Tag Archives: Processo de importação atual x Como deve ser com o Novo Processo de Importação

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A importância do planejamento com a chegada do Novo Processo de Importação

Você é do tipo que gosta de planejar? No universo corporativo, esse é o ponto de partida para garantir que os resultados saiam como esperado e evitar imprevistos no caminho. Cada vez mais, não há espaço para improvisos ou erros e, quando se trata de processos complexos e burocráticos, que envolvem diversas áreas, prestadores de serviços e altos custos, não tem jeito: é preciso investir em planejamento!

No Comércio Exterior, principalmente com a chegada do Novo Processo de Importação (NPI), essa necessidade é essencial e a falta do planejamento adequado pode prejudicar – e muito! – ou até mesmo inviabilizar as suas operações.

Para que você possa entender melhor o alerta, vamos pensar em como o processo acontece hoje na maioria das empresas e como deve ser com a implementação do Novo Processo de Importação (NPI), que chega como uma ampla mudança, com diversas exigências e um contexto de integração, como a gente contou aqui, devido aos seus principais módulos, que são o Catálogo de Produtos (banco de dados do importador) e a Declaração Única de Importação (Duimp).

Como acontece hoje x Como deve ser com o NPI

Hoje, de modo geral, o fluxo ocorre de forma contrária: só há atenção à descrição e classificação fiscal das mercadorias quando o parceiro aduaneiro solicita informações em um processo que, na maioria das vezes, já foi iniciado, com grandes chances de erros exatamente pela falta de planejamento.

Com o Novo Processo de Importação (NPI), não planejar deixa de ser uma opção. Para que uma importação aconteça, será preciso emitir a Duimp (que substitui a atual Declaração de Importação – DI) que, por sua vez, utiliza os dados já cadastrados no Catálogo de Produtos.

Como os módulos são interligados, na hora de emitir a Duimp, as informações do produto, do fabricante e/ou exportador, previamente cadastradas no Catálogo de Produtos são “puxadas” automaticamente ao selecionar o item que será importado. Assim, as informações no Catálogo de Produtos, na Duimp e na nota fiscal têm que ser compatíveis, o que indica que as áreas precisam, obrigatoriamente, estar muito bem alinhadas.

No Catálogo de Produtos, serão gerenciadas as informações sobre os produtos importados pela empresa, como cadastro do operador estrangeiro, CNPJ, país, nome da empresa, endereço, o Trader Identification Number (TIN), Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) e seus atributos, anexos, entre outros dados. Esse novo módulo deve reforçar a qualidade da descrição dos itens, auxiliar o tratamento administrativo e a análise de risco.

Ou seja, quanto mais produtos a empresa importar, mais tempo deve ser dedicado ao Catálogo de Produtos. E nesse contexto, pelo que você viu até aqui, fazer o “dever de casa”, que se chama planejamento, para o sucesso das suas operações deve ser a regra. Caso contrário, são muitos os problemas que podem ocorrer, como carga parada, perda de benefícios fiscais, regimes especiais e, até mesmo, da certificação de Operador Econômico Autorizado (OEA), além das multas, como a gente mostrou aqui.

Por tudo isso, a nossa dica e alerta é: prepare a sua equipe imediatamente e invista em soluções que contribuam com o seu planejamento e gerenciamento de riscos e possam garantir mais celeridade e assertividade ao processo.

Aqui na Freitas, a gente pode te ajudar nesses dois pontos: peça o seu diagnóstico sem custos! É só chamar aqui! 🤗

Abraços,
Equipe Freitas.