem entre os meses de março e início de dezembro. No final de dezembro e meses de janeiro e fevereiro os negócios ficam um pouco limitados em função do inverno e do Ano Novo Chinês, onde as fábricas param por cerca de 20 dias. “Então esses meses não são recomendados, só se você já tiver algo agendado com fábricas”, atenta Eber.

Hoje, em função da pandemia do novo coronavírus, as feiras estão acontecendo de forma virtual aos estrangeiros: eles repassam o link e você faz o acesso virtual aos catálogos. Para o mercado interno elas já estão abertas de forma presencial e com todos os cuidados necessários, como máscaras e uso do álcool em gel.

A expectativa é que no ano que vem elas voltem a acontecer presencialmente para o mundo inteiro e você já pode começar a se programar. Se você deseja que esta viagem seja um sucesso, vem falar com a gente, temos os parceiros certos para te ajudar! 😉

Abraços,
Equipe Freitas

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Nova série: Desmistificando o gigante asiático

China. Quando falamos em mercado internacional é difícil não pensarmos no país mais populoso do mundo: é a maior economia de exportação do mundo, o maior parceiro comercial do Brasil em volume de vendas e, em janeiro deste ano, liderou a lista de destinos das exportações brasileiras.

Mas como começar as negociações? Da mesma forma que são grandes os potenciais e as vantagens comerciais, são grandes as peculiaridades do país: língua, cultura, vasto território e uma infinidade de opções de empresas para vender e/ou comprar acabam dificultando o planejamento e os primeiros passos da negociação.

Pensando nisso, hoje começamos uma nova série de conteúdos por aqui: Desmistificando o gigante asiático. A cada 15 dias, você poderá conhecer um pouco mais sobre a China e como acontecem as negociações por lá. Como fazer um bom negócio na China? Quais são e onde estão os polos de negócios do país? Como apresentar a minha empresa para um chinês? Como comprar bons produtos? O que eles prezam no mundo dos negócios?

Essas e outras tantas dúvidas você vai poder tirar com a gente e com quem conhece do assunto. Para esta série, contamos com a participação do nosso parceiro Eber Pinho, da Real Trading.

Com 23 anos de experiência profissional na área do comércio internacional e em contato com o continente asiático, Eber pode até ser chamado de um brasileiro-chinês: viaja para a China com frequência por 20 anos e a empresa na qual é sócio tem nove escritórios próprios no gigante asiático. Lá ele representa empresas brasileiras e cuida de todos os negócios, ou seja, tem experiência e conhecimento sobre o assunto para dar e vender.

Conforme ele, não é apenas boato que a China tem uma cultura muito forte e preza por isso e, assim, alguns cuidados podem ajudar nos negócios com o país, tanto para abrir caminhos para sua exportação, como para conseguir fazer boas compras na importação. Então nada mal aprendermos algumas dicas juntos, não é mesmo?

Esta série será publicada por aqui a cada duas semanas e também nas nossas redes sociais, mas se você quer garantir todo o material, que tal assinar a nossa newsletter? O conteúdo fica ainda mais interessante: chega no seu e-mail e é só aproveitar a leitura.

Gēnsuí, dàliàng xìnxī jíjiāng dàolái!

Ops, ainda não chegamos no mandarim: Acompanhe, vem muita informação por aí! 😉

Abraços,
Equipe Freitas